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Polícia Civil prende quatro suspeitos de envolvimento em latrocínio ocorrido em Paranaíta

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A Polícia Civil, prendeu, nesse sábado (9.8), quatro homens suspeitos de envolvimento no crime de latrocínio, que vitimou Fabíola Lenice Silva de Arruda, de 33 anos. O crime ocorreu em Paranaíta, na última quarta-feira (7.8).

No mesmo dia do fato, policiais da Delegacia de Paranaíta iniciaram as diligências que culminaram na prisão do primeiro suspeito, de 36 anos. A prisão foi realizada na cidade de Carlinda, cerca de 85 km distante de Paranaíta.

Com o interrogatório desse primeiro suspeito preso, os policiais obtiveram a informação do envolvimento de outros três homens, dois de 18 anos e um de 23. Em continuidade às investigações, os policiais levantaram que o trio saiu de Carlinda, local da primeira prisão, e fugiu para a região de Peixoto de Azevedo.

Diante das informações e demais evidências levantadas durante as investigações, a Polícia Civil representou pela prisão cautelar desses outros três suspeitos envolvidos no latrocínio. O pedido foi deferido pela Vara Única da Comarca de Paranaíta.

Em razão dos fatos, todos detidos foram interrogados e confessaram a participação no latrocínio, descrevendo detalhadamente suas ações. Posteriormente, foram ouvidos em audiência de custódia e conduzidos à Cadeia Pública de Alta Floresta.

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Os quatro envolvidos devem responder pelo crime de latrocínio, podendo ser condenados até 30 anos de prisão.

O crime

No dia 07 de agosto, por volta da 8h30, a Polícia Civil, em Paranaíta, foi acionada em razão do encontro de um corpo feminino, em uma área rural da região.

A vítima apresentava sinais de disparo de arma de fogo na cabeça. Logo após a comunicação, foram iniciados os trabalhos investigativos, com objetivo de identificar a vítima e os autores do fato.

No mesmo dia crime, na cidade de Carlinda, a Polícia Civil obteve êxito em localizar e prender o primeiro suspeito, descobrindo, assim, que não se tratava de homicídio, como inicialmente levantado, mas sim de latrocínio.

O crime teve como motivação a subtração de valores da conta da vítima, que era garimpeira, e de ouro que estava em sua posse.

Após outras diligências ainda na cidade de Carlinda e, somados ao interrogatório do primeiro suspeito, os policiais identificou e prenderam os outros três indivíduos que participaram do crime.

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As prisões contaram com apoio das unidades policiais de Peixoto de Azevedo.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Operação da Polícia Civil mira membros de facção criminosa que atuam no norte de MT

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A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, na manhã desta terça-feira (30.6), em Sinop, a Operação Extensão para cumprir dois mandados de busca e apreensão domiciliar contra investigados por integrarem uma facção criminosa na região norte do Estado.

Além das buscas, a Justiça determinou o bloqueio de até R$ 55 mil nas contas de um dos investigados, medida destinada a impedir a movimentação de valores supostamente vinculados às atividades criminosas.

Os mandados foram decretados pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juiz das Garantias – Polo Sinop, com base em investigações conduzidas pela Gerência de Combate ao Crime Organizado e Delegacia de Repressão ao Crime Organizado (GCCO/Draco) de Cuiabá, que apuram os crimes de organização criminosa e lavagem de capitais.

O cumprimento das ordens judiciais contou com o apoio da Delegacia Especializada de Repressão ao Crime Organizado (Draco) de Sinop. A operação teve como alvo principal L.S.P., conhecido como “Sapateiro”, apontado como integrante da facção criminosa na região norte do Estado.

Influência externa

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As investigações tiveram início em 2024, quando o principal alvo da investigação foi transferido para o Presídio Federal de Catanduvas, no Paraná. Porém, mesmo custodiado, ele continuaria exercendo influência sobre as atividades da facção criminosa.

Segundo as apurações, os alvos das buscas desempenham funções estratégicas para a estrutura criminosa, executando ordens repassadas pela liderança da facção, seja na distribuição fragmentada de valores provenientes das atividades ilícitas, seja na operacionalização das ações necessárias para a manutenção e o fortalecimento do grupo criminoso.

Durante as investigações, também foram identificados indícios de uma estrutura composta por operadores responsáveis pela movimentação financeira, suporte logístico, habilitação de linhas telefônicas, ocultação patrimonial e utilização de terceiros para dificultar o rastreamento dos valores obtidos de forma ilícita.

Com base nos elementos colhidos, a Polícia Civil representou pelas medidas judiciais, que foram deferidas pela Justiça. As buscas têm como objetivo apreender aparelhos celulares, documentos, mídias e outros elementos que contribuam para o avanço das investigações, bem como identificar novos integrantes e fortalecer as provas relacionadas aos crimes investigados.

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Operação Extensão

O nome da operação faz referência à estratégia adotada pela facção criminosa de ampliar a atuação de sua principal liderança por meio de integrantes e pessoas interpostas que, mesmo sem vínculo direto e aparente com o líder preso, executariam suas determinações, permitindo a continuidade das atividades criminosas e estendendo a influência da facção na região.

Operação Pharus

A operação integra os trabalhos do planejamento estratégico da Polícia Civil de Mato Grosso para o ano de 2026, por meio da Operação Pharus, dentro do Programa Tolerância Zero, voltado ao combate às facções criminosas em todo o Estado.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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