MATO GROSSO
Unidades especializadas da SES realizam coleta de sangue e entregam cadeiras de rodas em Juína
MATO GROSSO
As unidades especializadas do Centro de Reabilitação Integral Dom Aquino Corrêas (Cridac) e do MT Hemocentro, geridas pela Secretaria Estadual de Saúde (SES-MT), iniciam, nesta segunda-feira (30.01), atendimentos em saúde no município de Juína, por meio do projeto “Ir, a melhor forma para incluir”. Durante a ação, que segue até sexta-feira (03.02), haverá coleta de sangue de doador voluntário, entrega de cadeiras de rodas para pacientes regulados e atendimentos diversos.
“Nossa proposta é levar os serviços da SES ao usuário do Sistema Único de Saúde do interior do Estado. Queremos incluí-lo e promover acesso à nossa cartela de serviços especializados. Assim, fazemos um trabalho com itinerante com eficiência e inclusão”, diz o secretário Estadual de Saúde, Gilberto Figueiredo.
A carreta ortopédica do Cridac e o caminhão do MT Hemocentro realizarão os atendimentos em parceria com o município de Juína das 8h às 17h, no pátio da prefeitura, localizada na travessa Emmanuel, Nº 33, no Centro.
A expectativa é de que sejam atendidas mais de 200 pessoas durante os cinco dias de atendimento na cidade. Entre os serviços ofertados pela carreta ortopédica estão a entrega de 12 cadeiras de rodas para os pacientes que fazem atendimento no Cridac, entrega de muletas, bengalas, andadores aos pacientes cadastrados no município, além de abertura de processo para confecção de cadeira de rodas e de banho, órteses, próteses e aparelho auditivo. Já o caminhão do MT Hemocentro deve coletar sangue e cadastrar candidatos a doação de medula óssea.
Conforme explica a secretária adjunta de Unidades Especializadas da SES, Arlete Lima, o projeto visa percorrer diversas cidades do interior do estado em parceria com os municípios. A gestora informa que o Centro Estadual de Referência em Média e Alta Complexidade (Cermac) deve integrar o projeto a partir das próximas viagens, cujo cronograma será divulgado em breve.
Fonte: GOV MT
MATO GROSSO
Após feminicídio, secretária reforça importância de vítimas de violência manterem medidas protetivas
A chefe do Gabinete de Enfrentamento à Violência de Gênero contra a Mulher, Mariell Antonini, reforçou a importância das vítimas de violência doméstica confiarem na rede de proteção e manterem as medidas protetivas.
O alerta foi feito após uma mulher, identificada como Gleici Fátima Machado Ritter, de 37 anos, ser assassinada a tiros, nesta terça-feira (23.6), em Guarantã do Norte. O principal suspeito é o companheiro dela, de 33 anos. O crime está sendo investigado pela Polícia Civil como feminicídio consumado.
Ele já possuía um longo histórico de violência doméstica contra a vítima. Em novembro de 2025, após um pedido feito pela própria vítima, a medida protetiva que existia contra o investigado foi revogada e ele voltou a responder ao processo em liberdade.
“É importante que toda mulher compreenda que o rompimento do ciclo da violência nem sempre é um processo simples. Muitas vezes, existem obstáculos relacionados à dependência afetiva, dependência econômica, medo, preconceito e outros fatores que dificultam a tomada de decisão. Por isso, é fundamental buscar apoio, acreditar na rede de proteção e no sistema de Justiça”, destacou.
Segundo Mariell Antonini, a violência doméstica costuma seguir um ciclo que tende a se agravar ao longo do tempo.
“A violência é cíclica e, muitas vezes, começa com sinais que podem parecer menos graves, mas pode evoluir para situações cada vez mais letais, culminando na morte da vítima. Ameaças e agressões precisam ser compreendidas como sinais de alerta, e a busca por ajuda deve acontecer o quanto antes”, afirmou.
As primeiras denúncias contra o suspeito foram registradas em 2023, quando Gleici procurou as autoridades para relatar episódios de violência doméstica. Em 2024, novas intervenções policiais ocorreram por crimes como lesão corporal, injúria e posse irregular de arma de fogo, todos envolvendo o mesmo casal.
Já em julho de 2025, o suspeito foi preso em flagrante por lesão corporal no contexto de violência doméstica, após a vítima acionar as forças de segurança. Na ocasião, foram concedidas medidas protetivas de urgência em favor de Gleici. Meses depois, entretanto, a vítima solicitou a revogação da medida, o que resultou na liberdade do suspeito.
Fonte: Governo MT – MT
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