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POLITÍCA NACIONAL

Comissão debate o corte da nadadora Ana Carolina Vieira dos Jogos Olímpicos Paris 2024

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POLITÍCA NACIONAL

A Comissão do Esporte da Câmara dos Deputados debate nesta terça-feira (10) o caso da nadadora Ana Carolina Vieira, que foi excluída da equipe brasileira de natação durante a Olimpíada de Paris. O deputado Douglas Viegas (União-SP) quer discutir o direito à ampla defesa e ao contraditório dos atletas brasileiros.

O debate será realizado às 10 horas, no plenário 4.

A audiência será interativa; veja quem foi convidado e envie suas perguntas.

À época, a Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos justificou a explusão pelo fato de Ana Carolina Vieira ter contestado “de forma desrespeitosa e agressiva” a mudança na escalação da equipe de revezamento 4x100m livre feminino, da qual ela fez parte, e que acabou eliminada antes da final.

Para o parlamentar, a comunidade do esporte precisa refletir sobre a proporcionalidade e a forma de punição dos atletas. “Parece-nos inconcebível que uma nadadora de alto desempenho, que atingiu um índice olímpico, qualificando-a para a mais alta competição desportiva do planeta, venha a ser excluída dos jogos por desentendimentos que, aparentemente, poderiam ser contornados com mais equilíbrio e paciência”, argumentou.

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Da Redação – RL

Fonte: Câmara dos Deputados

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POLITÍCA NACIONAL

Comissão aprova projeto que permite a órgãos de trânsito oferecer jogos e vídeos para escolas

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A Comissão de Educação da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que altera o Código de Trânsito Brasileiro para autorizar órgãos de trânsito federais, estaduais e municipais a oferecer vídeos, jogos e aplicativos sobre segurança no trânsito para escolas de educação básica. O objetivo é ampliar a educação para a segurança viária entre crianças e adolescentes.

O texto aprovado é o substitutivo da relatora, deputada Socorro Neri (PP-AC), ao Projeto de Lei 4198/25, do deputado José Guimarães (PT-CE). A versão original previa a instalação obrigatória do aplicativo “Trânsito Legal” em todos os aparelhos digitais fornecidos pelo poder público aos alunos.

No entanto, a relatora optou por retirar essa exigência, argumentando que a lei não deve indicar uma tecnologia específica, sob o risco de comprometer a autonomia pedagógica das escolas e a neutralidade tecnológica das políticas públicas.

“A iniciativa preserva o estímulo ao uso de recursos digitais voltados à educação para o trânsito, mas substitui a obrigatoriedade de um aplicativo específico por uma norma mais ampla e compatível com o ordenamento educacional”, afirmou Socorro Neri.

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Regras
O texto estabelece que o uso dos conteúdos digitais deverá respeitar a autonomia dos sistemas de ensino e das escolas, a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) e as normas da educação básica.

Também prevê que esses materiais observem critérios de qualidade pedagógica, acessibilidade, segurança, proteção de dados pessoais e proteção integral de crianças e adolescentes no ambiente digital.

Tramitação
A proposta tramita em caráter conclusivo e ainda será analisada pelas comissões de Viação e Transportes; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.

Reportagem – Emanuelle Brasil
Edição – Geórgia Moraes

Fonte: Câmara dos Deputados

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