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UNIDAS PELO BAZAR BEM

Unidas pelo bazar bem: Virgínia Mendes defende que todos abracem as causas socais

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MATO GROSSO

Unidas por um bem comum que é o apoio ao Lar dos Idosos São Vicente de Paulo, as primeiras-damas de Mato Grosso, Virgínia Mendes e de Várzea Grande, a promotora de Justiça, Kika Dorilêo Baracat, participaram do Bazar do Bem e despertaram na sociedade o senso comum de ajudar ao próximo através de eventos em que as pessoas mais favorecidas podem contribuir de diversas maneiras com as menos favorecidas.
Reiteradas vezes, Virgínia Mendes, tem manifestado carinho e especial atenção à Várzea Grande, contribuindo em diversas ações realizadas pela Prefeitura Municipal através da Secretaria de Assistência Social, e agora se mostrando também uma voluntária especial do Gabinete de Apoio as Ações Transformadoras – GAAT – idealizado pela primeira-dama do município, Kika Dorilêo Baracat, que realizou como primeiro evento o Bazar do Bem em prol do Lar dos Idosos São Vicente de Paulo.
Durante este ano, Virgínia Mendes, esteve por diversas vezes em Várzea Grande entregando cestas básicas e participando com a estilista Martha Medeiros da divulgação das Redes de Limpo Grande, que foram levadas por ela e pelo governador Mauro Mendes, na COP 26, na Europa como presente para o Príncipe Charles e para outras autoridades mundiais.
Kika Dorilêo destaca que toda a estrutura montada no bazar, envolvendo as araras e os cabides, foi cedida pela primeira-dama Virgínia Mendes, que não mediu esforços para contribuir com essa causa social. “Ela prontamente abraçou essa ideia, como fez questão de fazer também a sua doação ao bazar. Eu, e o Kalil só temos a agradecer a Virgínia Mendes este gesto de carinho e atenção ao nosso município e a nossa população”.
A primeira-dama do município também agradeceu a presença de Virgínia Mendes ao Bazar, que abrilhantou o local com a sua participação, fortalecendo essa união em prol das causas sociais. “A sua visita nos engrandece e demonstra o carinho que a primeira-dama Virgínia Mendes, tem com Várzea Grande, e que temos percebido ao longo do ano, com a distribuição de cestas básicas no período de pandemia, e a atenção com a redeiras da comunidade de Limpo Grande, na divulgação do artesanato local”, disse Kika Dorilêo.
A primeira-dama de Mato Grosso, Virgínia Mendes destacou como importante e fundamental a iniciativa da primeira-dama de Várzea Grande, em promover o Bazar do Bem em prol do lar dos idosos. “Todos esses produtos doados pelos empresários e sociedade em geral mostra o interesse dessas pessoas em ajudar ao próximo que necessita do olhar diferenciado de pessoas como eu, como a primeira-dama Kika Dorilêo, voltado para ajudar o lar e seus residentes até porque ali irão passar outras pessoas. E nós também estamos juntos fazendo parte dessa corrente do bem”, pontuou.
Kalil Baracat ressaltou como imprescindível o olhar social e acurado da primeira-dama, Virgínia Mendes que em nenhum momento deixou de se fazer presente e atuante em Várzea Grande. “O fato dela (Virgínia Mendes) e da minha esposa, Kika Dorilêo, serem mulheres e mães, com sensibilidade para com as outras pessoas, faz deste evento algo muito especial, pois carinho, humanidade e respeito são valores muito mais importantes na vida de todos” , ressaltou ele agradecendo a primeira-dama de Mato Grosso e a parceria do governador Mauro Mendes.

