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SES faz captação de rins, fígado e córneas em Cuiabá

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A Central Estadual de Transplantes (CET), da Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT), realizou, na tarde desta quinta-feira (27.3), no Hospital Municipal de Cuiabá (HMC), um procedimento de captação de múltiplos órgãos, sendo dois rins, um fígado e duas córneas. Esses órgãos e tecidos vão beneficiar cinco pacientes que aguardam em fila para transplante.

Essa foi a segunda captação de múltiplos órgãos, após constatada a morte encefálica do doador, realizada em Mato Grosso em 2025. No total, foram captados cinco órgãos sólidos e quatro tecidos (córneas). Em 2024, foram realizadas 13 captações de múltiplos órgãos no estado.

Segundo a coordenadora da Central Estadual de Transplantes, Anita Ricarda da Silva, a Central Estadual de Transplantes sempre realiza capacitações aos profissionais dos hospitais notificadores e isso vem sendo demostrado na organização e condução do processo de doação e transplantes.

Anita também destacou a importância da retomada pelo Governo do Estado da realização de transplante renal pelo Sistema Único de Saúde (SUS) em Mato Grosso, que começou a ser realizada em março no Hospital e Maternidade São Mateus, em Cuiabá.

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“A Coordenadoria Estadual de Transplantes também desenvolve ações de sensibilização aos profissionais de saúde e à sociedade em geral sobre a importância da doação de órgãos e tecidos para transplantes”, explicou.

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Mato Grosso pratica menor alíquota de ICMS do país; preço dos combustíveis é resultado de fatores de mercado

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Mato Grosso pratica a menor alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) do país sobre o etanol hidratado. No estado, a alíquota é de 10,5%, enquanto nos demais estados a carga tributária varia entre 12% e 22%.

O preço dos combustíveis pago pelo cidadão é influenciado por diversos fatores da cadeia produtiva, que vão desde o valor do petróleo no mercado internacional até os custos de distribuição, revenda e a incidência de tributos federais e estaduais, que variam conforme o produto.

Entre os benefícios concedidos na cadeia de combustíveis, destaca-se o setor de aviação, que conta com redução da base de cálculo do ICMS sobre o querosene de aviação (QAV), resultando em carga tributária entre 2,72% e 7%, com finalidade de fomentar a aviação regional, conforme critérios previstos na legislação.

Também recebem incentivos o gás natural (GNV), com carga reduzida de 2%, e o etanol anidro produzido no estado, que conta com abatimento de R$ 0,23 por litro no valor do ICMS devido.

Apesar de compor o preço final, o tributo estadual é apenas um dos elementos do valor pago pelo consumidor. Entre os principais fatores que influenciam o preço estão o custo de produção ou importação do combustível, a política de preços das refinarias, além das despesas com transporte, armazenamento e a margem de lucro de distribuidores e postos revendedores.

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Além disso, também há incidência de tributos federais, como PIS/Cofins, que integram a composição do preço.

A forma de tributação também influencia essa composição. Para combustíveis como gasolina, etanol anidro, diesel, biodiesel e gás liquefeito de petróleo (GLP), o ICMS segue o modelo ad rem, definido pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), com valor fixo em reais por litro. Nesses casos, o imposto é recolhido uma única vez na cadeia, geralmente na etapa de produção ou importação.

Já para o querosene de aviação (QAV), o etanol hidratado e o gás natural (GNV e GNL), a tributação é sobre o valor do produto. Nesses casos, o cálculo do ICMS utiliza o Preço Médio Ponderado ao Consumidor Final (PMPF), apurado pela Secretaria de Fazenda (Sefaz), que reflete os preços efetivamente praticados no mercado.

Assim, quando há redução nos preços ao consumidor, o PMPF também diminui, resultando em menor base de cálculo do ICMS e, consequentemente, em menor valor de imposto a ser recolhido. Da mesma forma, aumentos nos preços praticados levam à elevação do indicador.

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Fonte: Governo MT – MT

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