POLITÍCA NACIONAL
Comissão aprova projeto que permite instalar estandes de tiro em residências
POLITÍCA NACIONAL
A Comissão de Segurança Pública da Câmara dos Deputados aprovou, em dezembro, o Projeto de Lei 3827/25, que autoriza a construção, a instalação e o uso de estandes de tiro particulares cadastrados na Polícia Federal e vinculados a pessoas físicas.
A proposta, de autoria do deputado Marcos Pollon (PL-MS), estabelece que os espaços podem ser usados para prática esportiva, recreativa, treinamento e aperfeiçoamento técnico e atividades ligadas à legítima defesa.
O objetivo é permitir que o cidadão instale e utilize estandes em imóvel residencial, rural ou urbano, desde que de forma segura e passível de fiscalização.
Segundo Pollon, a medida busca preencher uma lacuna na legislação atual, que gera insegurança jurídica para quem pratica tiro em propriedades particulares.
Parecer favorável
O relator, deputado Rodolfo Nogueira (PL-MS), apresentou parecer favorável ao texto. Ele destacou o cenário da segurança pública no país e a importância de garantir meios para a proteção individual. “O cidadão tem o direito de proteger sua vida, sua família e seu patrimônio”, defendeu.
Nogueira afirmou ainda que o projeto ajuda a evitar interpretações arbitrárias que podem criminalizar condutas lícitas. “A proposta reforça o direito constitucional de defesa, garante segurança jurídica e contribui para o fortalecimento da segurança pública no Brasil.”
Próximos passos
A proposta tramita em caráter conclusivo e seguirá agora para análise das comissões de Desenvolvimento Urbano; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.
Para virar lei, o texto precisa ser aprovado pelos deputados e pelos senadores.
Reportagem – Noéli Nobre
Edição – Natalia Doederlein
Fonte: Câmara dos Deputados
POLITÍCA NACIONAL
Vetos parciais ao projeto de lei de diretrizes orçamentárias são apreciados na CLDF
Os deputados distritais se reuniram, nesta terça-feira (01), durante a sessão ordinária, para a apreciação de vetos parciais do Poder Executivo ao Projeto de Lei nº 2.323/2026, que estabelece as diretrizes orçamentárias do Distrito Federal para o exercício financeiro de 2027.
Os vetos do Palácio do Buriti atingiam diversos artigos do projeto. Na sessão de hoje, os parlamentares derrubaram vetos a 16 artigos, parágrafos e alíneas do texto original, e mantiveram 14. Entre os artigos que foram reincorporadaos ao texto da lei, estão obrigações ao Poder Executivo de divulgar, por exemplo, o valor total de cada projeto executado, o percentual de execução física e financeira acumulado, a fonte de recursos e a descrição do produto, acompanhada de sua unidade de medida.
Entre os vetos do Executivo que foram mantidos pelos deputados distritais na votação de hoje estão artigos como o que determinava que deveriam ser destinados à função saúde no mínimo 40% do orçamento da seguridade social, assegurando a vinculação de receita de tributos em consonância com a Emenda Constitucional nº 29, de 13 de dezembro de 2000, e Lei Complementar Federal nº 141, de 13 de janeiro de 2012. Os artigos cujos vetos foram mantidos deixam de fazer parte da futura norma. Os vetos foram votados com a presença de 17 parlamentares e 7 ausências.
Fonte: Câmara Legislativa – DF
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