CUIABÁ
Search
Close this search box.

POLITÍCA NACIONAL

Comissão aprova estabilidade temporária ao trabalhador que doa órgão ou tecido

Publicado em

POLITÍCA NACIONAL

A Comissão de Trabalho da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que garante estabilidade provisória no emprego ao trabalhador que realiza doação de órgão ou tecido. A medida não se aplica a doações simples, como de sangue, esperma ou óvulo, que têm curto prazo de recuperação.

Pelo texto, a estabilidade dura desde o momento da doação até quatro meses após o retorno ao trabalho. Nesse período, o trabalhador não poderá ser demitido, a menos que exista motivo disciplinar, técnico ou financeiro grave.

Os parlamentares acolheram o parecer da relatora, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), pela aprovação do Projeto de Lei 4542/24, da deputada Dayany Bittencourt (União-CE), com uma alteração.

A emenda incluída pela relatora limita a garantia de estabilidade aos tipos de doação previstos na Lei de Transplante de Órgãos. Assim, doações simples, como de sangue, esperma ou óvulo, foram excluídas do benefício.

Estímulo a doações
Para Geovania de Sá, a estabilidade temporária no trabalho vai incentivar doações. “A proposta cria um estímulo ao trabalhador que pretende doar órgão ou tecido e teme pelo seu emprego, considerando o longo tempo de recuperação e afastamento necessário, a depender do procedimento”, disse.

Leia Também:  Em audiência na Câmara, Governo detalha os investimentos de R$ 4 bi em obras para a COP30

O texto aprovado muda duas leis: a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) e a Lei da Discriminação no Emprego – esta última para proibir qualquer prática discriminatória e limitativa a empregado que doar órgão.

Próximos passos
O projeto tramita em caráter conclusivo e ainda será analisado pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.

Reportagem – Murilo Souza
Edição – Marcelo Oliveira

Fonte: Câmara dos Deputados

Propaganda

POLITÍCA NACIONAL

Medida provisória destina R$ 8 bilhões para apoiar companhias aéreas que operam no Brasil

Publicados

em

O Congresso Nacional analisa a Medida Provisória (MP) 1368/26, que abre crédito extraordinário de R$ 8 bilhões no Orçamento de 2026 para viabilizar uma linha de capital de giro para companhias aéreas que operam no país.

Segundo o governo, a medida busca reduzir os efeitos do aumento dos custos do setor, especialmente da alta do preço do querosene de aviação. Com a guerra no Oriente Médio, esse combustível ficou 70% mais caro em um curto espaço de tempo.

Os recursos serão usados para oferecer financiamento às empresas aéreas. A ideia é reduzir o risco de cancelamento de rotas e manter a oferta de transporte aéreo no país.

Superávit e endividamento
Os créditos extraordinários não afetam a meta fiscal para 2026, que é de superávit de R$ 34,3 bilhões, mas impactam o endividamento público.

Próximos passos
Como toda medida provisória, a norma já está em vigor a partir da publicação, mas precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado em até 120 dias para virar lei.

Leia Também:  Motta aguarda novo parecer sobre projeto do combate ao crime organizado para definir votação

Reportagem – Silvia Mugnatto
Edição – Natalia Doederlein

Fonte: Câmara dos Deputados

Continue lendo

CIDADES

POLÍTICA

MULHER

POLÍCIA

MAIS LIDAS DA SEMANA