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TJ MT

Mutirão Pai Presente começa em Mato Grosso com atendimento gratuito à população

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Durante 60 anos, a filha carregou uma ausência em sua certidão de nascimento, embora nunca tivesse faltado amor. O pai, com cerca de 90 anos, sempre esteve presente em sua vida, ajudou a criar a filha e nunca negou a paternidade. Faltava apenas oficializar esse vínculo. O reconhecimento aconteceu em uma audiência no Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc) de Cuiabá. A história, compartilhada pelo juiz coordenador do Cejusc de Cuiabá, Luís Aparecido Bortolussi Júnior, demonstrou a importância do Mutirão Pai Presente 2026, que começou nesta segunda-feira (03) em todo o estado e que foi aberta oficialmente no Fórum da Capital.Seis pessoas, três homens e três mulheres, trajam roupas sociais e posam lado a lado sobre tapete vermelho. Ao fundo, estátua da Justiça e banner do projeto Pai Presente.
A ação segue até sexta-feira (7), oferecendo gratuitamente reconhecimento voluntário de paternidade, orientação jurídica e encaminhamento para exame de DNA, quando necessário, em todas as comarcas de Mato Grosso. O objetivo é garantir o direito à identidade, fortalecer os vínculos familiares e facilitar o acesso da população ao reconhecimento da filiação.
Mulher de cabelos escuros longos usa blusa rosa claro com babados e colar dourado, fala ao microfone. Ao fundo, bandeiras do Brasil e de Mato Grosso.Representando o presidente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), desembargador José Zuquim Nogueira, a juíza auxiliar da Presidência e secretária-geral do TJMT, Anna Paula Gomes de Freitas destacou que o programa vai além da regularização documental. “Cada certidão emitida e cada reconhecimento realizado durante esse mutirão representam muito mais do que um ato jurídico. Representam dignidade, cidadania e esperança. Significam dizer a uma criança, a um adolescente ou mesmo a um adulto: a sua história importa e os seus direitos são reconhecidos”, afirmou.
O corregedor-geral da Justiça, desembargador José Luiz Leite Lindote foi representado pelo juiz auxiliar daHomem de cabelos escuros e barba, veste terno preto, camisa listrada e gravata preta, fala ao microfone. Ao fundo, bandeiras de Mato Grosso e do Brasil. Corregedoria, João Filho de Almeida Portela, que ressaltou que a iniciativa reafirma o compromisso do Judiciário com uma Justiça mais próxima da população. “O Projeto Pai Presente nasceu para garantir a efetividade de um direito fundamental que muitas vezes é ignorado: o direito à identidade e à filiação. O Poder Judiciário demonstra, mais uma vez, que sua missão vai além da solução de conflitos, promovendo cidadania e inclusão”.
Mulher de cabelos escuros ondulados veste blazer branco e colar prateado, fala ao microfone. Ao fundo, bandeira de Mato Grosso em destaque.A diretora do Fórum de Cuiabá, juíza Hanae Yamamura de Oliveira lembrou que a campanha intensifica um serviço oferecido permanentemente pelo Judiciário. “Mais do que ser reconhecido como um ser humano, é ser reconhecido em sua identidade. Saber a sua origem, conhecer o nome dos seus pais e sua história fazem parte da dignidade da pessoa humana. Esta semana serve para lembrar à população que esse direito está ao alcance de todos”, comentou.
A defensora pública Elianeth Nazário enfatizou o impacto emocional que o reconhecimento da paternidade representa. “O adulto que não tem o nome do pai no registro carrega durante toda a vida um vazio existencial. É a falta de pertencimento, de saber sua origem. Quando as instituições trabalham juntas, garantem cidadania, mas também acolhimento e esperança”.Mulher de cabelos castanhos usa blazer bege sobre blusa preta de poás brancos, fala ao microfone em púlpito de acrílico. Ao fundo, bandeira de Mato Grosso.

Cidadania que transforma vidas

Homem de cabelos grisalhos veste blazer escuro sobre camiseta branca, fala ao microfone. Ao fundo, ambiente escuro com bandeira de Mato Grosso.Ao relembrar a história da mulher de 60 anos que finalmente teve o nome do pai incluído em sua certidão de nascimento, o juiz Luís Aparecido Bortolussi Júnior explicou que o reconhecimento da paternidade ultrapassa qualquer questão burocrática. “Ela disse que o pai sempre foi presente, mas sua maior mágoa era não ter o nome dele na certidão e nem o sobrenome. Quando fizemos o reconhecimento, todos se emocionaram. Isso não tem preço. Isso é cidadania”.
Segundo o magistrado, o mutirão reúne uma equipe ampliada para atender a população e realizar conciliações sempre que possível. Quando há consenso entre as partes, o reconhecimento pode ser homologado imediatamente, sem necessidade de exame de DNA.
A expectativa é realizar mais de 60 audiências durante a semana. Nos casos em que o exame genético é necessário, todo o procedimento é custeado pelo Judiciário, inclusive exames mais complexos, como os realizados quando o suposto pai já faleceu.
Atendimento gratuito

O atendimento do Mutirão Pai Presente segue até sexta-feira (7). Para participar, basta apresentar RG e CPF do pai, da mãe e do filho, certidão de nascimento da criança ou do interessado e comprovante de residência.
Mesmo após o encerramento do mutirão, os Centros Judiciários de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejuscs) continuam oferecendo, durante todo o ano, serviços de reconhecimento voluntário de paternidade, investigação de paternidade com exame de DNA e reconhecimento de paternidade socioafetiva. Pela via consensual, os procedimentos são mais rápidos, econômicos e permitem que as próprias partes construam a solução mais adequada para cada caso.

Autor: Roberta Penha

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Fotografo: Rodrigo Moura

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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