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Projeto Verde Novo em parceria com o Rally Ecológico distribui 3 mil mudas

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O Projeto Verde Novo do Juizado Volante Ambiental (Juvam) realizou a entrega de mudas no lançamento do Rally Ecológico 2023, em comemoração ao Dia da Árvore (dia 21). Além da celebração da data, a parceria tem o objetivo de contribuir com a arborização da Capital, que um dia já foi conhecida como cidade verde. O evento foi realizado na Praça Santos Dumont e distribuiu diversas mudas frutíferas e nativas.
 
Atingindo altas temperaturas, o estado mato-grossense tem passado por um mês com ondas de calor, e é nesses momentos que a preservação e consciência ambiental se tornam um assunto presente. Rosiani Carnaíba, engenheira florestal do Projeto Verde Novo explica os benefícios de se plantar uma árvore “nesse período atual, com o calor intenso, as árvores trazem conforto térmico amenizando temperaturas além de proteger nossos solos”. A engenheira finaliza contabilizando as doações que ocorreram em vários pontos de distribuição como o Ibama, Juvam e Shopping Estação, somando em mais de três mil mudas.
 
Goiabeira e cajueiro foram as mudas que o cuiabano Marco Antonio de Castro Pinto escolheu para plantar em seu rancho. O engenheiro entende o evento como fundamental para a conscientização do reflorestamento. “É importante repormos essas árvores que um dia foram cortadas. O Rally tem esse lado social que visa a distribuição de mudas para melhorar e aumentar a conscientização da população, para um dia voltarmos com o título de cidade verde.”
 
O diretor geral do Rally Ecológico, Luiz Galvan comenta que em vinte e um anos do evento, aproximadamente quase um milhão de mudas já foram doadas. E durante o lançamento deste ano “a ideia para este ano é fazer um plantio urbano, que será realizado de acordo com a escolha da secretária municipal em definir onde ocorrerão esses plantios, temos em torno de 10 mil mudas destinadas ao Rally ecológico”.
 
A inscrição para o Rally da Meia Noite é feita pelo site https://www.cronorally.com.br/ e terá sua largada noturna em 18 de novembro na Praça Santos Dumont, em Cuiabá. Além da categoria 4×4 turismo e motos, carros comuns também poderão participar. A chegada será a meia noite em Marina do Altayr, Lago do Manso.
 
#Paratodosverem. Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual. Primeira imagem: Fachada verde do Rally Ecológico, embaixo um carro na cor laranja estacionado. Segunda imagem: Doação de diversas mudas frutíferas e de espécies nativas na Praça Santos Dumont, com diversas pessoas ao redor.
 
Emanuelle Caroline Candido da Costa (estagiária)
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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“Ficou muito melhor fazer o cadastro aqui com a ajuda da equipe”, afirmou pescador em Rondonópolis

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A rotina de quem vive da pesca começa cedo, exige paciência e, muitas vezes, enfrenta desafios que vão além das águas dos rios. Em Rondonópolis, pescadores profissionais artesanais que participaram do cadastramento presencial do Repesca compartilharam histórias de trabalho, dificuldades e esperança durante a ação promovida pelo Governo de Mato Grosso, por meio da Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc-MT).

O atendimento ocorreu nos dias 17 e 18 de junho, no Ganha Tempo de Rondonópolis, com o objetivo de auxiliar pescadores na realização de novos cadastros e na atualização de informações para acesso ao programa. A iniciativa já passou pelos municípios de Poconé e Santo Antônio de Leverger e seguirá para Cáceres nos dias 22 e 23 de junho.


Foto: Darlene Marques | Setasc-MT

Morador de Rondonópolis, Laércio Dias conhece de perto a realidade de quem depende da pesca para sobreviver. Acostumado a pescar nas águas do Rio Vermelho, ele conta que o atendimento presencial facilitou o processo de cadastramento.

“Ficou muito melhor fazer o cadastro aqui com a ajuda da equipe. Sozinho é difícil, porque a gente nem sempre tem conhecimento para fazer tudo pela internet. Esse auxílio vai ajudar muito. Nós sofremos bastante com as dificuldades da pesca e com as mudanças que aconteceram nos últimos anos. Qualquer ajuda faz diferença dentro de casa”, afirmou.

A pescadora Lucinete Ferreira Batista também carrega uma história construída às margens dos rios da região. Moradora da comunidade Vila Nova, próxima a Juscimeira, ela conta que cresceu convivendo com a pesca e transformou a atividade em complemento essencial para a renda familiar.

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Durante muitos anos, Lucinete enfrentou longas jornadas de canoa pelos rios da região. Chegava a permanecer três ou quatro dias pescando para conseguir vender o pescado e garantir recursos para despesas básicas da casa.


Foto: Darlene Marques | Setasc-MT

“Eu subia o rio de canoa e ficava dias pescando para conseguir um dinheirinho. Era assim que eu ajudava a comprar alimento, pagar energia e manter a casa. Minha renda era muito baixa e a pesca sempre ajudou a complementar”, relembrou.

Atualmente morando sozinha e vivendo com recursos limitados, ela acredita que o Repesca poderá trazer mais tranquilidade para o orçamento.

“Vai ajudar bastante. Hoje eu moro sozinha e tenho pouca renda. Tudo que vier para ajudar faz diferença. A pesca sempre foi minha vida e continua sendo minha forma de sobreviver”, disse.

A relação com os rios também faz parte da trajetória de Vanusa de Oliveira. Há mais de 15 anos na atividade, ela e o marido sustentaram a família por meio da pesca artesanal e criaram os filhos às margens dos rios da região.

Segundo Vanusa, a atividade se tornou mais difícil nos últimos anos, exigindo ainda mais esforço dos pescadores para garantir o sustento da família.


Foto: Layse Ávila | Setasc-MT

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“No começo era mais fácil. A gente conseguia pescar mais e tirar o sustento da família. Hoje está mais difícil, mas continuamos lutando porque é da pesca que vivemos. Eu e meu marido dependemos disso para sobreviver”, relatou.

Mãe de cinco filhos, ela conta que toda a família foi criada com os recursos obtidos na atividade pesqueira. Atualmente, faz trabalhos temporários quando surgem oportunidades, mas ainda depende da pesca como principal fonte de renda.

“Minhas contas estão atrasadas e os bicos nem sempre aparecem. Muitas vezes passo o dia inteiro no rio para conseguir um peixe e garantir comida dentro de casa. Esse auxílio chega em uma hora importante e vai ajudar muito a nossa família”, afirmou.

O Repesca é destinado aos pescadores profissionais artesanais que exercem a atividade de forma autônoma, individualmente ou em regime de economia familiar, sem vínculo empregatício, e que tenham a pesca como principal meio de subsistência. A iniciativa do Governo de Mato Grosso busca garantir proteção social e apoio financeiro aos trabalhadores impactados pelas mudanças na atividade pesqueira.


Foto: Darlene Marques | Setasc-MT

Para os pescadores atendidos em Rondonópolis, o programa representa mais do que um auxílio financeiro. É o reconhecimento de uma atividade que há gerações garante o sustento de milhares de famílias mato-grossenses e mantém viva uma tradição construída às margens dos rios do Estado.

Fonte: Governo MT – MT

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