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Polícia Civil cumpre mandados contra grupo criminoso envolvido em roubos em propriedades rurais

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A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, na manhã desta quinta-feira (21.1), a Operação Sem Livramento para cumprimento de 36 ordens judiciais contra uma organização criminosa, envolvida em crimes de roubo em propriedades rurais, cárcere privado, extorsão e lavagem de dinheiro.

São cumpridos na operação 36 mandados de busca e apreensão contra 15 alvos com diferentes endereços em Cuiabá, Várzea Grande e Barra do Garças, bloqueio no valor de até R$ 87 mil, além de quebra de sigilo e acesso de dados.

As ordens judiciais foram expedidas pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juiz de Garantias de Cuiabá, com base em investigações realizadas pela Polícia Civil, por meio da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos de Veículos (DERFVA).

A operação integra o planejamento estratégico da Polícia Civil por meio da operação Inter Partes, dentro do programa Tolerância Zero, do Governo de Mato Grosso, que tem intensificado o combate às facções criminosas em todo o Estado.

Roubo e investigações

As investigações iniciaram em novembro de 2024, após um crime de roubo ocorrido em um sítio no município de Nossa Senhora do Livramento em que uma família inteira foi feita refém.

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Na ocasião, os criminosos mantiveram em cárcere privado adultos e crianças, mantidos amarrados por horas, enquanto os suspeitos estavam na propriedade. Algumas vítimas foram agredidas fisicamente e obrigadas a realizarem transferências de valores via Pix para os criminosos.

Como forma de intimidação extrema, os investigados mataram o papagaio da família e feriram um cachorro para evitar que os animais chamassem atenção.

Após horas de terror intenso, os criminosos deixaram a propriedade, subtraindo um veículo Citroen C3, além de aparelhos celulares, notebooks, equipamentos profissionais, ferramentas e outros bens pessoais das vítimas.

As investigações demonstraram que o crime apurado não foi isolado, revelando que os investigados constituem uma rede organizada, com planejamento prévio, divisão de tarefas e escoamento de bens a terceiros.

Segundo o delegado responsável pelas investigações, Maurício Maciel Pereira Junior, com o avanço das apurações, foi possível identificar outros integrantes do grupo criminoso, mapear a atuação da organização, identificar eventuais empresas utilizadas para ocultação e lavagem de dinheiro.

Sem livramento

O nome da operação faz referência à cidade onde ocorreram os fatos, Nossa Senhora do Livramento e à ação da Polícia Civil que atua na desarticulação e responsabilização do grupo criminoso, que não ficará impune aos crimes cometidos.

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Fonte: Governo MT – MT

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Corpo de Bombeiros combate três incêndios florestais neste domingo (11)

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O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) combate, neste domingo (11.10), três incêndios florestais registrados nos municípios de Juruena, Santa Terezinha e Rosário Oeste.

Em todas as ocorrências, os bombeiros atuam de forma estratégica para conter o avanço das chamas, extinguir os incêndios, monitorar as áreas atingidas e proteger vidas, propriedades rurais e o meio ambiente.

As operações contam, conforme a necessidade de cada ocorrência, com o apoio do Grupo de Aviação Bombeiro Militar (GAvBM), da Defesa Civil Estadual, do Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer) e da Polícia Militar. A atuação integrada das forças amplia a capacidade de resposta e fortalece o combate aos incêndios florestais em Mato Grosso.

Focos de calor

Em Mato Grosso, foram registrados 34 focos de calor nas últimas 24 horas, conforme a última checagem realizada às 17h no Programa BDQueimadas, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Os dados são do Satélite de Referência (Aqua Tarde). Desse total, 30 focos foram registrados na Amazônia e quatro focos no Cerrado.

Em Terras Indígenas, foi identificado um foco de calor na Terra Indígena Aripuanã, em Aripuanã.

É importante destacar que um foco de calor, isoladamente, não caracteriza um incêndio florestal. O foco de calor é um indicativo de uma área com temperatura elevada, detectada por satélites, que pode ou não estar associada à ocorrência de fogo. Já um incêndio florestal, em geral, é identificado pelo conjunto de diversos focos de calor concentrados em uma mesma área. No caso das terras indígenas, o combate aos incêndios deve ser realizado por órgãos do Governo Federal, uma vez que o Estado não possui autorização para atuar.

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Fiscalização – Operação Infravermelho

O Corpo de Bombeiros Militar também realiza o monitoramento do uso irregular do fogo no âmbito da Operação Infravermelho. Esse monitoramento é realizado a partir da Sala de Situação Central, instalada no Batalhão de Emergências Ambientais (BEA), em Cuiabá.

Com o apoio de imagens de satélite e outras tecnologias, a operação tem como objetivo identificar, de forma antecipada, áreas com risco de incêndio florestal ou onde o fogo já tenha sido iniciado de maneira ilegal, atuando tanto na prevenção quanto na responsabilização dos infratores.

Incêndios extintos

Desde o início do período proibitivo do uso do fogo em Mato Grosso, o Corpo de Bombeiros Militar já atuou na extinção de incêndios nos municípios de Água Boa, Araguaiana, Aripuanã, Barra do Garças, Boa Esperança do Norte, Bom Jesus do Araguaia, Campo Verde, Canabrava do Norte, Canarana, Chapada dos Guimarães, Cocalinho, Colíder, Colniza, Dom Aquino, Feliz Natal, Guarantã do Norte, Guiratinga, Juara, Lambari D’Oeste, Luciara, Marcelândia, Matupá, Nova Bandeirantes, Nova Maringá, Nova Nazaré, Nova Ubiratã, Nova Xavantina, Novo Santo Antônio, Novo São Joaquim, Paranatinga, Peixoto de Azevedo, Poxoréu, Primavera do Leste, Ribeirão Cascalheira, Rondonópolis, Rosário Oeste, Santa Terezinha, São Félix do Araguaia, União do Sul e Vila Rica.

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Proibição do uso do fogo

O CBMMT reforça o alerta à população sobre a proibição do uso do fogo para limpeza e manejo de áreas rurais nos biomas Amazônia, Cerrado e Pantanal, entre 1º de julho e 30 de novembro de 2026. Nas áreas urbanas, o uso do fogo é proibido durante todo o ano.

O uso irregular do fogo pode configurar crime ambiental e está sujeito às penalidades previstas em lei. Além de ser proibida, a prática representa riscos à segurança pública, à saúde da população e ao meio ambiente. Casos de uso irregular do fogo, inclusive em áreas urbanas, devem ser denunciados pelos números 193 (Corpo de Bombeiros Militar) ou 190 (Polícia Militar).

Fonte: Governo MT – MT

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