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Sema participa neste sábado de plantio de mudas no trevo do Terminal Rodoviário de Cuiabá

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A Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT) é parceira no plantio de mudas que ocorrerá neste sábado (09.11), no trevo do Terminal Rodoviário de Cuiabá Eng. Cássio Veiga de Sá, a partir das 07h30. O evento é organizado pelo Programa Verde Novo, do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) e é aberto ao público. Serão plantadas 400 mudas no local.

As 20 mil mudas de árvores nativas que serão plantadas, incluindo espécies frutíferas, foram doadas pelo programa REM MT, em parceria com o Grupo Lauf, que produz mudas para recuperação florestal de seus territórios.

O Programa REM MT é coordenado pelo Governo do Estado de Mato Grosso, por meio da Sema e além dos recursos para aquisição das mudas também viabiliza o plantio com acesso a estrutura como abertura de berços e compra de substratos.

“O Programa REM MT aderiu ao Verde Novo não só com apoio financeiro para aquisição de mudas e o trabalho de plantio, mas também na divulgação da iniciativa, haja vista o momento que estamos vivendo e a importância de arborizar Cuiabá para melhorar a qualidade de vida da população. Para o Programa REM, que lida com redução de emissões de gases de efeito estufa e com mitigação das mudanças climáticas, foi uma iniciativa totalmente complementar ao que a gente faz. Por isso, nos engajamos em busca de dar amplitude e escala para esse trabalho”, comenta a chefe da Unidade de Programas e Projetos Internacionais da Sema e Coordenadora Geral do Programa REM MT, Ligia Vendramin.

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O Programa Verde Novo, do Juizado Especial Volante Ambiental (Juvam), é uma iniciativa do Poder Judiciário de Mato Grosso que desde 2017 atua na mobilização da sociedade em prol do plantio e manutenção de árvores na Capital, a fim de alcançar índices de arborização satisfatórios que contribuam para a redução da sensação térmica e aumento da umidade relativa do ar.

A engenheira florestal e profissional sênior do REM MT, Leonora Goes, explicou os benefícios do plantio de árvores: “O benefício das árvores na cidade ocorre de várias maneiras, começando pelo sombreamento. Nas áreas urbanas, o calor é absorvido e retido pelo asfalto e concreto. Quando temos as copas das árvores fazendo uma barreira à luz solar direta, bloqueamos a exposição direta e isso ajuda a reduzir a temperatura. No processo de fotossíntese, elas também ajudam na absorção de dióxido de carbono (CO2), um gás que contribui para retenção do calor na atmosfera, sem falar que elas também promovem a filtragem do ar, removendo partículas de poeira e outros tipos de poluentes”, explica Leonora.

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O Programa Verde Novo, Sema e Programa REM firmaram parceria com objetivo de plantar 300 mil mudas na Capital nos próximos cinco anos, como forma de fortalecer o trabalho de arborização da cidade. A ação é parte do projeto Revolução Verde que reúne poder público, iniciativa privada e sociedade.

Fonte: Governo MT – MT

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“Ficou muito melhor fazer o cadastro aqui com a ajuda da equipe”, afirmou pescador em Rondonópolis

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A rotina de quem vive da pesca começa cedo, exige paciência e, muitas vezes, enfrenta desafios que vão além das águas dos rios. Em Rondonópolis, pescadores profissionais artesanais que participaram do cadastramento presencial do Repesca compartilharam histórias de trabalho, dificuldades e esperança durante a ação promovida pelo Governo de Mato Grosso, por meio da Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc-MT).

O atendimento ocorreu nos dias 17 e 18 de junho, no Ganha Tempo de Rondonópolis, com o objetivo de auxiliar pescadores na realização de novos cadastros e na atualização de informações para acesso ao programa. A iniciativa já passou pelos municípios de Poconé e Santo Antônio de Leverger e seguirá para Cáceres nos dias 22 e 23 de junho.


Foto: Darlene Marques | Setasc-MT

Morador de Rondonópolis, Laércio Dias conhece de perto a realidade de quem depende da pesca para sobreviver. Acostumado a pescar nas águas do Rio Vermelho, ele conta que o atendimento presencial facilitou o processo de cadastramento.

“Ficou muito melhor fazer o cadastro aqui com a ajuda da equipe. Sozinho é difícil, porque a gente nem sempre tem conhecimento para fazer tudo pela internet. Esse auxílio vai ajudar muito. Nós sofremos bastante com as dificuldades da pesca e com as mudanças que aconteceram nos últimos anos. Qualquer ajuda faz diferença dentro de casa”, afirmou.

A pescadora Lucinete Ferreira Batista também carrega uma história construída às margens dos rios da região. Moradora da comunidade Vila Nova, próxima a Juscimeira, ela conta que cresceu convivendo com a pesca e transformou a atividade em complemento essencial para a renda familiar.

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Durante muitos anos, Lucinete enfrentou longas jornadas de canoa pelos rios da região. Chegava a permanecer três ou quatro dias pescando para conseguir vender o pescado e garantir recursos para despesas básicas da casa.


Foto: Darlene Marques | Setasc-MT

“Eu subia o rio de canoa e ficava dias pescando para conseguir um dinheirinho. Era assim que eu ajudava a comprar alimento, pagar energia e manter a casa. Minha renda era muito baixa e a pesca sempre ajudou a complementar”, relembrou.

Atualmente morando sozinha e vivendo com recursos limitados, ela acredita que o Repesca poderá trazer mais tranquilidade para o orçamento.

“Vai ajudar bastante. Hoje eu moro sozinha e tenho pouca renda. Tudo que vier para ajudar faz diferença. A pesca sempre foi minha vida e continua sendo minha forma de sobreviver”, disse.

A relação com os rios também faz parte da trajetória de Vanusa de Oliveira. Há mais de 15 anos na atividade, ela e o marido sustentaram a família por meio da pesca artesanal e criaram os filhos às margens dos rios da região.

Segundo Vanusa, a atividade se tornou mais difícil nos últimos anos, exigindo ainda mais esforço dos pescadores para garantir o sustento da família.


Foto: Layse Ávila | Setasc-MT

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“No começo era mais fácil. A gente conseguia pescar mais e tirar o sustento da família. Hoje está mais difícil, mas continuamos lutando porque é da pesca que vivemos. Eu e meu marido dependemos disso para sobreviver”, relatou.

Mãe de cinco filhos, ela conta que toda a família foi criada com os recursos obtidos na atividade pesqueira. Atualmente, faz trabalhos temporários quando surgem oportunidades, mas ainda depende da pesca como principal fonte de renda.

“Minhas contas estão atrasadas e os bicos nem sempre aparecem. Muitas vezes passo o dia inteiro no rio para conseguir um peixe e garantir comida dentro de casa. Esse auxílio chega em uma hora importante e vai ajudar muito a nossa família”, afirmou.

O Repesca é destinado aos pescadores profissionais artesanais que exercem a atividade de forma autônoma, individualmente ou em regime de economia familiar, sem vínculo empregatício, e que tenham a pesca como principal meio de subsistência. A iniciativa do Governo de Mato Grosso busca garantir proteção social e apoio financeiro aos trabalhadores impactados pelas mudanças na atividade pesqueira.


Foto: Darlene Marques | Setasc-MT

Para os pescadores atendidos em Rondonópolis, o programa representa mais do que um auxílio financeiro. É o reconhecimento de uma atividade que há gerações garante o sustento de milhares de famílias mato-grossenses e mantém viva uma tradição construída às margens dos rios do Estado.

Fonte: Governo MT – MT

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