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Polícia Militar resgata duas pessoas vítimas de sequestro e prende sete por formação de quadrilha e tráfico de drogas

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Policiais militares do 2º Batalhão resgataram, nesta sexta-feira (28.10), dois homens que haviam sido sequestrados e prenderam sete pessoas por formação de quadrilha, cárcere privado e tráfico ilícito de drogas, no município de Barra do Garças (520 km de Cuiabá). Uma das vítimas havia sido agredida pelos suspeitos. 
 
Segundo informações do boletim de ocorrência, os militares, em patrulhamento de rotina pelo bairro São José, flagraram um dos homens saindo de uma casa e entregando entorpecentes para outro rapaz que estava em uma motocicleta. 
 
Ao serem abordados, foram encontradas com um deles uma porção de cocaína e três pequenas porções de pasta base cocaína. Questionados quanto a origem da droga, os suspeitos relataram que no interior da casa havia mais entorpecentes. 
 
Os policiais identificaram que no local havia uma grande movimentação de pessoas e acionaram reforço da Força Tática. 
 
Durante vistoria na residência, os militares encontraram uma das vítimas que relatou que havia sido sequestrada na noite anterior, após ser colocada em um veículo Fusion e levada para esta casa onde foi amarrada com fio de energia e agredida com socos e pauladas, o que ocasionou lesões por toda parte do corpo, além de ter sido ameaçada de morte. 
 
Em um outro cômodo, os militares encontraram a segunda vítima, que também teria sido sequestrada e amarrada, no entanto não foi agredida pelos suspeitos. 
 
Ainda na casa, os policiais encontraram 26 porções de cocaína, R$ 1,192 mil em espécie, fios, pedaço de pau e porrete. Os suspeitos foram encaminhados à delegacia para registro do boletim de ocorrência e demais providências que o caso requer. 

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Fonte: GOV MT

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Mato Grosso pratica menor alíquota de ICMS do país; preço dos combustíveis é resultado de fatores de mercado

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Mato Grosso pratica a menor alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) do país sobre o etanol hidratado. No estado, a alíquota é de 10,5%, enquanto nos demais estados a carga tributária varia entre 12% e 22%.

O preço dos combustíveis pago pelo cidadão é influenciado por diversos fatores da cadeia produtiva, que vão desde o valor do petróleo no mercado internacional até os custos de distribuição, revenda e a incidência de tributos federais e estaduais, que variam conforme o produto.

Entre os benefícios concedidos na cadeia de combustíveis, destaca-se o setor de aviação, que conta com redução da base de cálculo do ICMS sobre o querosene de aviação (QAV), resultando em carga tributária entre 2,72% e 7%, com finalidade de fomentar a aviação regional, conforme critérios previstos na legislação.

Também recebem incentivos o gás natural (GNV), com carga reduzida de 2%, e o etanol anidro produzido no estado, que conta com abatimento de R$ 0,23 por litro no valor do ICMS devido.

Apesar de compor o preço final, o tributo estadual é apenas um dos elementos do valor pago pelo consumidor. Entre os principais fatores que influenciam o preço estão o custo de produção ou importação do combustível, a política de preços das refinarias, além das despesas com transporte, armazenamento e a margem de lucro de distribuidores e postos revendedores.

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Além disso, também há incidência de tributos federais, como PIS/Cofins, que integram a composição do preço.

A forma de tributação também influencia essa composição. Para combustíveis como gasolina, etanol anidro, diesel, biodiesel e gás liquefeito de petróleo (GLP), o ICMS segue o modelo ad rem, definido pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), com valor fixo em reais por litro. Nesses casos, o imposto é recolhido uma única vez na cadeia, geralmente na etapa de produção ou importação.

Já para o querosene de aviação (QAV), o etanol hidratado e o gás natural (GNV e GNL), a tributação é sobre o valor do produto. Nesses casos, o cálculo do ICMS utiliza o Preço Médio Ponderado ao Consumidor Final (PMPF), apurado pela Secretaria de Fazenda (Sefaz), que reflete os preços efetivamente praticados no mercado.

Assim, quando há redução nos preços ao consumidor, o PMPF também diminui, resultando em menor base de cálculo do ICMS e, consequentemente, em menor valor de imposto a ser recolhido. Da mesma forma, aumentos nos preços praticados levam à elevação do indicador.

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Fonte: Governo MT – MT

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