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POLITÍCA NACIONAL

Comissão aprova ampliação de prazo para contrato temporário do IBGE

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A Comissão de Ciência, Tecnologia e Inovação da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 4806/25, que aumenta o tempo máximo de contratação de funcionários temporários para o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Pela nova regra, o prazo inicial dos contratos para pesquisas estatísticas passa de um para até três anos. Já o limite máximo da prorrogação do vínculo sobe de quatro para cinco anos.

O colegiado aprovou o substitutivo do relator, deputado Josenildo (PDT-AP), ao texto original da deputada Andreia Siqueira (PSB-PA). O substitutivo faz ajustes técnicos que não alteram o conteúdo da matéria.

Josenildo explicou que o IBGE realiza pesquisas de forma contínua, sem contar com efetivo suficiente de entrevistadores nas ruas e de pesquisadores de campo.

“O prazo atual é muito curto. A cada encerramento de contrato, o conhecimento acumulado é descartado, e os novos entrevistadores precisam ser treinados. A continuidade das equipes reduz os custos operacionais para a administração”, justificou o relator.

A proposta altera a Lei de Contratação Temporária (Lei 8.745/93).

Próximos passos
O projeto tramita em caráter conclusivo e seguirá para a análise das comissões de Finanças e Tributação e Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.

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Reportagem – Emanuelle Brasil
Edição – Roberto Seabra

Fonte: Câmara dos Deputados

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Artistas e atletas pedem aprovação de proposta que mantém incentivos após reforma tributária; assista

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Artistas, esportistas e gestores municipais se reuniram com o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), para discutir a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 13/26, que garante que estados e municípios continuem apoiando projetos culturais e esportivos por meio de créditos do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), o novo imposto criado pela reforma tributária.

Na prática, a PEC evita que leis de incentivo à cultura e ao esporte deixem de existir com o fim gradual do ICMS e do ISS. Muitos projetos culturais dependem desse tipo de apoio.

Sem essa mudança, esses mecanismos de incentivo poderiam acabar a partir da substituição definitiva dos antigos impostos pelo IBS.

“Essa alteração constitucional é fundamental, porque a reforma proíbe criar esses créditos, esses incentivos tributários e incentivos fiscais”, explica o autor da PEC, deputado Reginaldo Lopes (PT-MG).

Da TV Câmara
Edição – ND

Fonte: Câmara dos Deputados

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