MATO GROSSO
Professores da rede estadual fazem curso intensivo de línguas nos EUA
MATO GROSSO
Dagmar Campos, Enis da Motta Ferreira, Angela Claudia Schmidit, Raiane Ferreira Campos e Claudia Maria de Souza se inscreveram no programa após a divulgação junto aos 13 polos regionais feita pela Secretaria de Estado de Educação de Mato Grosso (Seduc-MT).
Liderado pelo governo dos Estados Unidos, em parceria com mais de 160 países em todo o mundo, o programa oferece bolsas para estudantes, acadêmicos, artistas, cientistas, professores e profissionais que desejam compartilhar conhecimento e aprimorar seus talentos.
O gestor educacional de Políticas Públicas de Línguas Estrangeiras da Seduc-MT, Bruno Seolin, ressalta que, desde o lançamento do edital, no dia 16 de novembro de 2023, a Secretaria de Educação vinha incentivando os professores de Língua Inglesa a participarem do processo seletivo da Fundação Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes).
“O grupo vai ficar nos EUA até o dia 09 de agosto aprimorando o idioma em curso intensivo nível intermediário II, com todas as despesas pagas pelo programa”, acrescentou Bruno.
Na volta a Mato Grosso, eles deverão desenvolver materiais didáticos com o conhecimento que adquiram durante o curso nos EUA que servirão de apoio a todos os professores da rede estadual com o uso concomitante da Plataforma Mais Inglês, da Seduc.
Outra ação que os cinco professores terão pela frente, segundo Bruno, é treinar outros educadores na rede para utilizar as novas metodologias e técnicas de ensino de inglês. “Isso amplia o impacto do programa, beneficiando um número maior de estudantes”.
A experiência de imersão nos Estados Unidos permitirá aos professores adquirir habilidades de comunicação intercultural, que podem ser utilizadas para integrar o ensino de inglês com as comunidades locais de Mato Grosso. “Essa integração incluirá a organização de eventos culturais, conversações em inglês e programas de intercâmbio”, concluiu Bruno Seolin.
Fonte: Governo MT – MT
MATO GROSSO
Mato Grosso pratica menor alíquota de ICMS do país; preço dos combustíveis é resultado de fatores de mercado
Mato Grosso pratica a menor alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) do país sobre o etanol hidratado. No estado, a alíquota é de 10,5%, enquanto nos demais estados a carga tributária varia entre 12% e 22%.
O preço dos combustíveis pago pelo cidadão é influenciado por diversos fatores da cadeia produtiva, que vão desde o valor do petróleo no mercado internacional até os custos de distribuição, revenda e a incidência de tributos federais e estaduais, que variam conforme o produto.
Entre os benefícios concedidos na cadeia de combustíveis, destaca-se o setor de aviação, que conta com redução da base de cálculo do ICMS sobre o querosene de aviação (QAV), resultando em carga tributária entre 2,72% e 7%, com finalidade de fomentar a aviação regional, conforme critérios previstos na legislação.
Também recebem incentivos o gás natural (GNV), com carga reduzida de 2%, e o etanol anidro produzido no estado, que conta com abatimento de R$ 0,23 por litro no valor do ICMS devido.
Apesar de compor o preço final, o tributo estadual é apenas um dos elementos do valor pago pelo consumidor. Entre os principais fatores que influenciam o preço estão o custo de produção ou importação do combustível, a política de preços das refinarias, além das despesas com transporte, armazenamento e a margem de lucro de distribuidores e postos revendedores.
Além disso, também há incidência de tributos federais, como PIS/Cofins, que integram a composição do preço.
A forma de tributação também influencia essa composição. Para combustíveis como gasolina, etanol anidro, diesel, biodiesel e gás liquefeito de petróleo (GLP), o ICMS segue o modelo ad rem, definido pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), com valor fixo em reais por litro. Nesses casos, o imposto é recolhido uma única vez na cadeia, geralmente na etapa de produção ou importação.
Já para o querosene de aviação (QAV), o etanol hidratado e o gás natural (GNV e GNL), a tributação é sobre o valor do produto. Nesses casos, o cálculo do ICMS utiliza o Preço Médio Ponderado ao Consumidor Final (PMPF), apurado pela Secretaria de Fazenda (Sefaz), que reflete os preços efetivamente praticados no mercado.
Assim, quando há redução nos preços ao consumidor, o PMPF também diminui, resultando em menor base de cálculo do ICMS e, consequentemente, em menor valor de imposto a ser recolhido. Da mesma forma, aumentos nos preços praticados levam à elevação do indicador.
Fonte: Governo MT – MT
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