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Polícia Civil prende mais dois envolvidos em homicídio de empresário morto por engano em Juruena

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Duas pessoas envolvidas no homicídio de um empresário ocorrido no mês de outubro em Juruena, entre elas o mandante ou intermediário e a pessoa que teria cedido a arma do crime, tiveram mandados de prisão cumpridos pela Polícia Civil, nesta terça-feira (15.11). Segundo as investigações da Delegacia de Juruena, a vítima, Vanderlei Alves Campos, foi morta por engano, sendo outra pessoa alvo dos suspeitos. 

O crime ocorreu no dia 14 de outubro quando a vítima foi alvejada por disparos de arma de fogo dentro do veículo em que estava. No dia dos fatos, o executor da vítima foi preso em flagrante logo após o crime, contudo, o outro executor que auxiliou, encontra-se foragido.

Após a prisão do suspeito, foi instaurado inquérito policial para apurar a motivação do crime assim como envolvimento de outras pessoas no homicídio. Nas investigações conduzidas pelo delegado Mateus Almeida Oliveira Reiners, foi comprovado que o crime tinha como alvo outra pessoa, sendo o empresário morto por engano, após ser confundido com o verdadeiro alvo. 

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Durante os trabalhos investigativos, também foram identificados outros envolvidos, entre eles a pessoa que teria sido o intermediário do crime, responsável pela contratação do executor (preso em flagrante na data dos fatos), assim como o responsável por emprestar a pistola calibre .380 utilizada no homicídio. 

Diante dos fatos levantados nas investigações, o delegado Mateus Reiners representou pelo mandado de prisão preventiva dos suspeitos que foi deferida pela Justiça e cumprida nesta terça-feira (15). 

Os investigados foram conduzidos à Delegacia de Juruena onde após serem interrogados sobre os fatos foram colocados à disposição da Justiça. “Com a prisão dos suspeitos, já são três envolvidos presos e um que continua foragido. As investigações seguem em andamento para total esclarecimentos dos fatos e prisão de possíveis outros envolvidos no crime”, disse o delegado.

Fonte: PJC MT

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Polícia Civil cumpre mandados contra grupo investigado por esquema de influência em decisões judiciais

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A Polícia Civil deflagrou, na manhã desta quinta-feira (25.6), a Operação Falsa Vantagem para cumprimento de ordens judiciais dentro de investigações que apuram a atuação de um grupo criminoso suspeito de envolvimento em um suposto esquema de influência em decisões judiciais mediante pagamento de valores.

Na operação, são cumpridos cinco mandados de busca e apreensão domiciliar expedidos pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juízo de Garantias – Polo Cuiabá, com base em investigações conduzidas pela Gerência de Combate ao Crime Organizado e Delegacia Especializada de Repressão ao Crime Organizado (GCCO/Draco).

A operação integra os trabalhos de investigação que apuram a atuação de um grupo suspeito de prometer influência em decisões judiciais mediante pagamento de vantagens indevidas. As investigações apuram os crimes de extorsão, exploração de prestígio, estelionato, corrupção e organização criminosa.

Entre os alvos estão um advogado, bacharéis em Direito, um policial penal e uma servidora pública do Poder Judiciário. A operação tem como objetivo apurar como os fatos ocorriam, se a prática criminosa era habitual, identificar desde quando o grupo atuava e localizar outras possíveis vítimas.

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Promessa de influência

De acordo com as investigações, o grupo teria prometido a familiares de um condenado a anulação da pena imposta pela Justiça, afirmando ter acesso à servidora responsável pelas decisões, cobrando o pagamento de R$ 150 mil em espécie pela garantia do benefício.

Segundo o apurado, a solicitação do pagamento em espécie teria sido utilizada para dificultar o rastreamento financeiro dos valores. Porém, a medida resultou apenas na redução da pena do condenado, e não em sua anulação, conforme havia sido prometido.

Insatisfeito com o resultado, o beneficiário passou a exigir a devolução dos valores pagos, circunstância que também é objeto da investigação.

Segundo o delegado responsável pelas investigações, Marlon Luz, os mandados buscam apreender aparelhos celulares, computadores, documentos e outros materiais que possam contribuir para o esclarecimento dos fatos e para a identificação de outros eventuais envolvidos.

Nome da operação

O nome “Falsa Vantagem” faz referência à promessa de obtenção de influência sobre decisões judiciais em troca de pagamento, criando nas vítimas a falsa expectativa de que haveria garantia de resultados favoráveis perante o Poder Judiciário.

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As investigações prosseguem para apurar a extensão do esquema criminoso, identificar outras possíveis vítimas e individualizar a participação de cada investigado.

Operação Pharus

A operação integra as ações do planejamento estratégico da Polícia Civil de Mato Grosso para o ano de 2026, por meio da Operação Pharus, dentro do Programa Tolerância Zero, voltado ao combate à atuação de grupos criminosos em todo o Estado.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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