MATO GROSSO
Politec adquire equipamentos modernos para laboratório de revelação de impressões digitais
MATO GROSSO
A Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) modernizou o laboratório de revelação de impressões digitais com a aquisição de novos equipamentos. Essa renovação, viabilizada com investimentos do Governo de Mato Grosso, substitui aparelhos utilizados há mais de 20 anos, aprimorando a eficiência e a segurança do trabalho da perícia criminal.
Os novos equipamentos, sendo uma câmara de fumigação de cianocrilato e uma câmara de aceleração de ninidrina e DFO, custaram R$ 409 mil. Eles são fundamentais para a revelação de impressões digitais em objetos coletados em cenas de crimes, facilitando a identificação de suspeitos em todo o Estado.
A câmara de fumigação de cianoacrilato é utilizada para a revelação de impressões digitais invisíveis a olho nu, em superfícies não porosas, como plástico, metais e vidros, num ambiente seguro e controlado. com regulagem de temperatura e umidade garantindo maior precisão na revelação das impressões.
O segundo equipamento, uma câmara climática, projetada para revelar impressões digitais em superfícies porosas, como papel, papel-moeda, madeira bruta, gesso, etc. Permite que a evidências seja desenvolvida sob as condições ideais de temperatura e umidade aprimorando a qualidade da revelação para os melhores resultados, especialmente em impressões latentes e contaminadas por sangue.
A gerente de Perícias em Impressões de Pele da Poltec, Vanessa Gonçalves, afirmou que, além de trazerem mais agilidade nas análises, os equipamentos garantem mais segurança aos peritos oficiais criminais durante o manuseio e utilização dos reagentes químicos que são altamente tóxicos.
“Os vapores de cianoacrilato são filtrados automaticamente após a utilização, não entrando em contato com o servidor. A qualidade da revelação melhorou, pois o vapor é distribuído de maneira uniforme, alcançando toda a área de contato do objeto da perícia” , citou a gerente.
Fonte: Governo MT – MT
MP MT
MP investiga suspeita de irregularidade no tratamento da água
A 6ª Promotoria de Justiça Cível de Tutela Coletiva do Consumidor da Capital notificou a concessionária responsável pelo abastecimento de água em Acorizal, a Prefeitura Municipal e a agência reguladora para que adotem medidas e prestem esclarecimentos à população sobre a qualidade da água distribuída no município. A medida foi tomada após uma fiscalização conjunta que identificou a suposta utilização de cal destinada à construção civil no processo de tratamento da água fornecida aos moradores. Diante dos indícios encontrados e dos possíveis riscos à saúde pública, o Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) instaurou procedimento para apurar a regularidade dos serviços de abastecimento de água e esgotamento sanitário na cidade. A investigação foi motivada por denúncias encaminhadas aos canais de atendimento do Ministério Público, relatando possíveis irregularidades nos sistemas de tratamento de água e esgoto do município. A promotora de Justiça Valnice Silva dos Santos solicitou a realização de uma fiscalização conjunta com a Vigilância Sanitária Estadual, a Delegacia Especializada de Defesa do Consumidor (Decon) e o Procon-MT. Durante a inspeção, realizada no dia 18 de agosto, as equipes encontraram sacos de cal utilizados na construção civil dentro da Estação de Tratamento de Água (ETA). Segundo o relatório da fiscalização, o material estaria sendo empregado no processo de tratamento da água distribuída à população.
De acordo com a promotora de Justiça Valnice Silva dos Santos, a recomendação tem como objetivo assegurar transparência e garantir que os moradores recebam informações claras sobre a qualidade da água consumida e as providências adotadas pelos responsáveis pelo serviço.
“É fundamental que a população tenha acesso a informações sobre a qualidade da água consumida e sobre as providências adotadas para garantir a segurança do abastecimento. A prioridade é proteger a saúde dos moradores e assegurar a regularidade do serviço”, destacou a promotora. Na recomendação expedida pelo MPMT, os órgãos e entidades notificados devem informar à população as condições atuais do abastecimento, as medidas adotadas para garantir a potabilidade da água e as ações de monitoramento. Também foi solicitada a divulgação periódica dos resultados das análises e das providências implementadas para assegurar a qualidade da água distribuída no município. Além disso, foi estabelecido o prazo de cinco dias para que os notificados apresentem ao MP informações sobre medidas adotadas.
Fonte: Ministério Público MT – MT
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