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Comissão discute cobertura de saúde dos empregados da Eletrobras após privatização

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A Comissão de Trabalho da Câmara dos Deputados promove nesta quinta-feira (3) audiência pública para discutir a situação da cobertura de saúde dos empregados da Eletrobras após a privatização da empresa, em 2022.

O evento será realizado no plenário 12, às 14 horas, e atende a pedido da deputada Erika Kokay (PT-DF). Ela explica que a empresa vive a transição de um sistema de saúde dos funcionários operado por empresas de autogestão sem fins lucrativos para um modelo de mercado, administrado por convênios que visam ao lucro.

A parlamentar destaca que a privatização poderá resultar em mudanças significativas nas condições e no custo do acesso aos serviços de saúde para os trabalhadores.

“Aos trabalhadores ativos, há um prejuízo real e concreto, tanto que a Empresa manterá em algumas localidades os atuais planos de autogestão”, afirma Erika Kokay. “Aos aposentados, deve haver aumento nos custos, com mensalidades mais altas, coparticipações em consultas e procedimentos, e uma possível redução na abrangência dos serviços oferecidos”, acrescenta.

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Da Redação – MO

Fonte: Câmara dos Deputados

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Vai à Câmara projeto que facilita desembargo de área com infração ambiental

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O Plenário do Senado aprovou nesta quarta-feira (2), em votação simbólica, um projeto de lei que cria regras para a regularização ambiental de áreas rurais embargadas em razão de infrações ambientais. O PL 6.531/2025 segue agora para a Câmara dos Deputados.

A proposta altera a Lei de Crimes Ambientais (Lei 9.605, de 1998) para disciplinar a regularização de áreas embargadas por descumprimento das regras de proteção da vegetação nativa previstas no Código Florestal (Lei 12.651, de 2012). O texto recebeu parecer favorável do senador Zequinha Marinho (Podemos-PA).

A proposta obriga a autoridade ambiental a informar o produtor sobre a possibilidade de um termo de compromisso logo no ato da multa ou embargo. Se o produtor pedir para assinar esse acordo e o órgão ambiental não responder em 60 dias, as punições econômicas (como o bloqueio de acesso ao crédito rural) serão automaticamente suspensas. Isso permite que o agricultor volte a buscar financiamento enquanto o processo de regularização continua correndo.

Autor do projeto, o senador Sérgio Petecão (PSD-AC) diz que a medida favorece os pequenos produtores que têm áreas embargadas e ficam impossibilitados de produzir.

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— O órgão [ambiental] terá 60 dias para dar resposta ao produtor; se o órgão não se manifestar, o produtor passa a produzir. Da forma que estamos hoje, é luta desigual com os nossos produtores — afirmou.

Além de saudar a aprovação do projeto, o senador Jaime Bagattoli (PL-RO) cobrou justiça para os produtores de todos os estados da Região Amazônica.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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