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POLITÍCA NACIONAL

Centro de Estudos da Câmara debate situação das mulheres negras no Brasil

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POLITÍCA NACIONAL

O Centro de Estudos e Debates Estratégicos (Cedes) da Câmara dos Deputados realiza nesta terça-feira (17) audiência pública com o objetivo de promover o debate sobre a condição social, histórica e política das mulheres negras no Brasil.

A audiência será interativa; confira a lista de convidados e mande suas perguntas

A atividade integra os trabalhos do grupo de estudo “Políticas públicas de combate ao racismo e às desigualdades de gênero na construção de um Brasil justo e desenvolvido”.

Segundo a pauta da reunião, a compreensão do racismo estrutural no País e da própria formação social brasileira passa, necessariamente, pela análise da trajetória das mulheres negras — grupo historicamente situado na base da pirâmide social, tanto em termos de renda quanto de acesso a direitos e oportunidades.

A reunião será aberta pelo presidente do Cedes, deputado Márcio Jerry (PCdoB-MA), e pelas relatoras do estudo, deputadas Dandara (PT-MG) e Benedita da Silva (PT-RJ).

Contribuição histórica
Além de reconhecer a condição de subalternização que historicamente marcou a vida das mulheres negras, o debate também pretende valorizar sua contribuição significativa para a construção do Brasil — seja na produção cultural, no trabalho, na resistência social ou na formulação de políticas públicas.

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Para Márcio Jerry, o debate é essencial. “É impossível enfrentar o racismo estrutural sem escutar e compreender as múltiplas dimensões da realidade vivida pelas mulheres negras. Elas têm sido protagonistas da resistência, da cultura e da democracia neste País”, afirma.

A audiência será realizada a partir das 17 horas, no plenário 4.

Da Redação – AC

Fonte: Câmara dos Deputados

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POLITÍCA NACIONAL

Comissão aprova regras nacionais de segurança para escolas de natação infantil

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A Comissão do Esporte da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 7119/25, que estabelece diretrizes nacionais de segurança, prevenção de acidentes e primeiros socorros em escolas de natação para crianças.

A proposta determina que esses estabelecimentos devem contar permanentemente com profissionais habilitados e capacitados especificamente para o público infantil. O texto também define limites técnicos de quantidade de crianças por instrutor para garantir uma supervisão individualizada e contínua.

Pelo projeto, as academias e escolas de natação deverão dispor de equipamentos de segurança aquática e manter um plano de emergência estruturado para casos de afogamento ou mal súbito. As regras de infraestrutura incluem a obrigatoriedade de pisos antiderrapantes, cercamento de piscinas e controle rigoroso de acesso às áreas aquáticas. Além disso, os profissionais deverão realizar treinamentos periódicos em técnicas de ressuscitação cardiopulmonar.

O autor da proposta, deputado Amom Mandel (Republicanos-AM), argumenta que a falta de diretrizes nacionais uniformes contribui para diferenças de padrão entre as escolas.

O relator, deputado Luiz Lima (Novo-RJ), que é ex-atleta olímpico e formado em Educação Física, defendeu o projeto por considerar que o ambiente aquático exige protocolos rigorosos. “A piscina é espaço de aprendizado, disciplina e superação, mas também exige preparo técnico, supervisão constante e protocolos rigorosos de segurança, sobretudo quando se trata do público infantil”, pontuou.

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O texto aprovado contém apenas uma mudança técnica sugerida pelo relator, que excluiu o prazo fixo de regulamentação, permitindo que o Poder Executivo estabeleça livremente os critérios para a fiscalização da lei.

Estabelecimentos que não seguirem as novas diretrizes estarão sujeitos a sanções administrativas, civis e penais.

Próximas etapas
A proposta será ainda analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Previdência, Assistência Social, Infância, Adolescência e Família; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.

Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

Reportagem – Murilo Souza
Edição – Ana Chalub

Fonte: Câmara dos Deputados

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