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PM prende três homens e frustra entrada de objetos e drogas na PCE

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Policiais militares do 24º BPM frustraram a entrada de diversos objetos que seriam jogados na Penitenciária Central do Estado (PCE), em Cuiabá, e prenderam três homens, nesta quinta-feira (27.01). Na ação, foram apreendidos um drone, 10 celulares, porções de substância análoga a maconha e cocaína, e outros objetos diversos.

Por volta de 14h, a equipe policial recebeu solicitação de apoio, sobre a situação onde um drone estaria jogando objetos para dentro da unidade. No local, um dos suspeitos havia sido detido pela equipe da Polícia Penal. Com o suspeito, os policiais encontraram uma mochila com celulares, além de seus carregadores, e porções de maconha e cocaína.

Em diligências, a equipe visualizou outros dois suspeitos com mochila nas costas adentrando uma região de mata. Os policiais do 24º BPM ligaram o drone da unidade, realizaram varreduras para localizar a dupla, e viram os homens subindo em uma árvore e saindo do local, deixando as mochilas.

Os suspeitos se aproximaram de um veículo Gol prata, foram cercados pelos policiais e receberam voz de prisão. Uma parte da equipe se deslocou até a árvore onde a dupla ficou por algum tempo, retiraram as mochilas que os homens deixaram penduradas e encontraram um drone e baterias para o objeto, celulares, fones de ouvido, facas e outras porções de drogas.

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Diante dos fatos, todo o material apreendido foi recolhido pelos policiais e encaminhado para à Central de Flagrantes, assim como os suspeitos que foram presos em flagrante pelos crimes de tráfico de drogas e formação de quadrilha.

Disque-Denúncia  

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, pelo 190 ou, sem precisar se identificar, por meio do 190, ou disque-denúncia 0800.065.3939.

 
Fonte: PM MT

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Polícia Civil cumpre mandados contra grupo investigado por esquema de influência em decisões judiciais

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A Polícia Civil deflagrou, na manhã desta quinta-feira (25.6), a Operação Falsa Vantagem para cumprimento de ordens judiciais dentro de investigações que apuram a atuação de um grupo criminoso suspeito de envolvimento em um suposto esquema de influência em decisões judiciais mediante pagamento de valores.

Na operação, são cumpridos cinco mandados de busca e apreensão domiciliar expedidos pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juízo de Garantias – Polo Cuiabá, com base em investigações conduzidas pela Gerência de Combate ao Crime Organizado e Delegacia Especializada de Repressão ao Crime Organizado (GCCO/Draco).

A operação integra os trabalhos de investigação que apuram a atuação de um grupo suspeito de prometer influência em decisões judiciais mediante pagamento de vantagens indevidas. As investigações apuram os crimes de extorsão, exploração de prestígio, estelionato, corrupção e organização criminosa.

Entre os alvos estão um advogado, bacharéis em Direito, um policial penal e uma servidora pública do Poder Judiciário. A operação tem como objetivo apurar como os fatos ocorriam, se a prática criminosa era habitual, identificar desde quando o grupo atuava e localizar outras possíveis vítimas.

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Promessa de influência

De acordo com as investigações, o grupo teria prometido a familiares de um condenado a anulação da pena imposta pela Justiça, afirmando ter acesso à servidora responsável pelas decisões, cobrando o pagamento de R$ 150 mil em espécie pela garantia do benefício.

Segundo o apurado, a solicitação do pagamento em espécie teria sido utilizada para dificultar o rastreamento financeiro dos valores. Porém, a medida resultou apenas na redução da pena do condenado, e não em sua anulação, conforme havia sido prometido.

Insatisfeito com o resultado, o beneficiário passou a exigir a devolução dos valores pagos, circunstância que também é objeto da investigação.

Segundo o delegado responsável pelas investigações, Marlon Luz, os mandados buscam apreender aparelhos celulares, computadores, documentos e outros materiais que possam contribuir para o esclarecimento dos fatos e para a identificação de outros eventuais envolvidos.

Nome da operação

O nome “Falsa Vantagem” faz referência à promessa de obtenção de influência sobre decisões judiciais em troca de pagamento, criando nas vítimas a falsa expectativa de que haveria garantia de resultados favoráveis perante o Poder Judiciário.

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As investigações prosseguem para apurar a extensão do esquema criminoso, identificar outras possíveis vítimas e individualizar a participação de cada investigado.

Operação Pharus

A operação integra as ações do planejamento estratégico da Polícia Civil de Mato Grosso para o ano de 2026, por meio da Operação Pharus, dentro do Programa Tolerância Zero, voltado ao combate à atuação de grupos criminosos em todo o Estado.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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