CUIABÁ
Search
Close this search box.

MATO GROSSO

Polícia Militar prende suspeita de esfaquear mulher no pescoço em General Carneiro

Publicado em

MATO GROSSO

Uma mulher, de 22 anos, foi presa, neste domingo (8.3), suspeita por tentativa de homicídio, no município de General Carneiro (455 km de Cuiabá). A vítima, de 62 anos, foi esfaqueada no pescoço, enquanto dormia, após uma discussão com a denunciada. Ela foi socorrida até uma unidade de saúde.

Conforme policiais militares do Núcleo da Polícia Militar de General Carneiro foram acionados sobre uma briga entre duas mulheres, em uma residência localizada na Avenida Marechal Rondon, sendo possível ouvir ameaças de morte durante o desentendimento.

Ao chegar na residência, os policiais se depararam com a suspeita saindo do interior do imóvel, momento em que ela afirmou aos militares que havia agredido a vítima. A equipe localizou a mulher deitada sobre um colchão na sala da residência, aparentemente inconsciente e com um corte na região do pescoço.

Os militares acionaram uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) que conduziram a mulher ao Hospital Municipal de General Carneiro. Ambas envolvidas apresentavam sinais de embriaguez.

Leia Também:  Hospital Metropolitano realiza mutirão com 30 cirurgias para pacientes de 16 municípios de MT

Durante abordagem, a suspeita revelou que, após uma discussão ocorrida anteriormente, aguardou que a vítima dormisse para então desferir um golpe de faca contra ela. A suspeita foi conduzida à delegacia para registro da ocorrência.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: Governo MT – MT

Propaganda

MP MT

Júri condena filho de ex-deputado por feminicídio e homicídio

Publicados

em

O Conselho de Sentença do Tribunal do Júri de Cuiabá condenou, nesta sexta-feira (31), Carlos Alberto Gomes Bezerra a 36 anos de reclusão pelo feminicídio de Thays Machado e pelo homicídio de Willian César Moreno. O julgamento foi realizado no Fórum da Capital e presidido pela juíza Mônica Catarina Perri Siqueira. Pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), atuou no plenário o promotor de Justiça Vinícius Gahyva.Os crimes ocorreram em janeiro de 2023, no bairro Consil, em Cuiabá. Conforme sustentado pelo Ministério Público, o acusado agiu de forma premeditada e motivado pela inconformidade com o término do relacionamento com Thays Machado.O Conselho de Sentença acolheu integralmente o entendimento do Ministério Público e reconheceu todas as qualificadoras imputadas ao réu. No homicídio de Willian César Moreno, os jurados acolheram as qualificadoras de motivo torpe, emprego de meio cruel e recurso que dificultou a defesa da vítima. Já em relação ao feminicídio de Thays Machado, foram reconhecidas as qualificadoras de motivo torpe, emprego de meio cruel, recurso que dificultou a defesa da vítima e feminicídio praticado em contexto de violência doméstica e de gênero.A acusação destacou que o réu monitorava a rotina da vítima, realizava vigilância constante de seus deslocamentos e conhecia detalhadamente seus hábitos, circunstâncias comprovadas por documentos, anotações e materiais apreendidos durante as investigações.Durante os debates, o promotor de Justiça Vinícius Gahyva sustentou que o conjunto probatório revelou um histórico de controle, perseguição e não aceitação do término do relacionamento por parte do acusado. Para o Ministério Público, o feminicídio ocorreu em contexto de violência doméstica e de gênero e foi precedido por uma crescente escalada de monitoramento da rotina da vítima.“Trata-se da personalidade de alguém possessivo, que possui ciúme exacerbado, que enxerga a mulher não como aquela pessoa com quem gostaria de constituir um casal, mas como um objeto. E, evidentemente, como ocorre com toda posse, quando ela é retirada de quem a considera sua propriedade, a reação é violenta, através da repreensão. Foi o que ele fez quando matou duas pessoas”, afirmou o promotor de Justiça Vinícius Gahyva.Conforme sustentado em plenário pelo promotor de Justiça, as investigações demonstraram que o acusado acompanhava a rotina da vítima, mantinha registros de seus deslocamentos e realizava vigilância constante de locais frequentados por ela, circunstâncias que reforçam as qualificadoras apontadas na denúncia.O promotor de Justiça também destacou que foram identificados 914 registros de chamadas entre o acusado e a vítima entre o fim de dezembro de 2022 e a data do crime, além de elementos que evidenciariam vigilância e controle sobre a vida de Thays Machado.Conforme apresentado pelo Ministério Público, todos os disparos que atingiram Thays ocorreram pelas costas, reforçando a tese de que as vítimas não tiveram qualquer possibilidade de defesa.Após a decisão do Conselho de Sentença, a juíza Mônica Catarina Perri Siqueira fixou a pena de 36 anos de reclusão para Carlos Alberto Gomes Bezerra. O réu permanecerá preso para cumprimento da condenação, nos termos definidos na sentença.

Leia Também:  Governo de MT investe R$ 15 milhões em projeto de regularização urbana que beneficia 14 municípios

Fonte: Ministério Público MT – MT

Continue lendo

CIDADES

POLÍTICA

MULHER

POLÍCIA

MAIS LIDAS DA SEMANA