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Programa do Governo de MT gera economia e redução na espera para cirurgias eletivas

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Com o objetivo de diminuir a espera por cirurgias eletivas da rede pública de saúde, o Governo de Mato Grosso investiu, no decorrer de 2023, mais de R$ 200 milhões no programa Fila Zero na Cirurgia, executado pela Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT).

Nesse período, o programa aprovou e executou mais 277 mil procedimentos em todo o estado. Somente em Cuiabá e Várzea Grande, foram efetivados mais de 61 mil procedimentos através de convênios com municípios e consórcios de saúde.

O secretário de Estado de Saúde, Gilberto Figueiredo, explicou que o programa Fila Zero na Cirurgia tem apresentado ótimos resultados e colocado fim na angústia e no sofrimento da população que aguarda por um procedimento.

“O Fila Zero foi lançado em abril do ano passado, pensado e projetado para atuar em parceria com os municípios. O saldo do programa é muito positivo, fechamos o primeiro ano de atendimento com mais de 50 ordens de serviço e 277 mil procedimentos efetivados, colocando fim no sofrimento pela espera dos procedimentos”, destacou o secretário.

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Segundo ele, os investimentos têm apresentado avanços significativos na saúde e possibilitam que os municípios consigam zerar as filas de espera, como é o caso de Torixoréu.

Localizado na região sudeste de Mato Grosso, Torixoréu tem se destacado pela performance no programa Filza Zero. A gestão municipal zerou a fila de espera por procedimentos eletivos e passou a atender os pacientes das regiões de Alto Garças, Araguainha, Araguaiana e Ribeirãozinho, como explica o secretário Municipal de Saúde, Magno Martins. 

“O programa é um avanço na saúde da região sudeste do estado. Além de zerar a fila de espera para cirurgias eletivas na nossa cidade, hoje conseguimos atender outras 20 cidades próximas que também aguardam para realizar esse tipo de procedimento”, destacou.

Segundo Magno, a parceria realizada com o Governo de Mato Grosso, através do programa, possibilitou que a Secretaria Municipal investisse na compra de uma ambulância nova, que vai contribuir com mais atendimentos. “É uma das ações mais eficazes já realizadas em parceria com o Governo do Estado e que, no fim das contas, reforça a atenção e o compromisso que a Secretaria tem em atender todos os municípios”, disse.

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O secretário adjunto de Atenção e Vigilância em Saúde da SES, Juliano Melo, avaliou o programa como um projeto gradioso. “Nesse primeiro ano de avaliação, nós tivemos mais de R$ 300 milhões em propostas de cirurgias eletivas. Podemos destacar o empenho e a atuação dos consórcios na execução das propostas da região centro-norte e leste que, por sua vez, fomentou um grande avanço na redução das filas de cirurgias eletivas nessas regiões”, finalizou.

O programa

Ao todo, o programa Fila Zero na Cirurgia oferta 277 tipos de procedimentos de média complexidade e 135 tipos de procedimentos de alta complexidade. Dentre as cirurgias que são contempladas pelo programa, estão: cirurgias gerais, cardiovasculares, ortopédicas, urológicas, neurológicas, ginecológicas e oftalmológicas.

Além de procedimentos cirúrgicos, também há a oferta de incentivos para a realização de exames e consultas necessárias para a realização dos procedimentos cirúrgicos.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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