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Comissão debate maternidades e responsabilidade coletiva

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A Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher da Câmara dos Deputados promove nesta quarta-feira (13) debate sobre “Maternidades, políticas de visibilidade e responsabilidade coletiva”.

O evento será realizado às 13h30, no plenário 14.

A iniciativa atende a pedido das deputadas Erika Hilton (Psol-SP), Laura Carneiro (PSD-RJ), Adriana Accorsi (PT-GO) e Socorro Neri (PP-AC). Segundo as parlamentares, o objetivo é aproximar a sociedade civil e os movimentos de mulheres dos trabalhos desenvolvidos pela comissão.

As deputadas afirmam que a comissão busca promover a conscientização sobre a imagem da mulher na sociedade, considerando a diversidade das mulheres brasileiras e a perspectiva da interseccionalidade.

Elas destacam ainda que a Tribuna das Mulheres tem se consolidado como espaço institucional de escuta, diálogo e visibilização das diversas realidades enfrentadas por mulheres, meninas e adolescentes de diferentes regiões do país.

“Busca-se ampliar e fortalecer a articulação entre o Parlamento e a sociedade civil, contribuindo para a promoção da justiça de gênero, territorial, social e racial”, afirmam.

Da Redação – RS

Fonte: Câmara dos Deputados

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CCJ aprova admissibilidade de proposta que torna imprescritíveis crimes sexuais contra crianças

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A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou, nesta quarta-feira (15), a admissibilidade da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 21/25, de autoria da deputada Soraya Santos (PL-RJ), que torna imprescritíveis os crimes sexuais cometidos contra menores de 12 anos de idade.

A proposta acrescenta inciso ao artigo 5º da Constituição, que trata dos direitos e deveres individuais e coletivos. 

Hoje, por exemplo, o crime de estupro de vulnerável prescreve em 20 anos, e a contagem para a prescrição começa a partir dos 18 anos da vítima, exceto se a ação penal tiver já iniciado em data anterior.

A relatora na comissão, deputada Julia Zanatta (PL-SC), apresentou parecer favorável à medida. “A proposta não suprime nem enfraquece qualquer direito fundamental; ao contrário, amplia a tutela de bem jurídico da mais alta hierarquia, a dignidade e a integridade sexual da criança”, avaliou. 

Durante a reunião da CCJ, a deputada também citou um caso recente para defender a importância da proposta. “Tivemos uma notícia muito triste vinda do Ceará, onde uma bebê de 10 meses morreu porque foi estuprada por dois homens, e me surpreende que o estupro contra vulneráveis não seja ainda imprescritível”, criticou a deputada.

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Próximos passos
A proposta ainda será analisada por uma comissão especial que será criada para esse fim, e depois segue para apreciação do Plenário, onde deverá ser votada em dois turnos. A PEC precisa ser votada pela Câmara e pelo Senado.

Reportagem – Paula Bittar
Edição – Roberto Seabra

Fonte: Câmara dos Deputados

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