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Presidente Clarice Claudino lança pedra fundamental do novo Fórum de Alto Garças

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Com o objetivo de garantir atendimento de mais qualidade para o cidadão e cidadã que buscam as unidades judiciais, e valorizar o ser humano, a presidente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, desembargadora Clarice Claudino da Silva, lança, na próxima sexta-feira (2 de junho), a pedra fundamental do novo Fórum de Alto Garças.
 
A Comarca de Alto Garças (357 km ao sul de Cuiabá) foi instalada em 31 de outubro de 1964, e tem hoje 20 servidores que atuam para oferecer uma prestação jurisdicional de qualidade e de excelência a quem busca os serviços do Judiciário.
 
A juíza Amanda Pereira Leite Dias é a atual diretora do Fórum, onde tramitam aproximadamente 4.100 processos.
 
Nova estrutura – O projeto do novo Fórum de Alto Garças possui área total de 1.790,40 m², com setores: administrativo e apoio, vara criminal, plenário do Tribunal do Júri, setor de custódia, setor de arquivo geral, setor de serviço e estacionamento.
 
A obra também vai atender às políticas de sustentabilidade, com o reaproveitamento da água dos ares condicionados, e de acessibilidade, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), Resolução nº 400 e 401, respectivamente.
 
O novo edifício será construído na rua Dom Aquino, número 300, bairro Centro, de Alto Garças, em um terreno que foi doado pelo Governo do Estado.
 
Justiça Restaurativa – Na agenda está prevista a assinatura de Termo de Cooperação Técnica entre o Núcleo Gestor da Justiça Restaurativa do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (NugJur-MT), presidido pela desembargadora Clarice Claudino, Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc) da Comarca de Alto Garças e o Município de Alto Garças/Secretaria Municipal de Educação para a implantação do Programa Municipal de Construção de Paz nas Escolas.
 
Cleci Pavlack/Dani Cunha
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Edital da Secel viabiliza inventário do Patrimônio Imaterial das Redeiras de Limpo Grande

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O edital “Inventários de Patrimônio Imaterial de Mato Grosso – edição Política Nacional Aldir Blanc (Pnab”, promovido pela Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT), está viabilizando a documentação dos saberes seculares das redeiras de Limpo Grande, em Várzea Grande.

Realizado pela Associação Tece Arte, o projeto vai, pela primeira vez, transformar o “saber-fazer” das artesãs locais em um acervo documental definitivo. O objetivo é transformar esse “segredo de família” em um guia de consulta digital para pesquisadores, estudantes e entusiastas da arte popular de todo o mundo.

“Não estamos registrando apenas um objeto de decoração, mas uma tecnologia ancestral de resistência feminina. Mais do que fios e nós, o que se produz em Limpo Grande é memória viva “, afirma a coordenadora do projeto, Ester Moreira Almeida.

O Inventário do Patrimônio Imaterial das Redeiras de Limpo Grande utiliza um registro minucioso de imagens e depoimentos para mapear todo o processo — desde a colheita e preparo da matéria-prima até o acabamento dos padrões que deram fama nacional às redes de Várzea Grande. Com lançamento previsto para junho deste ano, o projeto está na fase de entrevistas.

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Por décadas, a técnica da tecelagem em Limpo Grande residiu apenas na tradição oral, passada de mãe para filha sob o som ritmado dos teares de madeira. O projeto, agora, mergulha nesse universo para registrar o que antes era invisível: os nomes dos pontos, a simbologia das cores e os relatos de resistência das mulheres que transformaram o artesanato em sustento e voz.

Para Ester, o inventário é um tributo à autonomia das mestras redeiras, preservando a tecelagem como símbolo de orgulho e desenvolvimento social.

“Ao sistematizar esse conhecimento, a Associação Tece Arte, com apoio da Secel, não apenas protege o passado, mas projeta o futuro. O projeto reafirma que, enquanto houver mãos tecendo em Limpo Grande, o patrimônio brasileiro continuará pulsando”, conclui.

(Com informações da Assessoria)

Fonte: Governo MT – MT

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