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Polícia Civil prende em flagrante homem que ateou fogo em mata perto de condomínio residencial

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MATO GROSSO

A Delegacia Especializada de Meio Ambiente (Dema) prendeu em flagrante, nesta quinta-feira (19.09), um homem que provocou um incêndio urbano em uma área próxima a um condomínio residencial em Várzea Grande.

O Batalhão do Corpo de Bombeiros comunicou a delegacia especializada sobre o incêndio registrado na Avenida Chapéu do Sol, no bairro Mirante.

Um vídeo obtido pela Dema aparece um homem narrando que ateou o fogo e aos fundos a mata queimando, na manhã de quinta-feira. Pela imagens registradas, a equipe de investigação conseguiu identificar o suspeito, que foi localizado do final da tarde de ontem, em uma chácara na cidade de Várzea Grande.

Em entrevista com os policiais civis, ele confessou que fez a queimada e alegou que o mato estava muito alto e supostamente colocando sua vida em risco, pois passa pela via para pegar ônibus e se deslocar ao trabalho.

O delegado da Dema, Pablo Carneiro, destaca o perigo que a queimada expôs os moradores da região e pontua que qualquer incêndio provocado, em zona urbana ou rural, configura crime.

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O suspeito da queimada urbana foi autuado em flagrante pelo crime de incêndio urbano, previsto no Artigo 250 do Código Penal, com prisão prevista de 3 a seis anos e que não cabe fiança. Desta forma, ele foi encaminhado para audiência de custódia no Fórum da Capital.

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Mato Grosso pratica menor alíquota de ICMS do país; preço dos combustíveis é resultado de fatores de mercado

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Mato Grosso pratica a menor alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) do país sobre o etanol hidratado. No estado, a alíquota é de 10,5%, enquanto nos demais estados a carga tributária varia entre 12% e 22%.

O preço dos combustíveis pago pelo cidadão é influenciado por diversos fatores da cadeia produtiva, que vão desde o valor do petróleo no mercado internacional até os custos de distribuição, revenda e a incidência de tributos federais e estaduais, que variam conforme o produto.

Entre os benefícios concedidos na cadeia de combustíveis, destaca-se o setor de aviação, que conta com redução da base de cálculo do ICMS sobre o querosene de aviação (QAV), resultando em carga tributária entre 2,72% e 7%, com finalidade de fomentar a aviação regional, conforme critérios previstos na legislação.

Também recebem incentivos o gás natural (GNV), com carga reduzida de 2%, e o etanol anidro produzido no estado, que conta com abatimento de R$ 0,23 por litro no valor do ICMS devido.

Apesar de compor o preço final, o tributo estadual é apenas um dos elementos do valor pago pelo consumidor. Entre os principais fatores que influenciam o preço estão o custo de produção ou importação do combustível, a política de preços das refinarias, além das despesas com transporte, armazenamento e a margem de lucro de distribuidores e postos revendedores.

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Além disso, também há incidência de tributos federais, como PIS/Cofins, que integram a composição do preço.

A forma de tributação também influencia essa composição. Para combustíveis como gasolina, etanol anidro, diesel, biodiesel e gás liquefeito de petróleo (GLP), o ICMS segue o modelo ad rem, definido pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), com valor fixo em reais por litro. Nesses casos, o imposto é recolhido uma única vez na cadeia, geralmente na etapa de produção ou importação.

Já para o querosene de aviação (QAV), o etanol hidratado e o gás natural (GNV e GNL), a tributação é sobre o valor do produto. Nesses casos, o cálculo do ICMS utiliza o Preço Médio Ponderado ao Consumidor Final (PMPF), apurado pela Secretaria de Fazenda (Sefaz), que reflete os preços efetivamente praticados no mercado.

Assim, quando há redução nos preços ao consumidor, o PMPF também diminui, resultando em menor base de cálculo do ICMS e, consequentemente, em menor valor de imposto a ser recolhido. Da mesma forma, aumentos nos preços praticados levam à elevação do indicador.

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Fonte: Governo MT – MT

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