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Polícia Civil intensifica apuração de denúncias de violência contra mulheres, crianças e idosos em Cáceres

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MATO GROSSO

A equipe da Delegacia Especializada de Defesa da Mulher de Cáceres intensifica, desde o início do ano, a apuração de denúncias anônimas realizadas por meio do Disk 100/180, desencadeando em diversas ações de combate a casos de violência doméstica contra mulheres, crianças e idosos no município.

Entre os dias 1º a 31 de janeiro, a equipe da DEDM Cáceres realizou diligências para apurar 16 denúncias recebidas pela especializada.

Durante os trabalhos, foram instaurados Autos de Investigação Preliminar, checagens de informações, encaminhamento de envolvidos e oitivas. Os trabalhos buscam apurar os fatos denunciados e a devida responsabilização dos autores, caso confirmada a situação de crime.

No mês de janeiro, a especializada totalizou 57 inquéritos policiais concluídos, sete flagrantes lavrados, 163 oitivas realizadas e 26 medidas protetivas protocoladas no Poder Judiciário.

A delegada titular da DEDM Cáceres, Paula Gomes Araújo, reforçou que a equipe está empenhada nos trabalhos com foco no combate à qualquer tipo de violência doméstica e familiar, tendo como vítimas mulheres, crianças e idosos.

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“É muito importante que a sociedade continue denunciando os casos, para que a Polícia consiga identificar e resgatar essas vítimas da situação de violência, assim como garantir a responsabilização dos seus agressores”, disse a delegada.

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Polícia Civil cumpre 21 mandados contra grupo suspeito de golpes e lavagem de dinheiro

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A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, na manhã desta quarta-feira (6.5), a Operação Janus, com o objetivo de desarticular um grupo criminoso estruturado para a prática de crimes de estelionato, integração a organização criminosa e lavagem de capitais.

Na operação, são cumpridos 21 mandados de busca e apreensão e o bloqueio de contas bancárias de 21 suspeitos, além de ter sido decretada a indisponibilidade de valores até o limite de R$ 160 mil, com o fim de assegurar a recuperação dos ativos ilícitos e o ressarcimento dos prejuízos causados às vítimas.

As ordens judiciais foram deferidas pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juízo de Garantias de Cuiabá, com base em investigação conduzida pela Delegacia Especializada de Estelionato de Cuiabá, que evidenciou a atuação coordenada e reiterada do grupo criminoso.

Os mandados são cumpridos nas cidades de Cuiabá, Várzea Grande e Santo Antônio do Leverger, além de cidades dos Estados de Minas Gerais e do Acre.

Modo de atuação

De acordo com as investigações, no mês de janeiro de 2024, duas vítimas foram alvos do denominado “golpe do terceiro intermediário”, modalidade de fraude caracterizada pela intermediação enganosa entre comprador e vendedor de veículo. Os golpistas simulam negociações legítimas para induzir as partes ao erro e obter vantagem ilícita.

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No curso das diligências, foi possível identificar o principal articulador do esquema criminoso, responsável pela criação de perfis falsos em redes sociais e pela coordenação das transações fraudulentas.

Os demais investigados atuavam como titulares de contas bancárias utilizadas para o recebimento dos valores ilícitos, ou como operadores na cadeia de lavagem de capitais. Ao todo, apurou-se a movimentação de aproximadamente R$ 160 mil, quantia subtraída das vítimas.

Lavagem de dinheiro

As investigações também revelaram que o grupo operava uma estrutura sofisticada de lavagem de dinheiro, utilizando múltiplas contas bancárias distribuídas em diversos estados do país, incluindo Mato Grosso, Minas Gerais, Acre, Rondônia e Rio de Janeiro.

Os valores eram submetidos a um processo de triangulação financeira, por meio de transferências sequenciais e fracionadas, com o objetivo de dificultar o rastreamento e a identificação da origem ilícita dos recursos.

O delegado Bruno Palmiro, responsável pelas investigações, destaca que a Operação Janus representa mais uma ação estratégica no enfrentamento qualificado aos crimes patrimoniais e financeiros.

“Especialmente aqueles praticados por meio de fraudes eletrônicas e estruturas organizadas, reafirmando o compromisso da Polícia Civil com a repressão à criminalidade complexa e a proteção do patrimônio da sociedade”, disse o delegado.

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Operação Janus

O nome da operação, “Janus”, faz referência a Jano, tradicionalmente representado com duas faces, e remete ao modus operandi do golpe do terceiro intermediário, no qual o fraudador se apresenta de forma distinta para cada uma das vítimas, conseguindo enganar tanto o vendedor quanto o comprador do veículo, manipulando informações e conduzindo a negociação de maneira fraudulenta.

Fonte: Governo MT – MT

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