MATO GROSSO
Sine estadual disponibiliza mais de 2,7 mil vagas de emprego nesta semana
MATO GROSSO
Os interessados devem procurar a unidade mais próxima da residência, dentre as 33 unidades do Sine-MT instaladas em 30 municípios do Estado, com os documentos pessoais, comprovante de residência e carteira de trabalho.
Em Primavera do Leste (a 240 km de Cuiabá) são 351 vagas de emprego nas áreas de trabalhador da avicultura de postura (60), servente de obras (60), operador de empilhadeira (10), estoquista (4), auxiliar técnico de refrigeração (2), instalador de equipamentos de comunicação (2) e costureira em geral (2).
Outro município em destaque é Rondonópolis (a 216 km de Cuiabá) com 216 vagas disponibilizadas, dentre elas: servente de pedreiro (40), auxiliar de operação (31), carpinteiro (10), trabalhador rural (10), auxiliar técnico de montagem (5), assistente administrativo (5).
Já o município de Confresa (a 1.116 km de Cuiabá) conta com 150 somente para operador de processo de produção. Outras 4 vagas são ofertadas para operador de caixa e motorista entregador.
No município de Diamantino (a 182 km de Cuiabá) são 152 oportunidades disponíveis para alimentador de linha de produção (104), motorista carreteiro (15), vigilante (4), montador de móveis e artefatos de madeira (3), entre outras.
Para o público em geral que mora em Cuiabá e Várzea Grande as 326 vagas estão disponibilizadas em algumas áreas, como: áreas de auxiliar de produção (107), auxiliar de limpeza (67), ajudante de açougueiro 30), auxiliar de logística (21), promotor de vendas (3), esteticista (3), biomédico (1), zelador (1).
operador de caixa, repositor de mercadorias, balconista de crediário, açougueiro, atendente de cafeteria, operador de empilhadeira e instalador de sistemas eletroeletrônicos de segurança.
Para as pessoas com deficiência (PCD) estão distribuídas 17 vagas entre estoquista, repositor de mercadorias, vigilante, empacotador a mão, auxiliar de limpeza, fiscal de prevenção de perdas e operador de caixa.
Outras vagas são para as cidades de: Água Boa (61); Alta Floresta (71); Alto Araguaia (46); Alto Taquari (67); Barra do Garças (77); Brasnorte (3); Cáceres (32); Campo Novo do Parecis (99); Campo Verde (67); Canarana (28); Colíder (77); Guarantã do Norte (18); Jaciara (51); Juara (9); Juína (53); Lucas do Rio Verde (69); Nova Mutum (189); Pontes e Lacerda (28); Sinop (184); Sorriso (57); e Tangará da Serra (42).
Quem tiver interesse também pode verificar as vagas ofertadas acessando o portal http://empregabrasil.mte.gov.br/.
Atendimento
Além do trabalho de intermediação de mão de obra, o Sine realiza serviço de habilitação do seguro desemprego, atendimento orientado sobre a utilização da Carteira de Trabalho Digital e Previdência Social. É preciso verificar na unidade a disponibilidade das vagas, que são ofertadas diariamente.
Os interessados devem comparecer aos postos de atendimento, portando documentos pessoais e comprovante de residência, facilitando os trâmites do atendimento. Procure os postos mais próximos de sua residência.
Confira a relação das vagas de emprego em anexo.
Fonte: Governo MT – MT
MATO GROSSO
Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato
Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora
A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.
A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.
Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.
Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.
Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.
O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.
Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.
Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.
Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.
Fonte: Política
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