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Secretário de Infraestrutura destaca investimentos e afirma que prioridade é concluir obras

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MATO GROSSO

O Governo de Mato Grosso investiu, por meio da Secretaria de Infraestrutura e Logística (Sinfra), mais de R$ 2,5 bilhões para asfaltar 2.505 quilômetros de estradas nos últimos quatro anos, além de promover outras diversas obras estruturantes, como a construção de pontes de concreto, a retomada da construção do Hospital Universitário Julio Muller e a implantação do Ônibus de Trânsito Rápido (BRT) na Capital e em Várzea Grande. Para os próximos anos, o principal objetivo da Pasta é a conclusão de grandes obras.

“Mato Grosso é um Estado que não para. Este é um governo que tem determinação de fazer o melhor para o Estado. É um governo que trabalhou, que fez um planejamento e está executando esse planejamento, atendendo a todos os mato-grossenses”, afirmou o secretário de Infraestrutura, Marcelo de Oliveira.

O secretário destacou que todas as regiões do Estado foram contempladas com obras importantes para garantir a melhoria da qualidade de vida dos mato-grossenses, e afirmou que novas ações estão em andamento, como a implantação de novos três mil quilômetros de asfalto e novas 127 pontes de concreto em diversos municípios, inclusive na capital, Cuiabá.

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Ele ainda ressaltou a parceria com municípios, por meio de 800 convênios, e a entrega de máquinas para a execução de obras locais, e observou que pelo menos 7 mil unidades habitacionais foram viabilizadas pelo Governo do Estado ao longo da gestão anterior. Segundo ele, novas 3.876 casas estão em fase de finalização.

Confira a íntegra da entrevista aqui.

Fonte: GOV MT

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MATO GROSSO

Polícia Civil deflagra operação e desmantela grupo criminoso ligado a facção em Cuiabá

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A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, nesta quinta-feira (23.4), a Operação Gerente Fantasma para desarticular um grupo criminoso com atuação em diversos crimes na capital mato-grossense.

Equipes da Delegacia Especializada em Repressão a Narcóticos (Denarc) cumprem 27 ordens judiciais em Cuiabá e Várzea Grande, sendo nove mandados de prisão preventiva, 10 mandados de busca e apreensão domiciliar com caráter itinerante e oito bloqueios de ativos financeiros no montante de R$ 200 mil.

A investigação identificou a existência de um grupo criminoso estruturado, com vínculos com uma facção criminosa e atuação simultânea nos crimes de tráfico de drogas, estelionatos digitais por meio de plataformas de compra e venda online e na lavagem do produto das atividades criminosas.

Um dos aspectos mais reveladores do caso é o papel exercido pelo principal investigado, apontado como líder do grupo, que, mesmo recolhido em unidade prisional, atuava como gestor financeiro do grupo criminoso, coordenando semanalmente a arrecadação e a distribuição dos lucros entre os integrantes do grupo.

Apenas na primeira semana de novembro de 2023, o lucro apurado com os golpes digitais alcançou R$ 105.900. A investigação revelou ainda o comércio de diversas substâncias entorpecentes, incluindo pasta base de cocaína, skunk (conhecido como supermaconha) e cocaína refinada, além do controle territorial sobre pontos de venda em múltiplos bairros de Cuiabá.

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“Para dissimular a origem ilícita dos valores, o grupo criminoso empregava técnicas sofisticadas de ocultação patrimonial, fragmentação de transferências entre múltiplas contas bancárias, utilização de contas de terceiros como pessoas interpostas e uso de empresas registradas em nome de familiares dos principais investigados”, afirmou o delegado Eduardo Ribeiro, responsável pela investigação da Operação Gerente Fantasma.

Foram identificadas movimentações financeiras expressivas em contas de integrantes do grupo. Somente em novembro de 2023, o grupo movimentou mais de R$ 200 mil, valores incompatíveis com qualquer atividade econômica lícita declarada.

As investigações apontaram, ainda, que o grupo criminoso promovia distribuição de cestas básicas à comunidade e organizava eventos esportivos, extraindo lucros adicionais da comercialização de bebidas alcoólicas nos eventos — mecanismos utilizados para construir influência local e dificultar denúncias.

Operação Pharus

A Operação Gerente Fantasma integra a Operação Pharus, iniciativa que integra o programa Tolerância Zero, voltado ao enfrentamento de facções criminosas em Mato Grosso.

O nome “Pharus” faz referência ao termo latino para farol, estrutura associada à emissão contínua de luz e à orientação em meio à escuridão. A escolha do nome busca simbolizar a atuação do Estado na identificação e no enfrentamento de práticas criminosas.

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Renorcrim

A operação também faz parte das ações da Rede Nacional de Unidades Especializadas de Enfrentamento das Organizações Criminosas (Renorcrim). A rede reúne delegados titulares das unidades especializadas e promotores públicos dos 26 estados e do Distrito Federal e é coordenada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, por meio da Diretoria de Inteligência e Operações Integradas (DIOPI) da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), para traçar estratégias de inteligência de combate de forma duradoura à criminalidade.

Fonte: Governo MT – MT

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