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MATO GROSSO

Podcasts da Rádio TJ, do Poder Judiciário, estão disponíveis no Spotify

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MATO GROSSO

Os podcasts produzidos pela Rádio TJ, do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, já estão disponíveis no Spotify, um serviço de streaming de áudio que permite ao usuário ouvir músicas, criar playlists, ver vídeos e, claro, ouvir podcasts.
 
Quem quiser conhecer o canal do TJMT na plataforma terá acesso aos episódios já editados do Programa Justiça Inclusiva. Nas entrevistas, magistrados falam de serviços e ações da Justiça Estadual que impactam diretamente a vida do cidadão.
 
Em um dos episódios, por exemplo, o desembargador Orlando Perri retrata a situação das unidades prisionais do Estado e mostra o que vem sendo feito para melhorar o sistema. Em outro, o juiz auxiliar da Corregedoria, Eduardo Calmon, apresenta os serviços prestados à sociedade pelos cartórios extrajudiciais.
 
Em breve também estarão disponíveis no streaming todos os podcasts do Explicando Direito, um programa da Escola Superior da Magistratura (Esmagis) que procura falar do direito de forma simples e objetiva, facilitando a compreensão do cidadão.
 
O Explicando Direito traz magistrados abordando temas como violência doméstica contra a mulher, Botão do Pânico, audiência de custódia, judicialização da saúde, direito agrário, situação dos adolescentes em conflito com a lei, conciliação e mediação, entre outros.
 
Disponibilizar os podcasts em um serviço de streaming que tem média mensal de 100 milhões de usuários em todas as plataformas é mais uma iniciativa da Justiça Estadual na busca para tornar mais simples e acessível a comunicação com a sociedade.
 
 
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT

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TJ MT

Programa Padrinhos transforma apoio em novas oportunidades para crianças e adolescentes acolhidos

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Para algumas crianças e adolescentes acolhidos, completar 18 anos pode significar deixar a casa-lar sem uma rede de apoio para seguir em frente. Para um jovem que teve a vida transformada pelo Programa Padrinhos, do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), no entanto, a história foi diferente: uma madrinha afetiva continuou a acolhê-lo em sua residência, enquanto um padrinho provedor manteve o pagamento de sua faculdade.
A iniciativa foi tema de um episódio recente do podcast Prosa Legal, da Rádio TJ, que entrevistou a secretária-geral da Comissão Estadual Judiciária de Adoção (CEJA-MT), Elaine Zorgetti.
Segundo Elaine, o programa surgiu da necessidade de oferecer apoio às crianças e aos adolescentes acolhidos em casas-lares de todo o estado. O público atendido é formado por crianças maiores de 8 anos e adolescentes destituídos do poder familiar, que não foram reintegrados à família de origem e também não tiveram oportunidade de adoção.
Três formas de apadrinhar
O Programa Padrinhos oferece três modalidades de apadrinhamento: afetivo, prestador de serviço e provedor. O padrinho ou madrinha afetivo (a) pode manter contato com a criança ou adolescente e, mediante autorização, retirá-lo da instituição para passeios e momentos de convivência.
Já o prestador de serviço contribui com suas habilidades e profissão, podendo auxiliar tanto a criança ou adolescente quanto a própria instituição de acolhimento. O padrinho provedor, por sua vez, oferece apoio financeiro, que pode ser destinado, por exemplo, ao pagamento de cursos, compra de material escolar, alimentação ou vestuário.
Para participar, o interessado deve acessar o endereço padrinhos.tjmt.jus.br, preencher o formulário com os dados pessoais e anexar a documentação necessária. O pedido é encaminhado à comarca de residência do interessado e tramita perante a Vara da Infância e Juventude.
Entre os documentos exigidos estão RG, CPF, comprovante de residência e certidão negativa de antecedentes criminais. Também é possível buscar informações diretamente com a CEJA-MT, pelo telefone (65) 3617-3121, ou na Vara da Infância e Juventude do município.

Autor: Roberta Penha

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Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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