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Polícia Civil cumpre mandados contra suspeitos de crimes motivados por disputas de terra no interior de MT

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A Polícia Civil deflagrou nesta sexta-feira (4.7) a Operação Circuitus Magnus, para cumprimento de 10 mandados de busca e apreensão contra pessoas investigadas por envolvimento em graves crimes relacionados a conflitos possessórios na zona rural da região nordeste de Mato Grosso.

As investigações apuram a atuação de indivíduos nos crimes de lesão corporal grave, sequestro e cárcere privado, tortura e coação no curso do processo e associação criminosa, praticados em meio a disputas por terras em áreas de litígio possessório.

As dez ordens de busca e apreensão domiciliar foram expedidas pela juízo da Comarca de Confresa, embasadas nos indícios colhidos durante as diligências investigativas para apurar a atuação dos suspeitos, bem como visa angariar outras possíveis provas.

Além das medidas cautelares de buscas e apreensões, estão sendo realizados atos complementares como perícias das apreensões e oitivas dos envolvidos.

As investigações continuam, visando a conclusão do inquérito policial.

O trabalho coordenado pela Delegacia Regional de Confresa conta com apoio das equipes das Delegacias de Confresa, Vila Rica, Santa Terezinha, São José do Xingu, Santa Cruz do Xingu, Porto Alegre do Norte e São Félix do Araguaia e Alto Boa Vista.

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Ao todo, 40 policiais civis e 10 viaturas foram empregados para cumprimentos simultâneos das ordens judiciais.

A Polícia Civil de Mato Grosso reafirma seu compromisso com a defesa da legalidade e a garantia da ordem pública, atuando com firmeza no combate à violência no campo, sem prejuízo às garantias individuais previstas na Constituição.

Operação Circuitus Magnus

O nome faz alusão à expressão em latim que significa “grande cerco”, que simboliza a articulação estratégica e o cerco simultâneo aos principais alvos investigados, com o objetivo de desarticular práticas criminosas que vinham sendo reiteradas e organizadas em diversas localidades da região.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia Civil deflagra operação e prende empresário e gestora em flagrante por “gato” em energia elétrica

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A Polícia Civil deflagrou, na manhã desta terça-feira (23.6), a Operação Gateiro, para apurar o desvio de energia elétrica, popularmente conhecido como “gato”, em Várzea Grande. Durante a operação, um empresário, de 53 anos, e a gestora de um Centro de Recuperação para Dependentes Químicos acabaram presos em flagrante.

A princípio, a operação, realizada pela Delegacia Especializada de Estelionato de Várzea Grande (DEE-VG), visava cumprir um mandado judicial de busca e apreensão domiciliar em Cuiabá em desfavor de um técnico eletricista, de 54 anos, apontado como o responsável por instalar um esquema de desvio de energia elétrica em uma empresa do ramo de carnes localizada em Várzea Grande.

O mandado judicial, expedido pela 4ª Vara Criminal de Várzea Grande, foi um desdobramento da Operação Curto-Circuito, deflagrada em 2025, que revelou um esquema de fraudes em medidores de energia elétrica em estabelecimentos comerciais da região metropolitana de Várzea Grande.

Durante a busca, os policiais realizaram uma varredura na residência do suspeito e apreenderam o aparelho celular dele, material que passará a compor os autos do inquérito policial em andamento e poderá subsidiar novas linhas de investigação.

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Na sequência das diligências, a equipe da DEE-VG deu continuidade às ações fiscalizatórias, em conjunto com a Energisa e a Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec), voltadas à apuração de eventuais fraudes em medidores de energia elétrica em empresas do segmento de distribuição de bebidas, restaurantes e em uma casa de recuperação de dependentes químicos da região.

Em um dos estabelecimentos, um restaurante no bairro Jardim Eldorado, a equipe da DEE-VG, acompanhada do delegado Ruy Guilherme Peral, flagrou um medidor de energia elétrica fraudado. Diante disso, o proprietário do local, de 53 anos, foi preso em flagrante por estelionato.

Também foi localizado um medidor de energia com fraude em um centro de recuperação para dependentes químicos no bairro Capão do Pequi. A gestora e tesoureira da ONG, de 44 anos, foi presa em flagrante. Os dois presos nesta terça-feira são reincidentes no crime de estelionato por fraude de energia elétrica.

“A Operação Gateiro é um desdobramento natural e técnico das investigações iniciadas na Operação Curto-Circuito. Identificar e responsabilizar aqueles que implementam as estruturas físicas das fraudes é fundamental para desarticular por completo esses esquemas criminosos que causam prejuízo milionário às distribuidoras de energia e, em última análise, a toda a sociedade”, afirmou o delegado Ruy Guilherme Peral, coordenador do Núcleo de Inteligência da DEE-VG.

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As diligências fiscalizatórias seguem em andamento. Novos desdobramentos serão informados à medida que as apurações avançarem.

O nome da operação, Gateiro, faz alusão à denominação atribuída, popularmente, ao técnico que implementa “gatos” na rede elétrica.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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