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POLITÍCA NACIONAL

Audiência discute recomendações para fortalecer políticas de saúde mental para meninas e mulheres

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POLITÍCA NACIONAL

A Comissão Permanente Mista de Combate à Violência contra a Mulher do Congresso Nacional promove na quarta-feira (4) audiência pública interativa para apresentar a cartilha “10 ações de políticas públicas para saúde mental de meninas e mulheres”. Baixe a cartilha aqui.

O debate foi pedido pela presidente da comissão, senadora Augusta Brito (PT-CE), e será realizado no plenário 13 da ala Alexandre Costa, no Senado, às 14h30.

A cartilha foi elaborada pelo Instituto de Estudos para Políticas de Saúde em parceria com o Instituto Cactus. Ela apresenta recomendações para os poderes Executivo e o Legislativo, com o objetivo de fortalecer as políticas de saúde mental para meninas e mulheres.

Entre as recomendações da cartilha estão:

  • Considerar a saúde mental como parte integral do sistema de saúde;
  • Fortalecer iniciativas que combatam todas as formas de violência contra meninas e mulheres;
  • Desenvolver programas que ofereçam suporte psicossocial;
  • Articular políticas de saúde mental com outras áreas, como educação.

Da Redação – ND

Fonte: Câmara dos Deputados

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Projeto libera fundos de pensão de limite de juros em empréstimos

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O Projeto de Lei 237/26 afasta o limite de juros para empréstimos dos fundos de pensão aos seus participantes. O texto em análise na Câmara dos Deputados impede a aplicação da Lei da Usura, que prevê taxa máxima de 12% ao ano.

Segundo o deputado Tadeu Veneri (PT-PR), autor da proposta, a ideia é proteger as futuras aposentadorias. Ele afirma ainda que entidades fechadas de previdência complementar não buscam lucro, mas precisam rentabilizar os seus recursos.

Tadeu Veneri ressalta que, atualmente, a Justiça tem limitado os juros cobrados pelos fundos de pensão a 12% ao ano. Para ele, isso ameaça o equilíbrio dos planos de benefícios e pode resultar em contribuições extras dos participantes.

Alteração em lei
A proposta altera a Lei 14.905/24, que trata da aplicação de juros e correção monetária nos contratos, para incluir os fundos de pensão na lista de exceções à Lei da Usura. Hoje, bancos e outras instituições financeiras integram a relação.

“A submissão às restrições da Lei da Usura desvirtua a função institucional dessas entidades, inviabiliza a rentabilização dos ativos e reduz a capacidade de cumprir as metas atuariais”, diz Tadeu Veneri.

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Próximos passos
O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Previdência, Assistência Social, Infância, Adolescência e Família; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Para virar lei, o texto terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.

Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

Da Reportagem/RM
Edição – Pierre Triboli

Fonte: Câmara dos Deputados

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