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Seduc premia professores do ensino fundamental por boas práticas no ensino de língua inglesa

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A Secretaria de Estado de Educação (Seduc) premiou, nesta sexta-feira (12.12), os professores vencedores da 1ª edição do Prêmio Mais Inglês: Boas Práticas no Ensino Fundamental. A cerimônia foi realizada ao longo do dia, no auditório da Seduc, em Cuiabá, reunindo docentes finalistas da Rede Estadual.

Durante o evento, os nove professores selecionados para a etapa final apresentaram suas experiências pedagógicas em formato de slides, com fotografias, pequenos vídeos e registros visuais que reforçaram o relato das atividades realizadas em sala de aula.

Cada participante teve cerca de cinco minutos para expor, de forma objetiva, o resumo da prática desenvolvida para uma banca avaliadora composta por três profissionais da área integrante da empresa Pearson e por três servidores da Coordenadoria de Educação Integrada e Inovação da Seduc.

Os primeiros colocados nas três categorias participarão de um intercâmbio pedagógico de cinco dias na Colômbia. Já os 2º e 3º colocados foram contemplados com kits de prêmios ofertados pela Pearson.

O professor Paulo Henrique Brito, da Escola Estadual Dom Vunibaldo, em Juscimeira, foi 1º lugar na categoria Leitura sem Fronteiras. Ele disse que a expectativa em relação à viagem é grande. “Foi emocionante ganhar porque os desafios para chegar aqui foram grandes. Realizar essa viagem à Colômbia será maravilhoso”, disse.

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Já a professora Mariane Ponce Alves Carlini, da Escola Estadual Cívico-Militar Cecília Meireles, de Alta Floresta, foi a campeã na categoria Aula que Inova! “Estou feliz por ter ganho esse prêmio. Digo isso com toda autoridade porque a Seduc, com a Pearson, revolucionou o ensino do inglês na sala de aula, e as formações continuam nos preparando para trabalhar novas práticas em sala de aula”.

A professora Aérica Bezerra da Silva, da Escola Estadual Cívico-Militar Hilda Rocha Souza, de São Félix do Araguaia, também comemorou muito a conquista do primeiro lugar na categoria Inglês para Todos. “Foi muito bom participar desse concurso! Estou muito satisfeita vendo o meu trabalho reconhecido. Vou aproveitar a viagem ao máximo”.

Segundo o secretário de Estado de Educação, Alan Porto, a iniciativa teve como propósito evidenciar as boas práticas que já vêm sendo desenvolvidas nas escolas. “Estamos muito satisfeitos com o empenho de vocês. Sem dúvida, nossos estudantes têm colhido resultados, especialmente no avanço da aprendizagem da língua inglesa”, destacou.

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Premiação

A programação na Colômbia prevê visita técnica a uma escola pública reconhecida por práticas consistentes no ensino de inglês como língua adicional. No período, os professores poderão observar aulas, participar de oficinas, dialogar com educadores e analisar metodologias aplicadas em contextos semelhantes ao brasileiro.

O foco da experiência é ampliar o repertório metodológico dos docentes, incentivar a inovação em sala de aula e fortalecer práticas que contribuam para elevar a qualidade do ensino de Língua Inglesa na rede estadual.

Fonte: Governo MT – MT

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Polícia Civil, Crefito-9 e Vigilância Sanitária flagram falso terapeuta ocupacional que atende crianças em Cuiabá

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A Polícia Civil, o Conselho Regional de Fisioterapia e Terapia Ocupacional da 9ª Região (Crefito-9) e a Vigilância Sanitária Municipal de Cuiabá realizaram, na manhã dessa quinta-feira (18.06), uma ação conjunta de fiscalização, que constatou o exercício ilegal da profissão de um terapeuta ocupacional em uma clínica localizada no bairro Altos do Coxipó, em Cuiabá.

A fiscalização foi desencadeada após o Crefito-9 receber uma denúncia informando que um homem, de 54 anos, estaria se apresentando como terapeuta ocupacional e realizando atendimentos, principalmente de crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA), sem possuir formação ou habilitação legal para o exercício da profissão.

A Delegacia Especializada de Defesa do Consumidor foi acionada e, durante as diligências, a equipe da Decon e fiscais do Conselho Regional de Fisioterapia e Terapia Ocupacional verificaram que o suspeito não possui registro profissional nem formação compatível com a atividade exercida. Segundo os levantamentos iniciais, ele realizava atendimentos em uma clínica improvisada instalada em imóvel residencial, divulgando e oferecendo serviços típicos da terapia ocupacional.

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Além das irregularidades relacionadas ao exercício profissional, a Vigilância Sanitária Municipal constatou que o estabelecimento funcionava sem Alvará Sanitário e sem outras autorizações obrigatórias para o exercício da atividade, tendo sido lavrado termo de notificação para regularização. Os fiscais também identificaram indícios de que o local não possuía estrutura adequada para o atendimento especializado de pacientes, especialmente crianças.

No decorrer da fiscalização, foram encontrados documentos relacionados aos atendimentos realizados. Entre eles, uma nota fiscal emitida pela prestação de serviços de terapia ocupacional no valor de R$ 15.360.

Outro aspecto que chamou a atenção das equipes foi a suspeita de que parte dos atendimentos pudesse estar relacionada a pacientes beneficiados por decisões judiciais que determinam ao Poder Público o custeio de tratamentos especializados. A hipótese será apurada pela Polícia Civil no decorrer das investigações.

O delegado titular da Decon, Rogério Ferreira, destacou que a atuação integrada dos órgãos de fiscalização é fundamental para proteger consumidores e pacientes, especialmente crianças em situação de vulnerabilidade.

“Estamos tratando de uma atividade que exige formação específica, capacitação técnica e registro profissional. Quando alguém se apresenta falsamente como profissional da saúde, além de colocar em risco a segurança dos pacientes, compromete a confiança da população nos serviços especializados”, ressaltou.

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A Polícia Civil instaurou procedimento policial para apurar a prática de exercício ilegal da profissão, bem como eventual crime contra a fé pública, uso de documento falso ou outras infrações que venham a ser identificadas durante as investigações.

Fonte: Governo MT – MT

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