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Polícia Civil inaugura primeira sala 24 horas de atendimento à mulher no interior de MT

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A Polícia Civil de Mato Grosso inaugurou, nesta quarta-feira (18.12), em Rondonópolis, a primeira sala de atendimento 24 horas a vítimas de violência doméstica e sexual no interior do Estado. A Sala de Plantão de Atendimento à Mulher foi instalada na 1ª Delegacia de Polícia do município, localizada na área central da cidade.

O projeto, idealizado pela Delegacia Regional de Rondonópolis, em parceria com a Coordenadoria de Enfrentamento à Violência Contra a Mulher e Vulneráveis, contou com apoio do Programa SER Família Mulher, idealizado pela primeira-dama do Estado, Virginia Mendes, e desenvolvido pela Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc).

O funcionamento em sistema de plantão, especializado e ininterrupto, visa garantir acolhimento digno, seguro e qualificado, que já é prestado pela Delegacia Especializada de Defesa da Mulher.

A sala foi criada também para atender as exigências legais de funcionamento 24 horas para atendimento especializado a mulheres, e foi montada e estruturada perto da Central de Flagrantes, na 1ª Delegacia de Polícia.

O delegado Thiago Garcia destaca que a inauguração da sala representa um grande avanço da instituição no atendimento especializado, com local adequado, climatizado e planejado para receber as vítimas nesse primeiro atendimento.

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“A Polícia Civil agora oferece à sociedade e à mulher rondonopolitana um local em que ela se sentirá acolhida, e terá disponível 24 horas um atendimento especializado”, pontuou.

Inauguração

A cerimônia de abertura da Sala de Plantão de Atendimento à Mulher contou com a participação dos secretários adjuntos da SESP, delegado Valter Furtado (Inteligência) e coronel PM Fernando Augustinho (Integração Operacional); secretária adjunta de Assistência Social da Setasc, Miranir Alcântara;presidente do Conselho Estadual dos Direitos da Mulher, Cenira Benedita Evangelista; coordenadora de Enfrentamento à Violência Contra a Mulher e Vulneráveis, delegada Mariell Antonini, além de delegados, escrivães, investigadores e autoridades convidadas.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia Civil cumpre 90 mandados para desarticulação de esquema de lavagem de capitais de facção criminosa

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A Polícia Civil deflagrou, na manhã desta quinta-feira (25.6), a Operação Fluxo Oculto, para cumprimento de 90 ordens judiciais, com foco no combate à atuação de uma facção criminosa com ramificações interestaduais, voltada ao tráfico de drogas e lavagem de dinheiro.

Os mandados foram deferidos pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juízo de Garantias – Polo Sinop, com base na terceira fase de investigações conduzidas pela Delegacia Especializada de Repressão ao Crime Organizado (Draco) do município.

Ao todo são cumpridos 13 mandados de prisão, 19 de busca e apreensão, além de 58 medidas judiciais diversas com foco no avanço das investigações e desarticulação patrimonial e financeira do grupo criminoso.

As ordens judiciais são cumpridas nos estados de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Rio de Janeiro. Em Mato Grosso, os mandados são cumpridos nos municípios de Sinop, Cláudia, Rondonópolis, Várzea Grande e Cuiabá.

Entre os alvos, estão três lideranças do grupo criminoso, apontadas como responsáveis pela coordenação das atividades ilícitas e pela gestão financeira do grupo. Ao todo, são investigadas 31 pessoas físicas e duas pessoas jurídicas, suspeitas de participação direta ou indireta nas atividades criminosas.

Com foco na descapitalização da facção criminosa, foi determinado o bloqueio de ativos financeiros dos investigados, na soma que alcança R$ 9,3 milhões.

Lavagem de dinheiro

As investigações conduzidas pela Draco de Sinop identificaram que integrantes de uma facção criminosa utilizavam empresas formalmente constituídas para ocultar e conferir aparência lícita aos recursos provenientes do tráfico de drogas.

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Entre os estabelecimentos investigados está um supermercado localizado no município de Cláudia, que, seria utilizado para promover a troca de dinheiro oriundo da atividade criminosa por recursos aparentemente legais, inserindo os valores ilícitos no sistema financeiro formal.

As apurações também revelaram que parte dos valores arrecadados com a venda de drogas em Mato Grosso era encaminhada ao estado do Rio de Janeiro, sendo evidenciada a existência de uma rede estruturada para movimentação financeira e distribuição dos recursos da facção criminosa.

De acordo com o delegado responsável pelas investigações, Eugênio Rudy Junior, o grupo desenvolveu um esquema de lavagem de capitais destinado a dificultar a identificação da origem dos recursos provenientes da comercialização de entorpecentes.

“As investigações demonstraram que a facção criminosa utilizava empresas legalmente constituídas para mascarar a origem ilícita dos valores obtidos com o tráfico de drogas. O objetivo era conferir aparência de legalidade ao dinheiro e permitir sua circulação no mercado formal, dificultando a atuação dos órgãos de persecução criminal”, destacou o delegado.

Fases anteriores

A Operação Fluxo Oculto representa a terceira fase de uma investigação iniciada em 2025, quando equipes da Draco de Sinop realizaram a prisão em flagrante de dois integrantes da facção criminosa no município de Cláudia. Com o avanço das investigações, foi possível identificar a estrutura operacional do grupo, seus integrantes e os mecanismos utilizados para ocultar os lucros obtidos com o tráfico de drogas.

Em março de 2026, foi deflagrada a Operação Aurora Fronteiriça, ocasião em que a Draco de Sinop apreendeu 525 quilos de cocaína e pasta base de cocaína, pertencentes ao mesmo grupo criminoso, representando uma das maiores apreensões de entorpecentes já realizadas no âmbito da investigação.

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Na sequência, em maio de 2026, foi deflagrada a segunda fase da operação, denominada Operação Vinculum Sanguinis, que resultou na apreensão de 25 quilos de pasta base de cocaína, R$ 169 mil em dinheiro, na prisão em flagrante de três pessoas ligadas à organização criminosa e no sequestro judicial de mais de R$ 3 milhões em bens e valores pertencentes aos investigados.

Com o avanço das diligências, a Draco identificou que o grupo criminoso não se limitava ao tráfico de drogas em larga escala, mas mantinha uma complexa estrutura financeira destinada à ocultação e dissimulação dos recursos ilícitos obtidos com a atividade criminosa.

A descoberta desse esquema deu origem à terceira fase da investigação, denominada Operação Fluxo Oculto, voltada especificamente à identificação dos responsáveis pela movimentação financeira da facção criminosa, ao rastreamento dos valores e à descapitalização do grupo.

As investigações prosseguem com a análise dos materiais apreendidos e dos dados obtidos a partir das medidas cautelares deferidas pelo Poder Judiciário.

Operação Pharus

A operação integra os trabalhos do planejamento estratégico da Polícia Civil de Mato Grosso para o ano de 2026, por meio da Operação Pharus, dentro do Programa Tolerância Zero, voltado ao combate às facções criminosas em todo o Estado.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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