CUIABÁ
Search
Close this search box.

MATO GROSSO

Sema e Seaf firmam acordo de cooperação para a regularização ambiental de pequenos produtores

Publicado em

MATO GROSSO

A Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT) promoveu, nessa sexta-feira (29.11), uma reunião de alinhamento para auxiliar os pequenos produtores na regularização de projetos de crédito fundiário em Tangará da Serra, abrangendo 319 famílias.

O encontro foi conduzido pela secretária adjunta de Gestão Ambiental da Sema, Luciane Bertinatto, e resultou em um acordo de cooperação mútua firmado entre Sema, Secretaria de Estado de Agricultura Familiar (Seaf), Sindicato Rural e Prefeitura de Tangará da Serra, Instituto Produzir Conservar e Incluir (PCI), Empresa Mato-grossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural (Empaer) e Programa REM Mato Grosso.

O acordo busca projetos de eficiência produtiva das propriedades, com a meta de apoiar as lideranças dos assentamentos e atuar como intermediário para facilitar a comunicação e o entendimento do projeto de regularização.

A secretária adjunta Luciane Bertinatto destaca que a iniciativa é considerada inédita no Estado, e é importante para auxiliar os pequenos produtores no processo de regularização de suas terras.

“Durante o mutirão do CAR Digital realizado no município, identificamos que de 1.600 cadastros, cerca de 1.300 são de pequenos produtores. Por isso, a iniciativa de aproximar esse público das instituições é muito importante. Além disso, esse é um trabalho inédito em nosso estado, pois até então não tinhamos nenhum sindicato atendendo o pequeno produtor como prioridade”, observa.

Leia Também:  PM prende suspeitos de furtos em propriedades rurais, apreende armas e recupera produtos

O presidente do Sindicato Rural de Tangará da Serra, Romeu Ciochetta, ressalta a parceira da instituição para o trabalho junto da Sema e putras entidades.

“Esse acordo de cooperação entre as instituições é muito importante para que a gente consiga desempenhar um trabalho eficaz, diante dessa característica do nosso município de ter grande quantidade de pequenos produtores. Vamos buscar atender a todos e auxiliá-los nos projetos de regularização”.

Fonte: Governo MT – MT

Propaganda

MATO GROSSO

Sema monitora mais de 400 planos de manejo em execução no estado de Mato Grosso

Publicados

em

A Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT) monitora, atualmente, 402 planos de manejos autorizados e em execução. O Estado possui 5,2 milhões de hectares em áreas de manejo e a meta é chegar até 6,5 milhões até 2040.

Nesta quinta-feira (25.6), equipes do órgão ambiental participaram de uma imersão prática na Fazenda Leonel Bedin, em Ipiranga do Norte, onde cerca de 150 pessoas acompanharam em campo as etapas do manejo em uma área de 300 hectares.

A atividade integrou a programação da 6ª edição do Dia na Floresta, promovida pelo Centro das Indústrias Produtoras e Exportadoras de Madeira do Estado de Mato Grosso (Cipem).


“Quando nós olhamos para as áreas de manejo, a incidência é de menos de 10% de desmatamentos posteriores e também não há incidência de incêndios florestais porque essas áreas possuem acessos e mantém toda uma estrutura”, destacou a secretária de Estado de Meio Ambiente, Mauren Lazzaretti.

Ela explicou que o manejo florestal não se confunde com a supressão de vegetação. “A incidência de ilegalidade nos desmatamentos é superior do que em manejo florestais sustentáveis”, assegurou.

No manejo florestal, conforme a secretária, existem critérios a serem seguidos para o levantamento florestal e realização do inventário dos indivíduos existentes na área contemplada no projeto de manejo. A partir desses dados e levando em consideração a renovação da floresta, é estabelecida uma matriz com a indicação do quanto é possível ser extraído do manejo.


“O Brasil tem critérios técnicos muito mais especializados do que em os outros países, que não possuem um regramento que faça uma composição que considera a especificidade de cada área. Em Mato Grosso nós possuímos várias matrizes, pois as regiões são diferentes. Mas ao final, todos esses critérios levam para o objetivo principal que é manter a floresta para o novo ciclo”, ressaltou Lazzaretti.

Leia Também:  Nova unidade do Corpo de Bombeiros em Água Boa fortalece atendimento na região do Araguaia

O processo para autorização do manejo florestal, segundo a secretária, começa com a elaboração do projeto pelo empreendedor. O órgão ambiental recebe todos os dados de forma digital, com 100% do inventariado e georreferenciado.

Na sequência, os dados são analisados pelos técnicos que atuam no licenciamento e se tudo estiver de acordo com a legislação, inclusive o Cadastro Ambiental Rural (CAR) validado, a Sema emite a autorização de exploração florestal.

“Com a emissão da autorização, nós temos uma estrutura de monitoramento e passamos a confrontar as imagens de área que nós temos com a exploração que acontece em campo e com a comercialização desses produtos no nosso sistema Sisflora 2.0, que acompanha o corte, a secção, o transporte e o comércio de todo o produto florestal deste manejo”, explicou.

Segundo a secretária, o monitoramento contínuo permite ao órgão ambiental acompanhar se a exploração está ocorrendo exatamente onde foi autorizada e se a árvore que foi cortada e informada no sistema é compatível com a que foi apresentada no projeto.

Para o presidente do Cipem, Gleisson Tagliari, o manejo representa um compromisso de longo prazo com a manutenção da floresta em pé, capaz de manter a área produtiva e preservada nas décadas seguintes.

“Quando você faz manejo florestal, assume um compromisso de garantir que aquela propriedade permaneça com floresta e que, daqui a 25 ou 30 anos, exista um novo ciclo de madeira. Ou seja, você promove também a conservação das nossas florestas. Levar esse conhecimento adiante traz mais credibilidade, mais visibilidade e gera mais confiança sobre o trabalho desenvolvido pelo setor”.

Leia Também:  Empreendedores de Cuiabá, Várzea Grande e Tangará da Serra podem se inscrever para capacitação gratuita

Nas áreas de manejo, o corte das árvores é feito de maneira seletiva, respeitando o ciclo de vida dos indivíduos. Árvores que já cumpriram o seu papel na natureza são colhidas de forma estratégica, minimizando o impacto ambiental e dando espaço para que suas filhas possam crescer para proliferação da espécie.


Imersão na floresta

Durante a trilha técnica, os participantes percorreram trechos da floresta acompanhados por especialistas. A atividade contou com apoio tecnológico do aplicativo Madereiro, G2R Soluções tecnológicas, que fornece em tempo real o mapa da área, árvores catalogadas e a classificação das espécies por um sistema de cores.

Fechando o ciclo, os participantes visitaram a Madeireira São Miguel, em Sinop, para conhecer de perto as etapas da indústria, acompanhando a transformação de toras brutas em matéria-prima pronta para uso na construção civil, fabricação de móveis ou outros setores.

O Dia na Floresta 2026 contou com o apoio de diversas entidades, entre elas, a Sema, a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico de Mato Grosso (Sedec), Universidade Federal de Mato Grosso, Corpo de Bombeiros Militar, Associação Mato-grossense dos Engenheiros Florestais (AMEF) e vários sindicatos.

Fonte: Governo MT – MT

Continue lendo

CIDADES

POLÍTICA

MULHER

POLÍCIA

MAIS LIDAS DA SEMANA