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Setasc promove encontro de alinhamento estratégico e integração com gestores da Rede Sine Mato Grosso

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Com o objetivo de fortalecer a articulação, o alinhamento estratégico, a integração das ações do Sistema Nacional de Emprego (Sine) e apresentar as boas práticas que são realizadas no Estado, a Secretaria de Assistência Social e Cidadania (Setasc) realizou, nesta quinta-feira (22), o 1º Encontro de Gestores da Rede Sine Mato Grosso.

A capacitação, que ocorreu no auditório da Câmara de Dirigentes Lojistas de Cuiabá, reuniu mais de 75 pessoas, de 25 municípios, entre gestores do Sine, gerentes e coordenadores das unidades de atendimento, além de representantes do Conselho Estadual do Trabalho (CETB-MT), da Superintendência Regional do Trabalho (SRTE-MT) e Ministério do Trabalho e Emprego.

Atualmente, Mato Grosso conta com 36 postos do SINE em vários municípios, informou a secretária da Setasc, coronel Grasi Paes, salientando que a Rede do Sistema Nacional de Empregos existe para atender a população, principalmente os mais vulneráveis, e fazer todo o acompanhamento e encaminhamento para o mercado de trabalho.

“Temos um governo que nos proporcionou estar em primeiro lugar em empregabilidade, com vagas disponíveis em todo o Estado. Temos também o SER Família, programa idealizado pela primeira-dama Virginia Mendes, que trouxe o SER Família Capacita, a maior capacitação da história do governo de Mato Grosso, disponível para toda a população, nos 142 municípios. Quero agradecer a participação de todos e convocar os municípios que ainda não integram a Rede SINE a se credenciarem para fazer parte desse grande sistema”, destacou a secretária.

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De acordo com a coordenadora do Sine-MT, Simone Koehler, o encontro reúne gestores e coordenadores das unidades de atendimento do Sistema Nacional no Estado. “A intenção é integrar essas equipes, além de prestar orientações e fornecer informações sobre cursos de qualificação profissional que serão disponibilizados ao público do Sine. Queremos melhorar cada vez mais os serviços que são ofertados pela Rede”, explicou.

Após a abertura, o encontro prosseguiu com o presidente do Conselho Estadual do Trabalho, Carlo Corso, que ministrou a palestra “O Sistema Nacional de Emprego e o papel dos Conselhos de Trabalho, Emprego e Renda”. Na sequência, Gerson Antônio Delgado, da Superintendência Regional do Trabalho de Mato Grosso, falou sobre “Aprendizagem- Ponte para a Transformação Social”.

A formação prosseguiu à tarde, com palestra da coordenadora de Qualificação Profissional da Setasc, Marcela Barbosa, que conversou com os participantes do evento sobre a execução dos cursos de qualificação profissional que serão realizados para o público do Sine; apresentação de boas práticas realizadas da Rede Sine MT, com a participação das unidades de atendimento de Juína, Juara e Sorriso; e planejamento do segundo semestre 2025.

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Fonte: Governo MT – MT

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Referência no Estado, MT Hemocentro realiza tratamento de 254 hemofílicos

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Unidade referência no tratamento da hemofilia no Estado, o MT Hemocentro, único banco de sangue público de Mato Grosso, atende atualmente 254 pacientes hemofílicos em sua sede em Cuiabá.

Aline Evelly da Cruz levou um choque ao descobrir que o filho Daniel Lima, 7 anos, era portador de hemofilia A, pois não conhecia a doença.

“A descoberta foi quando ele ainda engatinhava e ficava com muitos hematomas. Daí levamos no médico para fazer acompanhamento e a médica disse que poderia ser a doença e encaminhou ele para fazer os exames no MT Hemocentro. Pra nós, foi um choque porque eu nunca tinha ouvido falar sobre e, depois de muitas pesquisas, eu consegui entender o que os médicos falavam e o porquê de ele ter a doença”, relatou.

Nesta sexta-feira (17.4), é comemorado o Dia Mundial da Hemofilia com o objetivo de conscientizar a população sobre a hemofilia.

Aline disse ainda que o tratamento do MT Hemocentro é essencial para o filho ter qualidade de vida.

“O acompanhamento dos médicos é ótimo, agradeço pela paciência e pela ajuda. Agradeço pela equipe do ambulatório também que tem todo cuidado com ele quando precisa tirar sangue. Hoje ele faz um tratamento de 15 em 15 dias, ele joga bola e anda de bicicleta e tá tudo bem.”

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Moradora de Mirassol d’Oeste, Alessandra Souza Dias, tia de Anderson dos Santos, 9 anos, e de Lucas André dos Santos, 5 anos, ambos com hemofilia A, também elogiou o atendimento recebido em Cuiabá.

“Quando descobrimos que eles tinham a falta desse fator no organismo, a gente entrou em desespero. Mas a gente conseguiu ajuda e fomos no Hemocentro e, desde o primeiro momento, fomos bem recebidos. Toda dúvida que a gente tem eles respondem e as enfermeiras e os médicos são muito atenciosos. A gente agradece muito todo apoio e cuidado, sempre que precisamos eles estão prontos para ajudar.”

O diretor da unidade, Fernando Henrique Modolo, destacou que o MT Hemocentro é referência para o tratamento de pacientes hemofílicos em Mato Grosso.

“A unidade possui uma equipe multidisciplinar com diversas especialidades médicas para garantir o tratamento especializado e humanizado para esses pacientes. Na sede, os pacientes podem fazer todos os exames necessários e realizar o tratamento de acordo com a sua necessidade sem precisar de mais deslocamentos”, destacou.

Atualmente, a unidade possui uma equipe composta por 38 servidores, entre eles: médicos (hematologista, cardiologista, ortopedista, clínico geral e médico da dor), enfermeiros, técnicos de enfermagem, psicólogo, assistente social, fisioterapeutas e nutricionista.

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Saiba mais sobre a hemofilia

A hemofilia é uma doença genética, que não tem cura e está ligada ao cromossomo X. Ela tem dois fatores, que são o da hemofilia A, em que o paciente apresenta deficiência do fator VIII, e hemofilia B, em que o paciente apresenta deficiência do fator IX.

Quando alguém sofre um corte e ocorre perda de sangue, substâncias do organismo atuam para interromper o fluxo, em um mecanismo conhecido como coagulação. No entanto, indivíduos com hemofilia não possuem esses elementos essenciais, o que faz com que o sangramento seja mais intenso e prolongado do que o habitual.

O diagnóstico pode ser realizado após o histórico de sangramento excessivo ou pequenos traumas e hematomas na pele, dor forte, aumento da temperatura e restrição de movimento, observado nos dois primeiros anos de vida, principalmente em meninos.

As articulações também podem ser prejudicadas, as mais comuns são os joelhos, tornozelos e cotovelos. Após observar sintomas como esses, é preciso direcionar a pessoa para uma unidade de saúde a fim de garantir o devido diagnóstico e tratamento.

*Sob a supervisão de Luiza Goulart

Fonte: Governo MT – MT

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