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Polícia Penal evita entrada de celulares em penitenciária de Rondonópolis

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Dois pacotes com cinco celulares, fones de ouvido, cabos e carregadores foram localizados por policiais penais da Penitenciária Major Eldo de Sá Corrêa, em Rondonópolis, neste domingo (23.2), durante revistas no perímetro da unidade.

Por volta das 03h horas, os policiais em sentinela nas torres informaram à equipe antidrone que havia um aparelho sobrevoando a penitenciária, próximo ao raio 2. Os policiais penais fizeram varredura e localizaram um dos pacotes, onde estavam três aparelhos e acessórios.

Ainda no domingo, por volta das 23h, as equipes realizavam rondas no pátio do Anexo da penitenciária, quando apreenderam outro pacote, no perímetro entre o muro e a quadra do prédio, com mais dois celulares.

Os dois pacotes apreendidos continham cinco celulares modelos smartphones, quatro fones de ouvido, quatro carregadores e mais três cabos.


Entre o ano passado e o início deste ano, as equipes da penitenciária apreenderam 15 drones, abatidos durante sobrevoos na unidade prisional quando tentavam deixar materiais ilícitos no local.

As ações para apreensão de aparelhos celulares nas penitenciárias estão entre as medidas adotadas pela Secretaria de Estado de Justiça, por meio do programa Tolerância Zero contra as facções criminosas.

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Fonte: Governo MT – MT

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Polícia Civil, Crefito-9 e Vigilância Sanitária flagram falso terapeuta ocupacional que atende crianças em Cuiabá

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A Polícia Civil, o Conselho Regional de Fisioterapia e Terapia Ocupacional da 9ª Região (Crefito-9) e a Vigilância Sanitária Municipal de Cuiabá realizaram, na manhã dessa quinta-feira (18.06), uma ação conjunta de fiscalização, que constatou o exercício ilegal da profissão de um terapeuta ocupacional em uma clínica localizada no bairro Altos do Coxipó, em Cuiabá.

A fiscalização foi desencadeada após o Crefito-9 receber uma denúncia informando que um homem, de 54 anos, estaria se apresentando como terapeuta ocupacional e realizando atendimentos, principalmente de crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA), sem possuir formação ou habilitação legal para o exercício da profissão.

A Delegacia Especializada de Defesa do Consumidor foi acionada e, durante as diligências, a equipe da Decon e fiscais do Conselho Regional de Fisioterapia e Terapia Ocupacional verificaram que o suspeito não possui registro profissional nem formação compatível com a atividade exercida. Segundo os levantamentos iniciais, ele realizava atendimentos em uma clínica improvisada instalada em imóvel residencial, divulgando e oferecendo serviços típicos da terapia ocupacional.

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Além das irregularidades relacionadas ao exercício profissional, a Vigilância Sanitária Municipal constatou que o estabelecimento funcionava sem Alvará Sanitário e sem outras autorizações obrigatórias para o exercício da atividade, tendo sido lavrado termo de notificação para regularização. Os fiscais também identificaram indícios de que o local não possuía estrutura adequada para o atendimento especializado de pacientes, especialmente crianças.

No decorrer da fiscalização, foram encontrados documentos relacionados aos atendimentos realizados. Entre eles, uma nota fiscal emitida pela prestação de serviços de terapia ocupacional no valor de R$ 15.360.

Outro aspecto que chamou a atenção das equipes foi a suspeita de que parte dos atendimentos pudesse estar relacionada a pacientes beneficiados por decisões judiciais que determinam ao Poder Público o custeio de tratamentos especializados. A hipótese será apurada pela Polícia Civil no decorrer das investigações.

O delegado titular da Decon, Rogério Ferreira, destacou que a atuação integrada dos órgãos de fiscalização é fundamental para proteger consumidores e pacientes, especialmente crianças em situação de vulnerabilidade.

“Estamos tratando de uma atividade que exige formação específica, capacitação técnica e registro profissional. Quando alguém se apresenta falsamente como profissional da saúde, além de colocar em risco a segurança dos pacientes, compromete a confiança da população nos serviços especializados”, ressaltou.

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A Polícia Civil instaurou procedimento policial para apurar a prática de exercício ilegal da profissão, bem como eventual crime contra a fé pública, uso de documento falso ou outras infrações que venham a ser identificadas durante as investigações.

Fonte: Governo MT – MT

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