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POLITÍCA NACIONAL

Lei institui a campanha Agosto Branco, de prevenção ao câncer de pulmão

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A Lei 15.207/25 institui a campanha Agosto Branco, destinada a conscientizar a população sobre o câncer de pulmão. Assinada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e pelo ministro da Saúde, Alexandre Padilha, a lei foi publicada no Diário Oficial da União desta segunda-feira (15).

Conforme a lei, todo mês de agosto terá campanhas para esclarecer a população sobre os sintomas, o prognóstico e o tratamento da doença. Também haverá divulgação dos serviços de atenção à saúde de referência para o cuidado dos pacientes com o tumor.

A lei é originária do Projeto de Lei 4047/23, da deputada Flávia Morais (PDT-GO). A matéria foi aprovada em agosto pelo Senado Federal e no ano passado pela Câmara.

Dados do Instituto Nacional de Câncer (Inca) estimam que em torno de 30 mil novos casos de câncer de pulmão são diagnosticados anualmente no país. O tabagismo é apontado como a principal causa da doença.

Ao apresentar o projeto que deu origem à lei, Flávia Morais defendeu o diagnóstico precoce do câncer de pulmão, “já que ele evolui rápido e na maioria dos casos os sinais e sintomas só aparecem em estágio já avançado da doença”.

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A parlamentar lembrou ainda que internacionalmente o dia 1º de agosto foi escolhido como o Dia Mundial de Combate ao Câncer de Pulmão. No Brasil, em 1986, a Lei 7.488/86 criou o Dia Nacional de Combate ao Fumo, celebrado em 29 de agosto.

Reportagem – Noéli Nobre
Edição – Rachel Librelon

Fonte: Câmara dos Deputados

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Comissão aprova proibição de pornografia com adultos simulando crianças e adolescentes

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A Comissão de Previdência, Assistência Social, Infância, Adolescência e Família da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 3147/25, que proíbe a produção e a disponibilização de conteúdos pornográficos com adultos simulando ser crianças ou adolescentes. A pena prevista é reclusão de um a três anos e multa.

A proposta atualiza o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) para lidar principalmente com os avanços da inteligência artificial, além das situações que envolvem adultos caracterizados.

A relatora, deputada Rogéria Santos (Republicanos-BA), recomendou a aprovação do texto, que é da deputada Camila Jara (PT-MS).

Rogéria Santos observou que a lei atual não alcança produções em que adultos se fazem passar por pessoas com menos de 18 anos de idade, seja por caracterização física ou pelo uso de ferramentas digitais que modificam aparências com precisão.

Na avaliação de Rogéria Santos, o resultado prático dessas produções é equivalente ao do material que utiliza crianças reais. “Alimenta fantasias de abuso, normaliza a hipersexualização de menores e serve como instrumento de aliciamento”, disse.

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A relatora alterou o projeto para ajustar a terminologia da lei, substituindo a expressão “menores de idade” por “crianças e adolescentes”, adequando o texto à linguagem técnica adotada pelo ordenamento jurídico brasileiro.

Próximos passos
O projeto segue agora para análise da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania e, posteriormente, será apreciado pelo Plenário da Câmara.

Para virar lei, precisa ser aprovado pelos deputados e pelos senadores e sancionado pela presidência da República.

Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

Reportagem – Noéli Nobre
Edição – Ana Chalub

Fonte: Câmara dos Deputados

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