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POLITÍCA NACIONAL

Comissão externa debate pirataria no mercado de apostas on-line

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POLITÍCA NACIONAL

A Comissão Externa sobre os Atos de Pirataria e a Agenda do “Brasil Legal” discute na terça-feira (24) a pirataria no mercado de apostas on-line e medidas regulatórias.

A reunião será realizada na Câmara dos Deputados, no plenário 7, às 15 horas.

O debate atende a pedido do coordenador do colegiado, deputado Julio Lopes (PP-RJ). Segundo ele, o objetivo é discutir estratégias de combate à pirataria digital, mecanismos de fiscalização, cooperação internacional e medidas de proteção ao consumidor no setor de apostas on-line.

O parlamentar acrescenta que a atuação de plataformas ilegais representa uma ameaça à integridade do setor, prejudicando consumidores, empresas legalmente estabelecidas e a arrecadação tributária.

Da Redação – MO

Fonte: Câmara dos Deputados

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POLITÍCA NACIONAL

Comissão debate transplante de medula óssea para tratamento de câncer em crianças e adolescentes

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A Comissão Especial sobre Prevenção e Combate ao Câncer, AVC e Doenças do Coração da Câmara dos Deputados debate, nesta quarta-feira (13), o transplante de medula óssea para tratamento de câncer em crianças e adolescentes. O debate será realizado às 14h30, no plenário 16.

Veja quem foi convidado para o debate

O debate atende a pedido do deputado Weliton Prado (Solidariedade-MG). Segundo o parlamentar, os dados do Instituto Nacional de Câncer (Inca) mostram o avanço dos casos de câncer no país e reforçam a necessidade de discutir o tema.

Weliton Prado afirma que o câncer já representa a primeira causa de morte por doença na faixa etária de 1 a 19 anos no Brasil. Ele acrescenta que, entre os tumores mais frequentes em crianças e adolescentes, estão as leucemias, os tumores que atingem o sistema nervoso central e os linfomas, e o transplante de medula óssea é a principal forma de tratamento.

“Ao contrário do que acontece nos países desenvolvidos, as novas tecnologias e terapias, ou mesmo medicamentos que antes eram fornecidos pelo SUS, não chegam aos pacientes, o que dificulta o tratamento e diminui as chances de cura que poderiam atingir em torno de 80%”, afirma.

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Da Redação – RS

Fonte: Câmara dos Deputados

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