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MATO GROSSO

SES alerta para cuidado no uso de pomadas e pastas modeladoras para o cabelo

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MATO GROSSO

A Secretaria de Estado de Saúde (SES) divulga uma comunicação de risco para o uso e a venda de pomadas e pastas modeladoras não autorizadas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), devido ao risco de efeitos colaterais e intoxicações associados ao uso de produtos irregulares, comercializados sem autorização sanitária, para modelar ou trançar os cabelos.

Segundo o Ministério da Saúde, os eventos adversos mais comuns são vermelhidão nos olhos (hiperemia ocular), inflamação da córnea (ceratite), irritação nos olhos, reações alérgicas, cegueira temporária e sensação de queimação nos olhos.

A superintendente de Vigilância em Saúde da SES, Alessandra Moraes, recomenda que a população utilize apenas pomadas listadas no site da Anvisa, pois passaram por avaliação sanitária e são consideradas seguras quando usadas conforme as orientações do fabricante.

“Queremos alertar a população, principalmente, por conta do período de Carnaval, que é quando há um uso maciço desse tipo de pomada modeladora para cabelo, para os riscos de utilizar produtos irregulares. Mato Grosso não teve registros de intoxicação, mas no Rio de Janeiro, por exemplo, já houve mais de 500 casos”, explicou.

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A comunicação de risco da SES foi encaminhada aos serviços de saúde, Escritórios Regionais de Saúde (ERS) e aos municípios de Mato Grosso como uma forma de prevenção.

“É muito importante que tanto os estabelecimentos do setor regulado, como comércio, distribuidores, salões de beleza e profissionais da estética, quanto as pessoas em geral consultem o site da Anvisa e utilizem apenas as pomadas autorizadas para não terem problemas nenhum”, acrescentou.

O coordenador de Vigilância Sanitária da SES, Marcos Roberto Dias, destaca também a importância de as Vigilâncias Sanitárias Municipais realizarem ações para a fiscalização e a notificação de comercialização de produtos não autorizados pela Anvisa, bem como da notificação de casos associados ao uso desses produtos no site da Anvisa.

“Quem tiver contato com algum desses produtos e apresentar sintomas de intoxicação, como ardor, irritação ocular, dificuldade visual ou náuseas, deve interromper o uso e procurar uma unidade de saúde imediatamente”, informou.

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Corpo de Bombeiros combate três incêndios florestais neste domingo (11)

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O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) combate, neste domingo (11.10), três incêndios florestais registrados nos municípios de Juruena, Santa Terezinha e Rosário Oeste.

Em todas as ocorrências, os bombeiros atuam de forma estratégica para conter o avanço das chamas, extinguir os incêndios, monitorar as áreas atingidas e proteger vidas, propriedades rurais e o meio ambiente.

As operações contam, conforme a necessidade de cada ocorrência, com o apoio do Grupo de Aviação Bombeiro Militar (GAvBM), da Defesa Civil Estadual, do Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer) e da Polícia Militar. A atuação integrada das forças amplia a capacidade de resposta e fortalece o combate aos incêndios florestais em Mato Grosso.

Focos de calor

Em Mato Grosso, foram registrados 34 focos de calor nas últimas 24 horas, conforme a última checagem realizada às 17h no Programa BDQueimadas, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Os dados são do Satélite de Referência (Aqua Tarde). Desse total, 30 focos foram registrados na Amazônia e quatro focos no Cerrado.

Em Terras Indígenas, foi identificado um foco de calor na Terra Indígena Aripuanã, em Aripuanã.

É importante destacar que um foco de calor, isoladamente, não caracteriza um incêndio florestal. O foco de calor é um indicativo de uma área com temperatura elevada, detectada por satélites, que pode ou não estar associada à ocorrência de fogo. Já um incêndio florestal, em geral, é identificado pelo conjunto de diversos focos de calor concentrados em uma mesma área. No caso das terras indígenas, o combate aos incêndios deve ser realizado por órgãos do Governo Federal, uma vez que o Estado não possui autorização para atuar.

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Fiscalização – Operação Infravermelho

O Corpo de Bombeiros Militar também realiza o monitoramento do uso irregular do fogo no âmbito da Operação Infravermelho. Esse monitoramento é realizado a partir da Sala de Situação Central, instalada no Batalhão de Emergências Ambientais (BEA), em Cuiabá.

Com o apoio de imagens de satélite e outras tecnologias, a operação tem como objetivo identificar, de forma antecipada, áreas com risco de incêndio florestal ou onde o fogo já tenha sido iniciado de maneira ilegal, atuando tanto na prevenção quanto na responsabilização dos infratores.

Incêndios extintos

Desde o início do período proibitivo do uso do fogo em Mato Grosso, o Corpo de Bombeiros Militar já atuou na extinção de incêndios nos municípios de Água Boa, Araguaiana, Aripuanã, Barra do Garças, Boa Esperança do Norte, Bom Jesus do Araguaia, Campo Verde, Canabrava do Norte, Canarana, Chapada dos Guimarães, Cocalinho, Colíder, Colniza, Dom Aquino, Feliz Natal, Guarantã do Norte, Guiratinga, Juara, Lambari D’Oeste, Luciara, Marcelândia, Matupá, Nova Bandeirantes, Nova Maringá, Nova Nazaré, Nova Ubiratã, Nova Xavantina, Novo Santo Antônio, Novo São Joaquim, Paranatinga, Peixoto de Azevedo, Poxoréu, Primavera do Leste, Ribeirão Cascalheira, Rondonópolis, Rosário Oeste, Santa Terezinha, São Félix do Araguaia, União do Sul e Vila Rica.

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Proibição do uso do fogo

O CBMMT reforça o alerta à população sobre a proibição do uso do fogo para limpeza e manejo de áreas rurais nos biomas Amazônia, Cerrado e Pantanal, entre 1º de julho e 30 de novembro de 2026. Nas áreas urbanas, o uso do fogo é proibido durante todo o ano.

O uso irregular do fogo pode configurar crime ambiental e está sujeito às penalidades previstas em lei. Além de ser proibida, a prática representa riscos à segurança pública, à saúde da população e ao meio ambiente. Casos de uso irregular do fogo, inclusive em áreas urbanas, devem ser denunciados pelos números 193 (Corpo de Bombeiros Militar) ou 190 (Polícia Militar).

Fonte: Governo MT – MT

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