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Polícia Civil apreende mais de mil garrafões retornáveis de água mineral em Cuiabá e VG

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A Polícia Civil cumpriu nesta terça-feira (30.05), cinco mandados judiciais e apreendeu garrafões retornáveis de 20 litros, usados por duas mineradoras para envasar água mineral em Cuiabá e Chapada dos Guimarães.

A operação da Delegacia Especializada de Defesa do Consumidor (Decon), deflagrada com apoio da 1ª Delegacia de Várzea Grande e Delegacia de Chapada dos Guimarães, resultou na apreensão de 1.122 garrafões retornáveis de água mineral, a maioria deles cheios.

As cinco ordens de busca e apreensão tiveram como alvos duas mineradoras e três distribuidoras de água mineral, localizadas nas cidades de Cuiabá e Várzea Grande.

As diligências referem-se ao inquérito instaurado pela Decon, para apurar as suspeitas de prática de crime contra o registro de marcas, desenho industrial e de concorrência desleal, todos previstos na Lei 9.279 de 14 de maio de 1996 (Lei de Propriedade Industrial).

Conforme o delegado Rogério Ferreira, o desenho industrial dos garrafões apreendidos foi desenvolvido por uma mineradora sediada em Chapada dos Guimarães de forma exclusiva, sendo que o desenho industrial encontra-se devidamente registrado junto ao Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI).

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A empresa que desenvolveu o garrafão também detém a exclusividade da tampa do vasilhame. Essa tampa é maior do que a utilizada nos garrafões do modelo intercambiável comum que pode ser utilizada por todas as mineradoras, havendo a suspeita de que as empresas investigadas estavam utilizando tampas incompatíveis com o desenho da boca do garrafão de água mineral, gerando risco de contaminação do produto.

“Como os garrafões retornáveis possuem prazo de validade, a empresa mineradora prejudicada desenvolveu os seus próprios garrafões para não correr o risco das demais empresas do setor deixarem de investir na fabricação de novos garrafões intercambiáveis e passarem a utilizar os fabricados por aquela mineradora, fato que pode caracterizar, além do crime contra a propriedade industrial, crime de concorrência desleal”, destacou o delegado da Decon.

O trabalho operacional contou também com a participação dos peritos da Diretoria Metropolitana de Criminalística, da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec), que realizarão análise em todo material apreendido.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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POLÍCIA FEDERAL

PF, RFB e MPF combatem grupo criminoso no Aeroporto de Fortaleza/CE

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Fortaleza/CE. A Polícia Federal, em ação conjunta com a Receita Federal do Brasil e o Ministério Público Federal, deflagrou, nesta terça-feira (25/8), a Operação Snooker 2, desdobramento de investigação que apura a atuação de organização criminosa envolvida em crimes de corrupção, lavagem de dinheiro e fraudes relacionadas a operações de importação no Aeroporto Internacional de Fortaleza.

Por determinação da Justiça Federal, estão sendo cumpridos 3 mandados de prisão preventiva e 15 de busca e apreensão nas cidades de Fortaleza/CE, de Caucaia/CE, de Eusébio/CE e de Salvador/BA.

Além das medidas cautelares pessoais, a decisão judicial determinou providências patrimoniais destinadas a assegurar a efetividade da persecução penal, incluindo indisponibilidade de ativos financeiros, sequestro de imóveis, bloqueio de veículo e afastamento complementar de sigilo de dados bancários.

A atual fase da investigação decorre de novos elementos probatórios obtidos após a deflagração da Operação Snooker, realizada em setembro de 2025. As apurações indicaram a necessidade de adoção de medidas cautelares para interromper a suposta continuidade das atividades ilícitas, para preservar a instrução criminal e para aprofundar a coleta de provas sobre a participação de outros investigados.

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As diligências também buscam reunir evidências relacionadas à atuação de profissionais vinculados ao setor de importação que operam no Aeroporto Internacional de Fortaleza, bem como esclarecer movimentações financeiras supostamente utilizadas para ocultar e para dissimular recursos de origem ilícita.

Os investigados poderão responder pelos crimes de organização criminosa, corrupção, lavagem de dinheiro e fraudes em operações de importação.

Comunicação Social da Polícia Federal no Ceará
@pfceara
(85) 9 9972-0534

Fonte: Polícia Federal

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