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Polícia Penal prende 10 mulheres com carteiras de visitas falsas e drogas escondidas nas partes íntimas

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MATO GROSSO

A Polícia Penal prendeu 10 mulheres que tentavam entrar de forma ilegal na Penitenciária Central do Estado (PCE), em Cuiabá, no último final de semana (20 e 21.01). Todas estavam com Carteiras Individuais de Visitantes (CIV) falsas, e duas também planejavam acessar o local com pacotes de entorpecentes.

A identificação de documento falso ocorreu durante a rotina de buscas e revistas da penitenciária, após os policiais penais perceberem que as carteiras apresentadas não correspondiam com as confeccionadas, de acordo com os protocolos de entrada.

Além do documento falso, duas delas estavam com invólucros escondidos nas partes íntimas, sendo que, ao todo, continham 600 gramas da substância análoga à cocaína.

Diante dos fatos, as suspeitas e os materiais apreendidos foram encaminhadas para a Central de Flagrantes para as devidas providências.

*Sob supervisão de Fabiana Mendes

Fonte: Governo MT – MT

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MP MT

Condenação por duplo homicídio qualificado e organização criminosa

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O Tribunal do Júri de Várzea Grande condenou, nesta quarta-feira (5), Gabriel Brites de Morais pelos crimes de participação em organização criminosa armada e pelo duplo homicídio triplamente qualificado de Lucas Mendonça Neves, de 17 anos, e Luiz Fernando Ribeiro Batista, de 29 anos. A pena fixada foi de 45 anos e 9 meses de reclusão, acolhendo integralmente os pedidos do Ministério Público. O crime ocorreu na noite de 27 de agosto de 2025, no interior de uma comunidade terapêutica localizada no bairro Treze de Setembro, em Várzea Grande. Segundo a acusação, o réu, agindo em concurso com outros criminosos, invadiu o local e executou as vítimas por elas integrarem uma facção rival. O homicídio foi praticado por motivo torpe, com emprego de meio cruel e mediante recurso que dificultou a reação defensiva das vítimas. Durante o julgamento, o Ministério Público demonstrou que a execução fazia parte da disputa entre facções criminosas pelo domínio territorial e do cumprimento de ordens da organização criminosa, reforçando que o assassinato representou um típico “tribunal do crime”, mecanismo utilizado para impor o terror e eliminar integrantes de grupos rivais. As investigações apontaram que homens armados invadiram a clínica de recuperação, renderam os internos e conduziram as vítimas para o quintal, onde efetuaram diversos disparos de arma de fogo. O caso teve grande repercussão em Mato Grosso em razão da violência empregada e da ligação direta com a guerra entre facções criminosas. Ao final da sessão, os jurados reconheceram a responsabilidade de Gabriel Brites de Morais por todos os crimes narrados na denúncia, acolhendo integralmente a pretensão da Promotoria de Justiça. Com a condenação, o Tribunal do Júri reafirmou a resposta da sociedade diante da escalada da violência promovida por organizações criminosas e da utilização de execuções como instrumento de controle e intimidação da população.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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