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Seduc inicia nesta quinta-feira (26) consulta pública sobre modelo cívico-Militar em 15 escolas

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MATO GROSSO

A Secretaria Estadual de Educação (Seduc) inicia nesta quinta-feira (26.6) uma consulta pública que se estenderá até sexta-feira (27), às 19h, para discutir a possível conversão de 15 escolas estaduais para o modelo cívico-militar.

Os pais e responsáveis legais pelos estudantes matriculados, assim como alunos maiores de 16 anos, poderão participar da votação, que ocorrerá nas escolas selecionadas e nas sedes das Diretorias Regionais de Educação (DREs), das 07h às 19h.

A votação será secreta e permitirá que os participantes expressem suas opiniões sobre a proposta de conversão, escolhendo entre as opções “Aprovo” e “Não Aprovo”, conforme as diretrizes do edital publicado no Diário Oficial. Tudo de acordo com o processo regulamentado que define as etapas e as responsabilidades para a transição.

Os resultados de cada escola serão divulgados após o encerramento da consulta, permitindo que a comunidade escolar tenha voz ativa nas decisões sobre a gestão das unidades de ensino.

O secretário de Estado de Educação, Alan Porto, reforça que o modelo cívico-militar mantém o currículo tradicional da rede com professores responsáveis pelo ensino, enquanto os militares da reserva contribuem para a organização e disciplina das unidades.

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O processo de contratação dos militares da reserva que vão atuar nos pátios das novas unidades já foi iniciado, com a publicação de editais nos 13 polos regionais de educação.

O processo também inclui formação e treinamento de diretores, coordenadores, professores, monitores e demais servidores para que estejam aptos a implementar o novo modelo de gestão.

Atualmente, Mato Grosso tem 87 escolas estaduais em modelo cívico-militar, segundo a Seduc. De acordo com o órgão, a meta é chegar a 100 unidades, ampliando a oferta de ensino para milhares de jovens mato-grossenses. O número total de escolas na rede é de 628 unidades.

Escolas que vão realizar votações:

Cuiabá – EE Professora Zélia Costa de Almeida

Cuiabá – EE Gustavo Kulman

Cuiabá – EE Professora Maria Hermínia

Primavera do Leste – EE Alda Gawlinski Scopel

Nova Mutum – EE José Aparecido Ribeiro

Pedra Preta – EE Dez de Dezembro

Alto Taquari – EE Carlos Irigaray Filho

Rondonópolis – EE Major Otávio Pitaluga

Rondonópolis – EE Marechal Dutra

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Rondonópolis – EE Professora Elizabeth Magalhães

Sinop – EE Nossa Senhora de Lourdes

Sinop – EE Olímpio João Pissinati Guerra

Sinop – EE Nossa Senhora da Glória

Lucas do Rio Verde – EE Angelo Nadin

Peixoto de Azevedo – EE Kreen Akarope

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Governo pagou R$ 206 milhões por obras do BRT até o momento; apenas venda do VLT rendeu R$ 915 milhões

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O Governo de Mato Grosso pagou até o momento, R$ 206 milhões referentes às obras de implantação do Sistema BRT em Mato Grosso. No total, já foram contratados R$ 533 milhões para as obras de infraestrutura, construção de estações e terminais.

Este valor é inferior ao que foi arrecadado pelo Governo com a venda de vagões e equipamentos do VLT, que totalizam R$ 915 milhões.

O secretário de Estado de Infraestrutura e Logística, Marcelo de Oliveira, explica que os valores são a soma de quatro contratos feitos até o momento. “Precisamos esclarecer o que eu acredito que não seja má fé, mas talvez um equívoco sobre os valores gastos pelo Governo nas obras do BRT”, explica.

O primeiro contrato assinado, com o Consórcio Construtor BRT, previa a implantação total da infraestrutura do sistema, mas foi rescindido devido a não execução das obras por parte das empresas responsáveis. Este contrato tinha o valor de R$ 468 milhões, mas o Governo pagou R$ 130 milhões, incluindo os valores de reajustes inflacionários.

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Esse recurso foi utilizado na implantação total da infraestrutura nas Avenidas da FEB e João Ponce de Arruda, em Várzea Grande, além de trechos da Avenida do CPA em Cuiabá.

Após a rescisão deste contrato, a Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra-MT) dividiu o restante da contratação em diversos lotes, como forma de acelerar o ritmo das obras. As licitações foram todas abertas à participação de empresas interessadas, incluindo disputa de propostas entre os participantes.

A segunda licitação, que está em andamento, foi feita para a implantar o restante da infraestrutura nas Avenidas do CPA e na Prainha, além do trecho entre o Aeroporto de Várzea Grande e o novo Terminal da cidade. Este contrato tem o valor de R$ 155 milhões, dos quais o Governo já pagou R$ 76 milhões.

A terceira licitação foi realizada para construir as estações, em um valor de R$ 120 milhões – ainda sem pagamentos, devido ao fato de a execução estar em seu início.

O secretário Marcelo explica que essa licitação inicialmente teve uma proposta de R$ 68 milhões, que foi rejeitada pelo fato de a empresa não ter apresentado documentos técnicos e financeiros.

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“A partir disso, nós incluímos no projeto a mudança do tipo de piso, a inclusão de portas automáticas, vidros com maior capacidade de reflexão de calor e a climatização das estações. Por isso, elas passaram para esse valor de R$ 120 milhões”, disse.

Por fim, foi realizada uma nova licitação para a contratação de uma empresa para construir os terminais, obras ainda não iniciadas, no valor de R$ 128 milhões.

“Então, foram pagos R$ 206 milhões. E eu quero dizer mais uma coisa. Com a venda dos vagões e mais alguns materiais elétricos, o Estado já arrecadou R$ 915 milhões. Então nós estamos com um superávit de quase R$ 400 milhões. A Sinfra é transparente e republicana”, concluiu o secretário.

Fonte: Governo MT – MT

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