POLÍCIA FEDERAL
PF, EB e BPFron apreendem 20 caixas de cigarros contrabandeados
POLÍCIA FEDERAL
Guaíra/PR. Nessa quinta-feira (27/8), a Polícia Federal, o Batalhão de Polícia de Fronteira (BPFron/PMPR) e o Exército Brasileiro (EB) apreenderam, no município de Guaíra, 20 caixas de cigarros de origem paraguaia em um automóvel.
Durante diligências na região, um veículo suspeito desobedeceu à ordem de parada. O condutor abandonou o veículo e fugiu em direção à mata. Apesar das buscas, ele não foi localizado.
Todo material apreendido foi encaminhado para a Delegacia da Polícia Federal em Guaíra para providências cabíveis
Comunicação Social da Polícia Federal no Paraná
Disque denúncia: (45) 98824-6579
E-mail: [email protected]
Fonte: Polícia Federal
POLÍCIA FEDERAL
PF reprime comercialização de ouro de origem ilícita
Cuiabá/MT. A Polícia Federal deflagrou, nesta sexta-feira (28/8), a Operação Arcanjo, com o objetivo de desarticular uma organização criminosa investigada pela aquisição e comercialização de ouro de origem ilícita, com atuação em Poconé/MT e São José do Rio Preto/SP. Os policiais cumprem 22 mandados de busca e apreensão e dois mandados de prisão preventiva nos municípios mato-grossenses de Cuiabá, Várzea Grande, Poconé e Pontes e Lacerda, além de Campo Grande/MS e São José do Rio Preto/SP.
As investigações apontam que os suspeitos participavam da cadeia de aquisição, circulação, comercialização e ocultação dos recursos provenientes do minério. Apurou-se ainda que o grupo movimentou mais de R$ 5,2 milhões em recursos relacionados às operações investigadas, tendo sido identificada a negociação de aproximadamente 17,3 kg de ouro. A análise das movimentações financeiras permitiu reconstruir parte relevante da dinâmica criminosa, revelando uma estrutura com fornecedores, operadores financeiros, intermediários, transportadores e compradores do minério.
O esquema tinha início na região de Poconé/MT, onde o ouro era adquirido junto a garimpeiros ilegais. Os pagamentos eram realizados pelo núcleo financeiro da organização, inclusive mediante utilização de contas bancárias de terceiros, mecanismo que dificultava a identificação da origem e da destinação dos recursos.
Após a aquisição, o ouro seguia para São José do Rio Preto/SP, onde era recebido e mantido em estabelecimento utilizado para sua custódia e posterior comercialização. Na cidade paulista, o minério era intermediado junto aos compradores finais, completando o ciclo.
A investigação também identificou mecanismos destinados à ocultação e dissimulação dos valores. Parte dos recursos era recebida e posteriormente pulverizada mediante transferências eletrônicas e saques de elevados valores em espécie.
Os fatos investigados podem configurar, em tese, os crimes de usurpação de matéria-prima pertencente à União, lavagem de dinheiro e associação criminosa, sem prejuízo de outros delitos que venham a ser identificados no decorrer das diligências.
Comunicação Social da Polícia Federal em Mato Grosso
Contato: (65) 99218-6164
E-mail: [email protected]
Fonte: Polícia Federal
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