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POLITÍCA NACIONAL

Plenário analisa agora projeto que cria regras para a economia circular; acompanhe

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A Câmara dos Deputados analisa agora o Projeto de Lei 3899/12, da deputada Jandira Feghali (PCdoB-RJ), que institui regras para a economia circular, estabelecendo obrigações a serem seguidas por setores considerados estratégicos para o reaproveitamento de materiais, criação de cadeia de valor e diminuição do impacto ambiental.

De acordo com o substitutivo do deputado Luciano Vieira (Republicanos-RJ), a economia circular é definida como o sistema econômico regenerativo que mantém o fluxo circular de recursos e associa a atividade econômica à gestão inteligente de materiais, produtos e recursos energéticos.

Para conseguir isso, deve-se buscar a redução de resíduos, com recuperação de materiais para voltarem a ser usados por meio da circulação de bens e da regeneração ambiental.

Mais informações a seguir

Reportagem – Eduardo Piovesan
Edição – Roberto Seabra

Fonte: Câmara dos Deputados

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Comissão aprova limite para atuação de empresas em juizados especiais

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A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 4239/23, do deputado Acácio Favacho (MDB-AP), que limita a atuação de empresas em processos nos juizados especiais cíveis. A proposta proíbe o pedido contraposto por pessoas jurídicas que não podem entrar com ação nesses juizados.

Pedido contraposto é quando a parte processada aproveita o mesmo processo para fazer uma cobrança ou outro pedido contra quem entrou com a ação.

Podem entrar com ações nos juizados especiais: pessoas físicas, microempreendedores individuais, microempresas, empresas de pequeno porte, organizações da sociedade civil de interesse público e sociedades de crédito ao microempreendedor.

O texto segue para o Senado, se não houver recurso para análise pelo Plenário da Câmara.

O relator, o deputado Ricardo Ayres (Republicanos-TO), recomendou a aprovação da proposta. Segundo ele, a mudança mantém a coerência das regras dos juizados, que seguem critérios como simplicidade, informalidade, economia processual e rapidez.

“A questão que se põe é que muitas pessoas jurídicas, inclusive de grande porte, se aproveitam de tal possibilidade para efetuarem diversos tipos de cobrança, como, por exemplo, contas de usuário”, afirma o parlamentar.

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Reportagem – Tiago Miranda
Edição – Rachel Librelon

Fonte: Câmara dos Deputados

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