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Sema-MT devolve à natureza jaguatirica após três meses em tratamento

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Uma jaguatirica, resgatada em agosto deste ano, no município de Denise (218 km distante de Cuiabá), pela Diretoria de Unidade Desconcentrada (DUD) de Tangará da Serra, recebeu cuidados veterinários após ser atropelada e foi devolvida à natureza no último dia 22 de novembro.

O animal recebeu tratamento especializado, por três meses, em uma das clínicas credenciadas junto à Secretaria de Estado de Meio Ambiente de Mato Grosso (Sema-MT). Foram realizados exames de imagem e de sangue, cuidados intensivos com medicamentos e controle da dor. Não houve fratura ou outra complicação que impedisse sua soltura. O tratamento foi acompanhado pela gerência de Fauna Silvestre da Sema-MT.

Um microchip foi implantado no dorso do animal, sob a pele, no mesmo local feito em animais de estimação, explica o veterinário e gerente de Fauna Silvestre da Sema-MT, Fernando Siqueira. Este monitoramento serve para identificar o animal com um leitor de microchip, em caso de captura futura.

A soltura foi realizada pela DUD de Tangará da Serra em área próxima em que o animal foi encontrado, após estar totalmente apto a retornar ao habitat natural.

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A clínica veterinária Anjo da Guarda, localizada em Várzea Grande, realizou o tratamento. Ela é uma das quatro clínicas credenciadas para o cuidado veterinário da fauna silvestre. O Governo de Mato Grosso investe neste ano R$ 800 mil para esta ação, com recursos previstos no Plano Estadual de Combate ao Desmatamento Ilegal e Incêndios Florestais. 

Denúncias ou entrega voluntária de animais 

Para denunciar, solicitar resgate ou entrega voluntária de animais silvestres, basta entrar em contato com a Sema pelo telefone 0800 065 3838 ou com o Batalhão de Polícia Militar de Proteção Ambiental pelo 190 ou (65) 99987-4024. 

Veja o vídeo clicando AQUI.

Fonte: GOV MT

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MATO GROSSO

Polícia Civil localiza corpo de vítima e prende autores de execução em Sorriso

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A Polícia Civil de Mato Grosso esclareceu, nesta quarta-feira (29.4), um homicídio e ocultação de cadáver de David Fernandes de Sousa, de 21 anos, com a identificação e prisão de três envolvidos nos crimes, em Sorriso. A morte da vítima está relacionada à possível rixa entre facções criminosas.

As investigações da Delegacia de Sorriso apontaram que os três criminosos eram amigos da vítima e passaram a desconfiar que o amigo pertencia a uma facção rival, fato que teria motivado o crime. Eles responderão pelos crimes de homicídio qualificado, ocultação de cadáver e organização criminosa.

Com o esclarecimento do crime, Sorriso apresenta índice de 100% dos homicídios elucidados, com a identificação e a prisão dos autores no município.

David Fernandes de Sousa era considerado desaparecido desde o dia 5 de abril, quando sua mãe procurou a Polícia Civil para registrar o boletim de ocorrência. Segundo informações, há 15 dias, o jovem estava dividindo aluguel com um amigo e, após esse período, não teve mais notícias.

Com base nas informações repassadas, os policiais da Delegacia de Sorriso iniciaram as investigações e conseguiram identificar um dos suspeitos, de 22 anos, integrante de facção criminosa, com envolvimento no desaparecimento e morte de David.

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Em continuidade às diligências, os policiais conseguiram localizar e prender o suspeito, que confessou a participação no homicídio e na ocultação de cadáver do jovem, bem como revelou a localização do corpo e o envolvimento de outros integrantes no grupo.

Com a possível localização do corpo, os policiais foram até o local e, após escavarem, conseguiram encontrar o corpo enterrado em uma cova rasa, em uma região de mata do município.

Os outros dois suspeitos já haviam sido presos na semana passada por envolvimento com tráfico de drogas. Os três suspeitos foram autuados em flagrante por ocultação de cadáver e organização criminosa e responderão, em inquérito policial, pelo homicídio.

Segundo o delegado Bruno França, responsável pelas investigações, os suspeitos eram amigos da vítima, porém, após desconfiarem que ele integrava uma facção criminosa rival, decidiram executá-lo.

“A vítima foi morta estrangulada com o cadarço do próprio sapato e, posteriormente, teve o corpo ocultado, em uma evidente situação de rixa entre grupos criminosos”, disse o delegado.

As investigações seguem em andamento para identificar outros possíveis envolvidos no crime.

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Fonte: Governo MT – MT

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