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Autor de estupro e roubo em VG é preso após confirmação de impressões digitais deixadas em local do crime

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O autor dos crimes de estupro e roubo contra uma jovem de Várzea Grande foi preso nesta quinta-feira (01.06) pela equipe da Delegacia Especializada de Defesa da Mulher. O crime ocorreu na terça-feira, quando D.J.N.S., de 29 anos, invadiu a residência da vítima e, sob ameaça, cometeu o abuso sexual e depois roubou objetos da jovem.

Durante as diligências para localizar o autor do estupro, outros dois suspeitos foram detidos em flagrante por tráfico de drogas.

A delegacia especializada recebeu na terça-feira (30) o registro da ocorrência informando que um homem de estatura alta invadiu a casa da vítima e, diante de ameaças com uso de uma arma de fogo, o criminoso a violentou sexualmente. Em seguida, o suspeito roubou objetos pessoais da vítima e fugiu pela janela da casa. Ele também invadiu uma segunda residência e furtou objetos.

Durante a investigação, a delegada Liliane Diogo requisitou perícia da Politec na residência da vítima a fim de reunir impressões datiloscópicas no local de crime.

Investigadores da Delegacia da Mulher identificaram o autor e foi realizado o confronto datiloscópico colhido no local do crime com as impressões digitais do autor. Com a perícia da Politec foi possível concluir que suspeito reconhecido pela vítima era de fato a pessoa que havia cometido os crimes contra a jovem.

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Prisões por tráfico

Durante as diligências para localização do autor dos crimes, a equipe policial prendeu em flagrante dois irmãos gêmeos, de 24 anos, por tráfico de drogas. Eles estavam com 66 porções de cocaína, na mesma casa onde estava o investigado pelo estupro.

Na casa dos três suspeitos, os policiais civis localizaram objetos relacionados aos roubos cometidos.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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POLÍCIA

Polícia Civil, Crefito-9 e Vigilância Sanitária flagram falso terapeuta ocupacional que atende crianças em Cuiabá

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A Polícia Civil, o Conselho Regional de Fisioterapia e Terapia Ocupacional da 9ª Região (Crefito-9) e a Vigilância Sanitária Municipal de Cuiabá realizaram, na manhã dessa quinta-feira (18.06), uma ação conjunta de fiscalização, que constatou o exercício ilegal da profissão de um terapeuta ocupacional em uma clínica localizada no bairro Altos do Coxipó, em Cuiabá.

A fiscalização foi desencadeada após o Crefito-9 receber uma denúncia informando que um homem, de 54 anos, estaria se apresentando como terapeuta ocupacional e realizando atendimentos, principalmente de crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA), sem possuir formação ou habilitação legal para o exercício da profissão.

A Delegacia Especializada de Defesa do Consumidor foi acionada e, durante as diligências, a equipe da Decon e fiscais do Conselho Regional de Fisioterapia e Terapia Ocupacional verificaram que o suspeito não possui registro profissional nem formação compatível com a atividade exercida. Segundo os levantamentos iniciais, ele realizava atendimentos em uma clínica improvisada instalada em imóvel residencial, divulgando e oferecendo serviços típicos da terapia ocupacional.

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Além das irregularidades relacionadas ao exercício profissional, a Vigilância Sanitária Municipal constatou que o estabelecimento funcionava sem Alvará Sanitário e sem outras autorizações obrigatórias para o exercício da atividade, tendo sido lavrado termo de notificação para regularização. Os fiscais também identificaram indícios de que o local não possuía estrutura adequada para o atendimento especializado de pacientes, especialmente crianças.

No decorrer da fiscalização, foram encontrados documentos relacionados aos atendimentos realizados. Entre eles, uma nota fiscal emitida pela prestação de serviços de terapia ocupacional no valor de R$ 15.360.

Outro aspecto que chamou a atenção das equipes foi a suspeita de que parte dos atendimentos pudesse estar relacionada a pacientes beneficiados por decisões judiciais que determinam ao Poder Público o custeio de tratamentos especializados. A hipótese será apurada pela Polícia Civil no decorrer das investigações.

O delegado titular da Decon, Rogério Ferreira, destacou que a atuação integrada dos órgãos de fiscalização é fundamental para proteger consumidores e pacientes, especialmente crianças em situação de vulnerabilidade.

“Estamos tratando de uma atividade que exige formação específica, capacitação técnica e registro profissional. Quando alguém se apresenta falsamente como profissional da saúde, além de colocar em risco a segurança dos pacientes, compromete a confiança da população nos serviços especializados”, ressaltou.

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A Polícia Civil instaurou procedimento policial para apurar a prática de exercício ilegal da profissão, bem como eventual crime contra a fé pública, uso de documento falso ou outras infrações que venham a ser identificadas durante as investigações.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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