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Sine Estadual divulga 2,9 mil vagas de emprego nesta semana

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MATO GROSSO

O Sistema Nacional de Emprego (Sine-MT), órgão ligado à Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc), divulgou, nesta semana, mais de 2,9 mil vagas de trabalho. As vagas estão distribuídas em 30 municípios, onde há unidades do Sine. O órgão também presta serviços de habilitação do seguro-desemprego e orientação para cadastro da Carteira de Trabalho digital.  

Em Sinop há disponibilidade de 318 vagas de trabalho nesta semana em 87 áreas diferentes para pedreiro, consultor de vendas, caixa de supermercado, fiscal de loja, motofretista, entre outros.

Em Cuiabá e Várzea Grande são 254 oportunidades de emprego, para 95 áreas, entre elas motorista, supervisor comercial, pintor e pedreiro. Das vagas disponíveis, 37 são para pessoa com deficiência (PCD). É preciso verificar na unidade a disponibilidade de vagas, que são ofertadas diariamente e manter o cadastro atualizado.

Na região metropolitana, o horário de atendimento dos Sines, localizados nas unidades do Ganha Tempo Ipiranga, do CPA I e do bairro Cristo Rei, em Várzea Grande, é de 8h às 18h, de segunda a sexta-feira. Já no Ganha Tempo do Várzea Grande Shopping, o horário de funcionamento vai de 10h às 18h.

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Confira as demais vagas no anexo abaixo. 

Fonte: GOV MT

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MP MT

Após 19 anos, júri condena réu que matou trabalhador por engano

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Nesta segunda-feira (24), o Tribunal do Júri de Várzea Grande julgou um homicídio ocorrido em 9 de maio de 2007. Quase duas décadas depois, Antônio Wilson Ribeiro foi condenado por homicídio qualificado e ocultação de cadáver, à pena de 13 anos de reclusão.
O caso teve origem em um episódio anterior. Anos antes, uma clínica odontológica havia sido alvo de um crime, ocasião em que uma funcionária chegou a ser feita refém. Tempos depois, William Batista Luz, paciente do estabelecimento, foi confundido com o autor daquela ocorrência.
Em 9 de maio de 2007, William retornou à clínica para dar continuidade ao tratamento odontológico. A suspeita de que ele seria o antigo criminoso desencadeou uma sequência de acontecimentos que terminou em sua morte.
Segundo a denúncia do Ministério Público, William foi algemado e retirado da clínica por um grupo de homens. A partir daquele momento, nunca mais foi visto.
Seu corpo jamais foi localizado.
A investigação, contudo, reuniu uma cadeia de evidências sobre a dinâmica dos fatos e a participação do acusado. Foram apresentados ao Conselho de Sentença depoimentos de testemunhas presenciais, elementos sobre os vínculos entre os envolvidos, dados relativos à presença do réu no contexto do crime e informações relacionadas ao veículo utilizado na retirada da vítima.
A inexistência do cadáver não impediu o reconhecimento da materialidade. O desaparecimento definitivo, as circunstâncias em que William foi visto pela última vez e o conjunto probatório permitiram a reconstrução do homicídio. A morte da vítima também foi reconhecida judicialmente como presumida, com a correspondente emissão de certidão de óbito.
Ao final do julgamento, os jurados acolheram a tese do Ministério Público e reconheceram a responsabilidade de Antônio Wilson Ribeiro pelo homicídio qualificado e pela ocultação do cadáver.
O caso também evidencia um ponto essencial: justiçamento não é Justiça. Ninguém pode investigar, julgar, condenar e executar uma pessoa por conta própria. O monopólio legítimo da aplicação da lei pertence ao Estado, justamente para impedir que a vingança privada substitua o devido processo legal.
Dezenove anos depois, mesmo sem a localização do corpo de William, o Tribunal do Júri apresentou sua resposta.
É possível esconder um cadáver. A verdade dos fatos e a resposta da Justiça, não.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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