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POLITÍCA NACIONAL

Izalci Lucas cobra responsabilização de envolvidos após investigações de CPIs

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Em pronunciamento em Plenário nesta quarta-feira (12), o senador Izalci Lucas (PL-DF) criticou a falta de responsabilização de culpados após as investigações realizadas por comissões parlamentares de inquérito (CPIs) do Congresso Nacional.

Ele citou como exemplos os casos das fraudes no INSS e do escândalo envolvendo os bancos BRB e Master.

Izalci lembrou que, ao longo de sua trajetória no Congresso, participou de CPIs que reuniram depoimentos, documentos e outras informações. Mas lamentou que muitas vezes os resultados não levam à responsabilização dos envolvidos. Para ele, a impunidade não pode ser “normalizada”.

— Se existem indícios, precisamos investigar. Se existem provas, precisamos responsabilizar. Não importa quem seja, qual partido represente ou qual cargo ocupe — afirmou.

O senador ressaltou que cabe ao Congresso exercer suas prerrogativas e acompanhar os casos investigados até que haja uma resposta das autoridades competentes. Ele também frisou que os Poderes precisam respeitar as competências previstas na Constituição, e que nenhuma instituição ou autoridade deve estar acima dela.

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Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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Plínio cobra votação de PEC que amplia autonomia do Banco Central e protege Pix

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Em pronunciamento no Plenário, o senador Plínio Valério (PSDB-AM) cobrou a votação da proposta de emenda à Constituição que amplia a autonomia operacional e orçamentário-financeira do Banco Central. Segundo o parlamentar, a PEC 65/2023 também prevê medidas para garantir a continuidade do Pix sob responsabilidade do Banco Central.

De autoria do senador Vanderlan Cardoso (PSD-GO), o texto já foi aprovado pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) em junho sob relatoria de Plínio, que incluiu na PEC medidas de proteção ao Pix.

Plínio lembrou que na época houve um acordo para que a proposta fosse votada em Plenário após um prazo de 14 dias, solicitado pelo governo, mas a votação até agora não ocorreu. O senador defendeu o cumprimento do acordo e pediu que a matéria seja apreciada na primeira sessão presencial. Para ele, o período eleitoral não deveria impedir a análise.

— O momento é este: no plano internacional, nós temos uma importante conquista a preservar e ampliar; na nossa economia, sabemos todos a necessidade de defesa da moeda.

O parlamentar destacou que o texto impede o Banco Central de terceirizar o sistema do Pix e de cobrar tarifas de pessoas físicas. 

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— O Pix precisa urgentemente ser protegido. E só quem pode protegê-lo, neste exato momento, somos nós, senadores e senadoras da República do Brasil — afirmou.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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