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Tribunal de Justiça de Mato Grosso se prepara para celebrar 150 anos de história

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O Tribunal de Justiça de Mato Grosso completará 150 anos de sua instalação em 1º de maio de 2024 e já deu início às ações comemorativas por meio da Comissão de Gestão de Memória do Poder Judiciário. Comissão de Gestão da Memória do Tribunal, composta por magistrados e servidores, organiza as atividades.
 
De acordo com Bruna Penachioni, coordenadora administrativa do TJMT e membro da Comissão, dentre as ações alusivas à celebração do Sesquicentenário de instalação do TJMT, algumas etapas já foram concluídas, como a reforma do Espaço Memória, a criação da logomarca dos 150 anos, a deflagração da campanha de comunicação comemorativa (que inclui a comunicação visual em diversos suportes físicos e digitais) e o levantamento histórico para edição do livro dos 150 anos do Tribunal de Justiça, também em suporte físico e digital.
 
O Espaço Memória passou por recente revitalização, para adequação física à guarda e conservação do acervo documental, iconográfico e demais objetos, visando preservar a unidade que, até 2005, abrigou as instalações da Presidência do Tribunal.
 
O espaço conta com Museu do Poder Judiciário mato-grossense, Galeria das Figuras Ilustres, Sala de Convivência e Arquivo histórico. Instalado na sede do TJMT, o local é aberto para visitação, mediante agendamento pelos telefones (65) 3617-3516 e 3617-3032. O funcionamento é das 9h às 11h e das 13h às 19 horas, em dias úteis. Pelo portal do TJMT, é possível fazer uma visita virtual.
 
A logomarca criada exclusivamente para marcar os 150 anos do TJMT já foi aprovada e, em breve, será afixada na página inicial do Portal do TJ, bem como todos os documentos oficiais.
 
História – O Tribunal da Relação da Província de Mato Grosso foi instalado em 1º de maio de 1874 e teve como primeiro desembargador Ângelo Francisco Ramos (1874/ 1875). À época, o Brasil ainda era um império governado por Dom Pedro II, que nomeou, além do presidente, outros três desembargadores: Manoel Terthuliano Thomás Henrique, Francisco Gonçalves da Rocha e Vicente Ferreira Gomes.
 
A nomenclatura da Corte mudou na época do Brasil República, passando a se chamar Tribunal de Apelação. Somente com a Constituição de 1946 recebeu a denominação Tribunal de Justiça.
 
Comissão de Gestão de Memória – A Portaria nº 541/2023 estabelece que a Comissão tem como missão planejar e coordenar ações de preservação da história institucional, gerir os acervos e divulgá-los e compartilhar os conhecimentos histórico-museológico e cultural produzidos no âmbito do Poder Judiciário do Estado de Mato Grosso, como instrumento de aproximação do PJMT com a sociedade, contribuindo com a prestação dos serviços judiciários.
 
O ato normativo também designa os Membros da Comissão, atualmente composta pela juíza auxiliar da Presidência do Tribunal de Justiça, Viviane Brito Rebello (coordenadora), pela juíza diretora do Fórum de Cuiabá, Edleuza Zorgetti Monteiro da Silva, pela coordenadora administrativa do TJMT, Bruna Dias Penachioni Ivoglo, e pela servidora Rejane Pinheiro Andrade.
 
Criada pela Resolução TJ-MT/OE nº 10/2021, a Comissão de Gestão de Memória tem por competência a elaboração de projetos, planos de ações e a elaboração de atos normativos para regulamentar a execução da política de Gestão da Memória no Poder Judiciário estadual.
 
Além disso, conforme disposto no artigo 39 da Resolução nº 324/2020, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), compete à Comissão fomentar a interlocução e a cooperação entre as áreas de Arquivo, Museu, Memorial, Biblioteca e Gestão Documental; aprovar critérios de seleção, organização, preservação e exposição de objetos, processos e documentos museológicos, arquivísticos ou bibliográficos, que venham a compor o acervo histórico permanente; promover intercâmbio do conhecimento científico e cultural com outras instituições e programas similares; e coordenar a identificação e o recebimento de material que comporá os acervos físico e virtual de preservação, bem como a divulgação de informações relativas à Memória institucional.
 
#Paratodosverem Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual. Foto 1: Fachada da sede do Tribunal de Justiça de Mato Grosso. Um prédio moderno, onde se lê “Palácio da Justiça – Desembargador Ernani Vieira de Souza”, árvores e um estacionamento amplo na frente. Foto 2: Detalhe do Espaço Memória, com vários arquivos históricos expostos, fotos antigas em molduras na parede; no canto direito, uma toga e, em uma parede de madeira, um quadro do imperador Dom Pedro II.
 
Celly Silva
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
 
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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