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Polícia Civil prende três em operação contra tráfico de drogas em Tapurah

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Durante a Operação Tolerância Zero contra o crime organizado, na noite de quinta-feira (19), em Tapurah, a Delegacia da Polícia Civil prendeu dois suspeitos em flagrante pelo crime de tráfico de drogas e apreendeu substâncias ilícitas em uma residência.

A diligência ocorreu após investigação sobre atividades suspeitas em uma área conhecida de Tapurah pelo tráfico de entorpecentes.

Durante a operação, a equipe da Delegacia de Tapurah identificou e abordou um suspeito que saiu de uma residência, identificada como ponto de venda de drogas. Durante a revista, foram encontradas com o suspeito porções de cocaína e um celular.

Após o flagrante, os policiais seguiram à residência monitorada, onde foram encontradas 39 porções de cocaína, escondidas em um tênis, e mais 498 gramas de maconha. Na casa, um segundo suspeito foi preso.

Durante a abordagem, um usuário que estava no local, foi preso após a confirmação de um mandado de prisão em aberto, pelo crime de furto.

Todos os envolvidos foram encaminhados à delegacia para os procedimentos legais e as providências judiciais.

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Fonte: Governo MT – MT

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Após feminicídio, secretária reforça importância de vítimas de violência manterem medidas protetivas

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A chefe do Gabinete de Enfrentamento à Violência de Gênero contra a Mulher, Mariell Antonini, reforçou a importância das vítimas de violência doméstica confiarem na rede de proteção e manterem as medidas protetivas.

O alerta foi feito após uma mulher, identificada como Gleici Fátima Machado Ritter, de 37 anos, ser assassinada a tiros, nesta terça-feira (23.6), em Guarantã do Norte. O principal suspeito é o companheiro dela, de 33 anos. O crime está sendo investigado pela Polícia Civil como feminicídio consumado.

Ele já possuía um longo histórico de violência doméstica contra a vítima. Em novembro de 2025, após um pedido feito pela própria vítima, a medida protetiva que existia contra o investigado foi revogada e ele voltou a responder ao processo em liberdade.

“É importante que toda mulher compreenda que o rompimento do ciclo da violência nem sempre é um processo simples. Muitas vezes, existem obstáculos relacionados à dependência afetiva, dependência econômica, medo, preconceito e outros fatores que dificultam a tomada de decisão. Por isso, é fundamental buscar apoio, acreditar na rede de proteção e no sistema de Justiça”, destacou.

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Segundo Mariell Antonini, a violência doméstica costuma seguir um ciclo que tende a se agravar ao longo do tempo.

“A violência é cíclica e, muitas vezes, começa com sinais que podem parecer menos graves, mas pode evoluir para situações cada vez mais letais, culminando na morte da vítima. Ameaças e agressões precisam ser compreendidas como sinais de alerta, e a busca por ajuda deve acontecer o quanto antes”, afirmou.

As primeiras denúncias contra o suspeito foram registradas em 2023, quando Gleici procurou as autoridades para relatar episódios de violência doméstica. Em 2024, novas intervenções policiais ocorreram por crimes como lesão corporal, injúria e posse irregular de arma de fogo, todos envolvendo o mesmo casal.

Já em julho de 2025, o suspeito foi preso em flagrante por lesão corporal no contexto de violência doméstica, após a vítima acionar as forças de segurança. Na ocasião, foram concedidas medidas protetivas de urgência em favor de Gleici. Meses depois, entretanto, a vítima solicitou a revogação da medida, o que resultou na liberdade do suspeito.

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Fonte: Governo MT – MT

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