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Polícias Civil e Militar prendem dois foragidos por tráfico de drogas em Novo São Joaquim

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A Polícia Civil, em ação conjunta com a Polícia Militar, prendeu, na manhã desta segunda-feira (16.3) em Novo São Joaquim, dois foragidos da Justiça com mandados de prisão em aberto pelo crime de tráfico de drogas.

Após levantamento de informações sobre o paradeiro dos procurados, as equipes policiais realizaram diligências que resultaram na localização e captura de um homem, de 28 anos, e de uma mulher, de 25 anos. Contra o homem havia mandado de prisão preventiva por envolvimento com o crime de tráfico de drogas.

Já a mulher possuía mandado de prisão decorrente de condenação definitiva pelo mesmo crime, com pena remanescente de cinco anos e 10 meses a ser cumprida. No momento da abordagem policial, ela conduzia um veículo que já havia sido identificado durante as diligências.

Os dois mandados de prisão foram expedidos pelo Fórum da Comarca de Novo São Joaquim.

Após a prisão, os suspeitos foram encaminhados à Delegacia de Novo São Joaquim para os procedimentos legais e deverão passar por audiência de custódia perante o Poder Judiciário. Posteriormente, serão encaminhados ao Presídio Regional de Água Boa, onde permanecerão à disposição da Justiça.

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Fonte: Governo MT – MT

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Polícia Civil, Crefito-9 e Vigilância Sanitária flagram falso terapeuta ocupacional que atende crianças em Cuiabá

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A Polícia Civil, o Conselho Regional de Fisioterapia e Terapia Ocupacional da 9ª Região (Crefito-9) e a Vigilância Sanitária Municipal de Cuiabá realizaram, na manhã dessa quinta-feira (18.06), uma ação conjunta de fiscalização, que constatou o exercício ilegal da profissão de um terapeuta ocupacional em uma clínica localizada no bairro Altos do Coxipó, em Cuiabá.

A fiscalização foi desencadeada após o Crefito-9 receber uma denúncia informando que um homem, de 54 anos, estaria se apresentando como terapeuta ocupacional e realizando atendimentos, principalmente de crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA), sem possuir formação ou habilitação legal para o exercício da profissão.

A Delegacia Especializada de Defesa do Consumidor foi acionada e, durante as diligências, a equipe da Decon e fiscais do Conselho Regional de Fisioterapia e Terapia Ocupacional verificaram que o suspeito não possui registro profissional nem formação compatível com a atividade exercida. Segundo os levantamentos iniciais, ele realizava atendimentos em uma clínica improvisada instalada em imóvel residencial, divulgando e oferecendo serviços típicos da terapia ocupacional.

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Além das irregularidades relacionadas ao exercício profissional, a Vigilância Sanitária Municipal constatou que o estabelecimento funcionava sem Alvará Sanitário e sem outras autorizações obrigatórias para o exercício da atividade, tendo sido lavrado termo de notificação para regularização. Os fiscais também identificaram indícios de que o local não possuía estrutura adequada para o atendimento especializado de pacientes, especialmente crianças.

No decorrer da fiscalização, foram encontrados documentos relacionados aos atendimentos realizados. Entre eles, uma nota fiscal emitida pela prestação de serviços de terapia ocupacional no valor de R$ 15.360.

Outro aspecto que chamou a atenção das equipes foi a suspeita de que parte dos atendimentos pudesse estar relacionada a pacientes beneficiados por decisões judiciais que determinam ao Poder Público o custeio de tratamentos especializados. A hipótese será apurada pela Polícia Civil no decorrer das investigações.

O delegado titular da Decon, Rogério Ferreira, destacou que a atuação integrada dos órgãos de fiscalização é fundamental para proteger consumidores e pacientes, especialmente crianças em situação de vulnerabilidade.

“Estamos tratando de uma atividade que exige formação específica, capacitação técnica e registro profissional. Quando alguém se apresenta falsamente como profissional da saúde, além de colocar em risco a segurança dos pacientes, compromete a confiança da população nos serviços especializados”, ressaltou.

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A Polícia Civil instaurou procedimento policial para apurar a prática de exercício ilegal da profissão, bem como eventual crime contra a fé pública, uso de documento falso ou outras infrações que venham a ser identificadas durante as investigações.

Fonte: Governo MT – MT

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