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Polícias Civis de Mato Grosso e Santa Catarina prendem dois envolvidos em golpe do falso intermediador

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As Polícias Civis de Mato Grosso e Santa Catarina cumpriram nesta sexta-feira (14.11), dois mandados de busca e apreensão domiciliar, na cidade de Rondonópolis. A operação visa apurar um crime conhecido como “falso intermediador”.

Os mandados foram cumpridos por meio da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf), em Rondonópolis, em conjunto com a Delegacia de Combate a Estelionatos do Departamento de Investigação Criminal da Capital (DCE/DIC) de Florianópolis (SC), em desfavor de um homem, de 39 anos e uma mulher de 21 anos.

Na residência do investigado, de 39 anos, os policiais localizaram um pote contendo substância análoga à maconha. Diante da situação, foi lavrado um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) e, após os procedimentos legais, o suspeito foi liberado.

O crime investigado ocorreu em 21 de março de 2025 e envolve a negociação de um veículo Porsche Taycan e de um Mercedes-Benz, resultando em um prejuízo de R$ 125 mil a uma vítima residente em Florianópolis (SC). Na ação, o veículo Toyota Corolla foi apreendido. As diligências continuam para elucidar completamente os fatos e identificar outras possíveis participações.

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O delegado da Derf, destacou a importância da cooperação entre as Polícias Civis de diferentes estados para o combate ao crime. Segundo ele, o trabalho integrado fortalece a investigação e garante maior eficiência na responsabilização dos envolvidos.

O golpe do “falso intermediador”

Esse tipo de golpe acontece quando o criminoso se apresenta falsamente como responsável por intermediar negociações, geralmente de veículos, imóveis ou produtos anunciados on-line. Ele atua enganando vendedor e comprador separadamente, fazendo cada um acreditar que sua participação é legítima. Ao final, uma das partes ou ambas realizam pagamentos ao golpista, que desaparece após receber o dinheiro.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia Civil deflagra operação e prende empresário e gestora em flagrante por “gato” em energia elétrica

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A Polícia Civil deflagrou, na manhã desta terça-feira (23.6), a Operação Gateiro, para apurar o desvio de energia elétrica, popularmente conhecido como “gato”, em Várzea Grande. Durante a operação, um empresário, de 53 anos, e a gestora de um Centro de Recuperação para Dependentes Químicos acabaram presos em flagrante.

A princípio, a operação, realizada pela Delegacia Especializada de Estelionato de Várzea Grande (DEE-VG), visava cumprir um mandado judicial de busca e apreensão domiciliar em Cuiabá em desfavor de um técnico eletricista, de 54 anos, apontado como o responsável por instalar um esquema de desvio de energia elétrica em uma empresa do ramo de carnes localizada em Várzea Grande.

O mandado judicial, expedido pela 4ª Vara Criminal de Várzea Grande, foi um desdobramento da Operação Curto-Circuito, deflagrada em 2025, que revelou um esquema de fraudes em medidores de energia elétrica em estabelecimentos comerciais da região metropolitana de Várzea Grande.

Durante a busca, os policiais realizaram uma varredura na residência do suspeito e apreenderam o aparelho celular dele, material que passará a compor os autos do inquérito policial em andamento e poderá subsidiar novas linhas de investigação.

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Na sequência das diligências, a equipe da DEE-VG deu continuidade às ações fiscalizatórias, em conjunto com a Energisa e a Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec), voltadas à apuração de eventuais fraudes em medidores de energia elétrica em empresas do segmento de distribuição de bebidas, restaurantes e em uma casa de recuperação de dependentes químicos da região.

Em um dos estabelecimentos, um restaurante no bairro Jardim Eldorado, a equipe da DEE-VG, acompanhada do delegado Ruy Guilherme Peral, flagrou um medidor de energia elétrica fraudado. Diante disso, o proprietário do local, de 53 anos, foi preso em flagrante por estelionato.

Também foi localizado um medidor de energia com fraude em um centro de recuperação para dependentes químicos no bairro Capão do Pequi. A gestora e tesoureira da ONG, de 44 anos, foi presa em flagrante. Os dois presos nesta terça-feira são reincidentes no crime de estelionato por fraude de energia elétrica.

“A Operação Gateiro é um desdobramento natural e técnico das investigações iniciadas na Operação Curto-Circuito. Identificar e responsabilizar aqueles que implementam as estruturas físicas das fraudes é fundamental para desarticular por completo esses esquemas criminosos que causam prejuízo milionário às distribuidoras de energia e, em última análise, a toda a sociedade”, afirmou o delegado Ruy Guilherme Peral, coordenador do Núcleo de Inteligência da DEE-VG.

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As diligências fiscalizatórias seguem em andamento. Novos desdobramentos serão informados à medida que as apurações avançarem.

O nome da operação, Gateiro, faz alusão à denominação atribuída, popularmente, ao técnico que implementa “gatos” na rede elétrica.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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